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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Um amor que não reclama, apenas satisfaz caprichos




Luís Alberto Alves

Imaginem uma mulher com algo que lhe satisfaz seus caprichos. Nunca abre a boca para reclamar, apenas servir. É de extrema utilidade, principalmente nos grandes templos do consumismo. De dia ou de noite, ele sempre está pronto. Não reclama do tempo, da hora que a amada chegou ou mesmo do desprezo que lhe dá quando suas vontades foram atendidas.

Para ficar melhor, esse alguém é dominado pelas mãos do sexo feminino. Igual prazer masoquista, a mulher literalmente o tem sob domínio. O coloca em qualquer lugar da casa. Quieto, jamais irá dizer algo. Apenas funciona como excelente ferramenta de consumo.

Quando chega a menstruação também não vai reclamar da falta de sexo. Aliás, para ele relação íntima inexiste. Mesmo assim não é assexuado ou detesta mulher. O maior prazer dele é servir, principalmente na época de festas de final de ano, quando a mulherada cai para valer no bloco do consumismo.

Nesta época, o dito cujo trabalha muito. Está nos salões de beleza, nas lojas de roupas, mesmo superlotadas; de calçados, de perfumes, de joias, de agências de viagens, nos resorts de luxo, passeios de iates ou qualquer lugar que precise de sua ajuda. Faz isso calado. Este amor inesquecível das mulheres é o cartão de crédito....


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