Postagem em destaque

Cinco líderes revelam lições da maternidade que impulsionam negócios de sucesso

    Arquivo/Hourpress Radiografia da Notícia *  No Brasil, esse cenário ganha nuances próprias Redação/Hourpress Com o avanço da presença fe...

sábado, 16 de maio de 2026

Cinco líderes revelam lições da maternidade que impulsionam negócios de sucesso

    Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

No Brasil, esse cenário ganha nuances próprias

Redação/Hourpress

Com o avanço da presença feminina em cargos estratégicos, a maternidade também vem sendo apontada como uma fonte de inspiração e aprendizado para os negócios. Segundo o relatório Women in Business 2024, da Grant Thornton, mostra que as mulheres já ocupam cerca de 33% dos cargos de liderança sênior no mundo, o maior índice já registrado, ainda assim, o desafio de conciliar carreira e vida pessoal segue como um dos principais entraves para a equidade.

 

No Brasil, esse cenário ganha nuances próprias. Segundo levantamento do IBGE e do LinkedIn, mulheres com filhos ainda enfrentam maior sobrecarga, mas também desenvolvem habilidades como gestão do tempo, inteligência emocional e resiliência, competências cada vez mais valorizadas no mundo corporativo.

 

Diante desse contexto, cinco líderes à frente de grandes empresas compartilham aprendizados da maternidade que também aplicam na gestão de seus negócios, uma troca que inspira outras mulheres e reforça um novo modelo de liderança mais humano, estratégico e sustentável.

 

 

  1. Andrea Kohlrausch, presidente da Calçados Bibi

Organização e rede de apoio são pilares do crescimento. Aprendi a descentralizar tarefas e a otimizar meu tempo. Sem isso, seria impossível conciliar a agenda profissional com a vida familiar”, afirma

 

Segundo a executiva, um dos maiores desafios de ser líder e mãe é equilibrar os diferentes papéis e responsabilidades, como gestora, empreendedora, mãe, esposa, filha e amiga. Para atender a agenda pessoal e a profissional, a empresária explica que a organização é essencial para contemplar todos os compromissos de forma equilibrada, sem ter o sentimento de culpa e infelicidade. “Para dar conta dos deveres de ser presidente de uma empresa com mais de 1.200 colaboradores e uma rede de franquias com mais de 150 lojas no Brasil e na América Latina, tive que desenvolver uma rede de apoio e, ao longo do tempo, aprendi a descentralizar algumas tarefas. Com dois filhos, foi necessário administrar a agenda deles à distância, devido aos compromissos profissionais e, dessa forma, otimizar meu tempo de forma mais eficiente”, revelou.

 

Outro desafio apontando pela empresária é cuidar da saúde e do bem-estar pessoal. Ao longo dos anos com vários papéis para exercer, Andrea conseguiu reservar o primeiro horário da manhã para si. Ela conta que, muitas vezes, sua saúde foi negligenciada devido aos compromissos diários. “Sempre gostei de esportes, mas vivi fases de sedentarismo. Hoje, acordo às 05h15 para me priorizar e ter uma vida mais ativa e saudável. Enquanto todos dormem, já estou iniciando as atividades físicas para estar bem, desenvolver a agenda profissional e ter um tempo de qualidade com minha família”, finalizou.

 

 

2- Ana Medici, CEO e fundadora da LIS Play
Integração entre vida pessoal e profissional. Conciliar maternidade e liderança não é sobre equilibrar tudo igualmente, mas sobre reduzir atritos e tornar a rotina mais fluida;

 

Para a executiva, conciliar a liderança de uma empresa com a maternidade não é sobre dividir a vida em partes iguais, mas sobre integrar as duas com fluidez. Se no vídeo commerce buscamos eliminar fricções, no dia a dia, o objetivo é reduzir os atritos entre trabalho e vida pessoal, tornando tudo mais natural e conectado. As prioridades mudam, e o mais importante é saber onde estar inteira em cada momento. Estar realmente presente, seja em um compromisso de trabalho ou com os filhos, tem mais valor do que simplesmente estar disponível. Para sustentar isso, contar com um time forte e uma rede de apoio é essencial. Outro ponto-chave é tomar decisões com base em clareza e propósito, não em culpa. A tecnologia também ajuda a ganhar eficiência e liberar energia para o que realmente importa. E, no fim, é fundamental aceitar que não existe perfeição: tanto empreender quanto ser mãe são jornadas de construção contínua. O equilíbrio não é fixo, é criado ao longo do caminho, com uma dinâmica que funcione, respeitando seus valores, seu momento e o impacto que você quer gerar dentro e fora de casa.

 

 

3. Bruna Vasconi, sócia-fundadora do Peça Rara Brechó

“Empreender com propósito e adaptabilidade. Construí o negócio junto com a minha família, adaptando a rotina e as decisões conforme cada fase”;


Bruna Vasconi costuma dizer que o empreendedorismo sempre fez parte de sua trajetória, construída em paralelo à maternidade desde muito cedo. Aos 19 anos, durante a faculdade de Psicologia, casou-se e teve o primeiro filho e, logo depois, a segunda filha, o que a levou a diversificar produtos para complementar a renda. Entre lingeries, chocolates, semijoias e itens de beleza vendidos na universidade, começou a estruturar uma lógica de negócio. No último ano da graduação, ao buscar uma alternativa viável e de baixo investimento, encontrou no brechó infantil um modelo aderente à sua realidade. Com um empréstimo de R$ 7 mil da avó, abriu o primeiro brechó com uma amiga, a partir de peças dos próprios filhos e de amigas, iniciativa que evoluiu para o Peça Rara Brechó. O negócio cresceu junto com a família e, hoje, mesmo após a chegada de mais dois filhos, a operação avançou para o franchising e se profissionalizou. Mantém como eixo a curadoria, o consumo consciente e a integração entre gestão e rotina familiar. Há um ano, a empresária deixou o cargo de CEO para um executivo do mercado e assumiu a presidência do conselho do Peça Rara Brechó. Bruna se mantém na liderança de uma rede com mais de 130 lojas no país e faturamento de cerca de R$ 300 milhões em 2025.

 

4. Claudia Abreu, CEO da Royal Face

“Liderança com propósito e legado. Ser mãe potencializa a liderança. Passamos a entender ainda mais o valor de abrir caminhos e dar exemplo”;

 No Dia das Mães, a trajetória de Claudia Abreu, CEO da Royal Face, traduz o novo perfil da mulher que equilibra liderança e maternidade com propósito. Mãe de dois filhos adolescentes, ela representa uma geração que concilia decisões estratégicas, crescimento profissional e o papel de formar valores dentro de casa. À frente de uma das maiores redes de estética do país, construiu sua carreira liderando projetos complexos e acelerando negócios, experiência que hoje ganha uma dimensão ainda mais humana ao integrar a maternidade ao seu estilo de gestão. Sua atuação em transformação digital, experiência do cliente e expansão reflete uma filosofia clara: resultados são consequência de cultura, preparo e decisões ágeis. No contexto do Dia das Mães, essa visão ganha ainda mais força ao conectar liderança com legado e impacto nas próximas gerações. “Liderar é transformar potencial em resultado com propósito. E ser mãe potencializa isso. A gente passa a entender ainda mais o valor de construir caminhos, abrir portas e dar exemplo. Quando mais mulheres ocupam posições estratégicas, criamos empresas mais fortes e uma sociedade mais preparada para o futuro”, afirmou.

 

5- Luciana Melo, CEO Café Cultura

Presença de qualidade e comunicação transparente. Mais importante que o tempo é a qualidade da presença, tanto no trabalho quanto com a família”;
 

Já a executiva acredita que conciliar a posição de liderança do time do Café Cultura com a maternidade não é sobre equilíbrio perfeito, mas sobre fazer escolhas conscientes ao longo de uma rotina dinâmica. Ao invés de separar rigidamente vida pessoal e profissional, o caminho mais realista é integrar as duas dimensões, entendendo que as prioridades mudam e exigem presença genuína em cada momento. Mais do que quantidade de tempo, o que faz diferença é a qualidade da presença, tanto no trabalho quanto com a família. Para sustentar isso, delegar é essencial, seja no âmbito corporativo ou pessoal, assim como construir uma rede de apoio sólida. Ao mesmo tempo, é importante não deixar que a culpa guie decisões, mas sim valores e propósito. Não podemos esquecer que a comunicação transparente, o autocuidado e a criação de rituais de conexão com a família ajudam a dar consistência à rotina. E, acima de tudo, é fundamental aceitar que não existe perfeição. O verdadeiro papel não é dar conta de tudo, mas ser exemplo e mostrar, na prática, que é possível equilibrar responsabilidade e autenticidade.

Acidentes de trânsito: Brasil registra 2 milhões de internações em dez anos

     FreePik


Radiografia da Notícia

* O custo estimado do tratamento alcançou R$ 13,7 bilhões entre 2021 e 2025, aponta Grupo IAG Saúde

Luís Alberto Alves/Hourpress

Sair de casa de moto ou de carro no Brasil continua sendo um dos atos mais arriscados da vida cotidiana. Em dez anos, mais de dois milhões de pessoas foram internadas após acidentes de trânsito e 50 mil morreram dentro dos hospitais. As mortes totais no trânsito vêm caindo, mas o número de internações cresce sem parar, revelando um problema que aleija, deixa sequelas e consome bilhões.

 

Entre 2021 e 2025, foram registradas 1.030.383 hospitalizações, além de 23.430 mortes dentro dos hospitais no mesmo período. O custo estimado do tratamento alcançou R$ 13,7 bilhões entre 2021 e 2025.

 

A cada semana, mais de 4.400 pessoas são internadas no Brasil por causa de um acidente de trânsito. Muitas chegam com fraturas graves, traumatismo craniano ou em estado crítico. Parte não sobrevive. Parte recebe alta semanas depois, mas carrega limitações que comprometem a capacidade de trabalhar, de se locomover, de retomar a vida que tinha antes.

 

Os dados do DataSUS e da Plataforma Valor Saúde by DRGBrasil, IA e Planisa, analisados para esta reportagem, revelam a dimensão real de um problema que cresce ano a ano e ainda não recebeu a resposta que merece.


MENOS MORTES, MAS MAIS FERIDOS GRAVES

 

O Brasil avançou na redução da mortalidade no trânsito. Segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, o país acumulou queda de 11,7% nos óbitos por lesões de trânsito desde 2015, com 5.129 mortes a menos do que em 2014. É um progresso real, que reflete melhorias no atendimento de emergência e em algumas políticas de segurança viária.

 

Mas esse avanço convive com um fenômeno de sinal oposto: o crescimento contínuo do número de pessoas que chegam aos hospitais em decorrência de acidentes de trânsito. Em 2015, foram registradas 157.490 internações no sistema público; em 2025, esse número alcançou 229.444, um aumento de quase 46%, sem nenhum ano de redução no período.

 

Dentro desse universo de internações, 50.040 pessoas morreram nos hospitais ao longo da década, vítimas que chegaram com vida, mas não resistiram ao tratamento. A proporção de mortes entre os internados caiu levemente, reflexo de avanços médicos. Mas o crescimento no volume de internações sustenta o número absoluto de óbitos hospitalares.

 

O PERFIL DE QUEM CHEGA AO HOSPITAL

 

A vítima típica é um homem jovem, com média de idade igual a 38 anos, que chega ao hospital com fraturas nos braços, nas pernas, nos ombros ou nos pulsos. São lesões que exigem cirurgia, material ortopédico e recuperação prolongada. A permanência média supera uma semana, e a alta hospitalar frequentemente marca o início de um processo de reabilitação, não o seu fim. Para muitos, a capacidade de trabalhar, de se locomover ou de exercer atividades que antes faziam parte da rotina nunca volta ao que era.

 

MOTOCICLISTAS: OS MAIS EXPOSTOS, OS MAIS ATINGIDOS

 

Os motociclistas concentram o impacto mais expressivo. Representam cerca de 30% da frota nacional, mas respondem por 64% de todas as internações por acidente de trânsito e por quase metade das mortes hospitalares. Em dez anos, foram mais de 1,2 milhão hospitalizados no sistema público, dos quais quase 23 mil não sobreviveram.

 

O perfil é mais jovem do que a média geral: 33 anos. São, em grande parte, trabalhadores que dependem da moto como fonte de renda, entregadores, prestadores de serviço e profissionais autônomos. Para esse grupo, um acidente grave não é apenas uma crise de saúde: é também uma ruptura econômica. Semanas ou meses afastados do trabalho, sem renda, em recuperação.

 

O QUE ESSA CONTA REPRESENTA EM DINHEIRO

 

Entre 2021 e 2025, o SUS pagou R$ 1,91 bilhão aos hospitais pelo atendimento de vítimas de acidentes de trânsito, valor calculado pela tabela oficial de remuneração do sistema público. No período de dez anos analisado, de 2015 a 2025, esse total chegou a R$ 4,15 bilhões.

 

O custo hospitalar é bem diferente do valor pago pelas AIHs. Utilizando o referencial de custo hospitalar por altas desenvolvido pela Plataforma Valor DRGBrasil+IA e Planisa, o custo por internação de pacientes com trauma é de R$ 13.340,99, e o total entre 2021 e 2025 alcança R$ 13,7 bilhões.

 

COMO ESSES NÚMEROS FORAM OBTIDOS

 

Os dados desta reportagem vêm de duas fontes complementares. O DataSUS registra todas as hospitalizações financiadas pelo SUS: motivo, duração, estado e valor pago. É a base mais abrangente sobre internações no sistema público. Os dados de mortalidade geral no trânsito, incluindo mortes fora do hospital, são registrados em outra base, o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), que mostra queda de 11,7% nos óbitos desde 2015.

 

A Plataforma Valor Saúde by DRGBrasil, IA e Planisa acrescenta profundidade clínica ao classificar cada internação por tipo de caso e nível de gravidade, usando a metodologia de Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG), adotada em sistemas de saúde de vários países. Permite estimar não apenas quantas pessoas foram internadas, mas o que aconteceu com elas e quanto o tratamento efetivamente custou. A base é majoritariamente composta por casos do SUS, 83,8% do total e 86,4% entre motociclistas.

A consistência entre as duas fontes valida a análise: em ambas, a proporção de mortes entre os internados foi muito similar, de 2,3% a 2,6% no total, e de 1,7% a 1,8% entre motociclistas.

 

O QUE OS DADOS INDICAM

 

A queda nas mortes gerais por acidente de trânsito é um avanço real e mostra que políticas de prevenção funcionam quando aplicadas com consistência. Mas a trajetória das internações conta outra história: mais pessoas chegando aos hospitais, com lesões mais graves, em estados que concentram as maiores taxas e as menores coberturas de prevenção.

 

O Maio Amarelo existe para lembrar que esse cenário não é inevitável. Os dados indicam onde o problema é mais intenso, quem são os mais afetados e quais estratégias já demonstraram eficácia. O desafio é ampliar essas soluções com escala, qualidade e continuidade.

 

Em 2025, 229.444 pessoas foram hospitalizadas por acidentes de trânsito no sistema público, o maior número já registrado. São 628 por dia, 26 por hora, uma a cada dois minutos e meio. 


Casamento: sete cuidados de beleza que toda noiva deve ter

    Divulgação


Radiografia da Notícia

O Brasil realiza cerca de 1 milhão de casamentos por ano,

Luís Alberto Alves/Hourpress

Maio chegou e com ele, o mês das noivas, um dos períodos mais simbólicos para quem está prestes a subir ao altar. Em meio à escolha do vestido, da decoração e da lista de convidados, uma outra preocupação ganha protagonismo: estar bem, por dentro e por fora, no grande dia. E não é só impressão. O Brasil realiza cerca de 1 milhão de casamentos por ano, e a busca por procedimentos estéticos cresce junto com o desejo de estar impecável nas fotos, vídeos e, claro, na própria memória.

Mas afinal, como se preparar sem exageros ou riscos? Para o especialista em biomedicina Killian Cristoff, diretor técnico da Royal Face, uma das maiores redes de estética facial e corporal do país com mais de 250 clínicas, o segredo não está em transformar, e sim em valorizar. “A noiva vai ser muito fotografada, filmada e observada. Por isso, o foco deve ser naturalidade, viço e harmonia facial, evitando mudanças bruscas próximas ao evento”, explicou.

A seguir, o especialista lista os principais cuidados e erros que toda noiva deve conhecer antes de dizer ‘sim’. 

1. Comece antes e com estratégia - se existe uma regra de ouro, é essa: não deixe para a última hora. O ideal é iniciar o planejamento estético entre 6 e 8 meses antes do casamento, principalmente para procedimentos que precisam de tempo de resposta e adaptação da pele. Nesse período, entram bioestimuladores de colágeno, preenchimentos sutis e tecnologias para firmeza e gerenciamento de sinais de envelhecimento.

2. Evite exageros e alinhe expectativas - com tantas referências nas redes sociais, é fácil cair na armadilha do excesso. “Referências irreais e mudanças muito drásticas podem gerar frustração. O mais importante é respeitar a individualidade de cada noiva e buscar equilíbrio”, disse. 

3. Aposte em procedimentos que valorizam (e não transformam) - menos é mais, especialmente quando o assunto é beleza para o casamento. Entre os cuidados mais indicados estão limpeza de pele profunda, hidratação injetável, toxina botulínica (para aspecto descansado), peelings leves e tratamentos para textura e luminosidade, que precisam de dois meses de antecedência. “O objetivo não é mudar o rosto da noiva, mas realçar sua beleza natural e garantir um resultado elegante e harmônico”, reforçou.

4. O corpo também entra no planejamento - dependendo do vestido, áreas como colo, braços, costas e abdômen ganham destaque e pedem atenção. Os mais indicados são drenagem linfática, radiofrequência, ultrassom microfocado e tratamentos para flacidez e textura. “É importante pensar também no conforto. Procedimentos que causam dor ou limitam movimentos devem ser feitos com antecedência”, explica. 

5. Não esqueça das mãos - protagonistas nas fotos - um detalhe muitas vezes negligenciado, mas que ganha destaque no grande dia, são as mãos, especialmente nos registros da troca de alianças. Por isso, o ideal é iniciar os cuidados com antecedência de 3 a 4 meses. Entre as opções mais indicadas estão bioestimuladores de colágeno, preenchimento com ácido hialurônico para devolver volume e viço, além de peelings para suavizar manchas e melhorar a textura da pele. O resultado são mãos hidratadas e bonitas para esse momento tão simbólico.

6. Pele bem cuidada = maquiagem perfeita - um detalhe que faz toda a diferença, a preparação da pele impacta diretamente no resultado da maquiagem. Entre os cuidados, com dois meses antes do evento, o ideal é iniciar a hidratação da pele. “Quando a pele está hidratada e uniforme, a maquiagem fixa melhor, fica mais natural e tem um acabamento mais bonito, principalmente nas fotos”, destaca.

7. Na última semana, menos é mais (mesmo!) - aqui mora um dos maiores erros das noivas, tentar “corrigir tudo” perto do evento. Evite procedimentos invasivos, preenchimentos de última hora, peelings médios ou profundos e qualquer técnica que cause inchaço, roxos ou descamação. O risco não é só estético. Pode comprometer a maquiagem, as fotos e até a segurança emocional da noiva. O ideal nesse momento é hidratação, drenagem linfática e cuidados calmantes e leves.

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Prefeitura de São Paulo oferece oficina de artesanato com temática de Dia das Mães


 

Radiografia da Notícia

 

*Ação gratuita acontece no centro da capital e faz parte das atividades do programa Mãos e Mentes Paulistanas


Gratuita, a oficina ensinará os presentes a produzir um vaso flor, uma peça delicada e feita em pano que pode ser um belo presente


Além de uma ótima oportunidade para aprender novas técnicas


Redação/Hourpress

 

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, abriu inscrições para artesãos e manualistas credenciados no Mãos e Mentes Paulistanas que tenham interesse em participar da oficina de artesanato temática de Dia das Mães.
 

A ação acontece no dia 30 de abril, no Novo Cate, no Centro Histórico de São Paulo, e receberá até 100 empreendedores manuais, divididos em dois períodos. Ministrada por Simone Silva, cada período da oficina terá a duração de três horas.
 

Com mais de 20 anos de experiência, Simone é especialista em bonecas de pano e designer de interiores. Ela une sua expertise para criar peças sofisticadas, contemporâneas e cheias de personalidade, a partir de um método exclusivo que transforma simples tecidos em verdadeiras obras de arte.

 

Gratuita, a oficina ensinará os presentes a produzir um vaso flor, uma peça delicada e feita em pano que pode ser um belo presente no dia das mães. Para participar basta ser credenciado no Mãos e Mentes Paulistanas e ter disponibilidade para estar presente durante o período da oficina.

 

Além de uma ótima oportunidade para aprender novas técnicas, o evento é, também, uma chance de conhecer outros produtores manuais, trocar experiências e realizar networkings.
 

“A oficina é uma oportunidade de ampliar o repertório criativo dos nossos artesãos, especialmente em uma data tão importante para o comércio como o Dia das Mães. Além de aprender novas técnicas, os participantes fortalecem suas redes de contato e se preparam melhor para gerar renda com produtos autorais e de qualidade”, afirma Rodrigo Goulart, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho.

 

Sobre o Mãos e Mentes Paulistanas
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, conta com um programa de apoio ao setor de artesanato e manualidades da Capital, o Mãos e Mentes Paulistanas.
 

Lançada em 2019, a iniciativa tem como objetivo a melhoria da atividade econômica e social de empreendedores artesanais da cidade. O programa promove diversas atividades que buscam desenvolver o setor de artesanato e manualidades, além de estimular a inclusão produtiva, o acesso ao mercado e a geração de renda dos trabalhadores manuais.

O Mãos e Mentes atua por três eixos principais, como o cadastramento municipal de empreendedores do setor; a promoção de cursos de capacitação empreendedora; e o acesso ao mercado e participação em eventos. Para utilizar os serviços e recursos oferecidos, é necessário estar credenciado no programa.

Interessados em se credenciar e participar das ações do programa podem se inscrever pelo link.

 

SERVIÇO
 

Oficina de Dia Das Mães - Flor de Pano

Inscrições até 27 de abril pelo link

Data: 30 de abril de 2026

Horário: manhã - 9h às 12h

tarde - 13h às 16h

Vagas: 100 vagas (50 por período)

Local: Novo Cate

Endereço: Rua Álvares Penteado, 203, 2º andar - Centro Histórico

Tontura pode ser sinal de doenças mais sérias e deve ser investigada



 Radiografia da Notícia

Como a tontura pode aparecer por diversas razões, como alterações auditivas, metabólicas, neurológicas

Estima-se que cerca de 30% da população mundial apresentará tontura em algum momento da vida

* O diagnóstico preciso é essencial e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional que inclui o fonoaudiólogo

Redação/Hourpress

Falsa sensação de movimento ou de rotação (vertigem), perda de equilíbrio ou instabilidade, estado de flutuação ou de oscilação são alguns dos sintomas mais comuns de tontura, um problema que pode trazer limitações e comprometer a qualidade de vida das pessoas. Estima-se que cerca de 30% da população mundial apresentará tontura em algum momento da vida.


Como a tontura pode aparecer por diversas razões, como alterações auditivas, metabólicas, neurológicas, cardiovasculares, problemas ligados à coluna cervical ou transtornos de ansiedade, entre outros fatores, o tratamento adequado vai depender da causa e dos sintomas associados. Por isso, o diagnóstico preciso é essencial e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional que inclui o fonoaudiólogo.


“O fonoaudiólogo é essencial na avaliação e no tratamento das alterações do equilíbrio e do sistema vestibular, com exercícios personalizados para cada caso”, afirmou Pollyne Martins Moraes (CRFa 2-16898), conselheira do CREFONO2 – Conselho Regional de Fonoaudiologia 2ª Região. De acordo com a profissional, uma das formas de abordagem para a recuperação dos pacientes é a Reabilitação Vestibular (RV).


A RV é um tratamento complementar, não invasivo, baseado em manobras e exercícios físicos repetitivos de olhos, cabeça e corpo, que visam à recuperação do equilíbrio. “Quando bem indicada, traz diversos benefícios aos pacientes. Trata-se de um método seguro, com baixo risco de efeitos colaterais que, quando presentes, costumam ser leves e transitórios, e que atua diretamente sobre o quadro já instalado, sem gerar dependência do tratamento”, garante a conselheira do CREFONO2.


Embora a tontura seja comum em todas as idades, é uma queixa mais frequente entre os idosos. O número de sessões necessárias varia de pessoa para pessoa, de acordo com a queixa, os sintomas apresentados e a alteração funcional identificada. Há casos resolvidos em uma ou duas sessões; outros podem demandar de seis a oito sessões ou acompanhamento por alguns meses. “Vai depender de como cada paciente responde ao tratamento. Por isso, a RV deve ser realizada de forma individualizada”, concluiu Pollyne.


22 de abril – Dia Nacional de Atenção à Tontura: o objetivo é conscientizar a população e os profissionais de saúde sobre a tontura como um sintoma sério, que merece uma investigação criteriosa e que pode estar associada a mais de 60 enfermidades. A data foi escolhida por marcar o aniversário do cientista austríaco Robert Bárány, Prêmio Nobel de 1914 em Fisiologia ou Medicina por suas contribuições para a otologia (área dedicada ao estudo do ouvido).


Falhas na declaração do Imposto de Renda colocam em risco credibilidade de organizações

    Arquivo


Radiografia da Notícia

* profissional recomenda conferir e manter atualizados todos os registros contábeis e extratos de doações

* Não declarar corretamente o imposto de renda significa enfrentar restrições fiscais

* Pequenas falhas no envio das informações podem suspender temporariamente o CNPJ

Redação/Hourpress

Segundo projeções da Receita Federal, cerca de 44 milhões de declarações devem ser emitidas até a última sexta-feira de maio, 29. Entre os contribuintes, gestores e profissionais do terceiro setor se preparam para colocar os registros fiscais na ponta do lápis, no entanto, os impactos em errar ou atrasar a emissão podem ser críticos para o segmento. 

Não declarar corretamente o imposto de renda significa enfrentar restrições fiscais, bloqueio de benefícios e impedimentos legais que comprometem a atuação de organizações e a continuação de projetos sociais. Pequenas falhas no envio das informações podem suspender temporariamente o CNPJ, impedir a participação em editais e gerar multas às companhias.

Nesse cenário, a diretora da Brasís Contabilidade e especialista em assessoria de pequenas empresas, Cristiane Almeida, revela que os erros mais comuns são: omissão de doações recebidas; falta de atualização cadastral; preenchimento incorreto das receitas e despesas; além do atraso no envio das declarações

“Pequenas inconsistências podem travar a organização e prejudicar atividades sociais importantes. A atenção aos detalhes é fundamental. Falhas nos registros podem gerar multas, atrasos na prestação de contas e até questionamentos de órgãos de fiscalização, afetando à credibilidade junto a doadores e parceiros. O planejamento antecipado evita que problemas aparentemente simples se tornem crises que colocam projetos sociais inteiros em risco”, disse Cristiane Almeida.

Para evitar problemas com o imposto de renda, a profissional recomenda conferir e manter atualizados todos os registros contábeis e extratos de doações, declarar corretamente todos os recebimentos e também avaliar o repasse financeiro

“Os profissionais do terceiro setor devem rever a prestação de contas de subvenção e projetos em andamento, integrar os relatórios financeiros ao sistema contábil da organização e identificar a natureza de cada receita e despesa. É preciso regularizar o cadastro do presidente, membros e responsáveis legais, atentar para os prazos finais de envio da declaração e contar com suporte contábil especializado para prevenir inconsistências e autuações”, explicou.

Seguir essas recomendações, segundo Cristiane, garante a conformidade fiscal e a credibilidade das organizações frente a parceiros e órgãos de fiscalização. “Com atenção e planejamento, é possível evitar surpresas desagradáveis e manter a saúde financeira e fiscal do terceiro setor”, concluiu.




São Paulo recebe oficinas e mentorias gratuitas para ampliação do acesso à cultura

    Arquivo


,

Radiografia da Notícia


*A Caravana Energia da Cultura 2026 promove atividades formativas gratuitas para quatro estados e Distrito Federal


* com encontros presenciais em 10 cidades do interior do País 


* Todas as informações sobre as atividades formativas são encontradas no site caravana.culturaemercado.com.br


Redação/Hourpress

 

A democratização do acesso à formação e aos mecanismos de financiamento cultural no Brasil ganha novo impulso a partir deste mês de abril, quando tem início o calendário 2026 do projeto Caravana Energia da Cultura. São Paulo, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco e DF receberão um ciclo gratuito de mentorias, workshops e aulas on-line para fortalecer artistas, produtores e gestores e viabilizar projetos culturais para além dos grandes centros. Todas as informações sobre as atividades formativas são encontradas no site caravana.culturaemercado.com.br e no Instagram @caravana_energiadacultura

 

Idealizado em parceria entre Cultura e Mercado e Instituto Neoenergia, e realizado por meio da Lei Rouanet com patrocínio da Neoenergia, o calendário da Caravana Energia da Cultura 2026 acaba de dar início às suas atividades com a abertura das Inscrições para Mentorias On-Line e Chamamentos para Espaços Anfitriões, Produtores Locais, Pesquisadores, Facilitadores. Poderão concorrer às vagas os interessados dos quatro estados e DF.

 

Maior alcance - Nos anos de 2024 e 2025, 790 pessoas de oito cidades do interior do Brasil foram beneficiadas diretamente com 224 horas de formação oferecidas pela Caravana Energia da Cultura. Em 2026, com atuação ampliada, o projeto avança no seu objetivo de contribuir para a descentralização dos recursos e o fortalecimento da produção cultural para que iniciativas criativas floresçam em diferentes territórios do Brasil, sobretudo no interior. 


“Em 2026, a Caravana Energia da Cultura amplia sua atuação e passa a incluir Pernambuco, chegando a cinco territórios, fortalecendo a formação cultural para além das capitais. Essa ampliação acompanha um processo de escuta e análise das edições anteriores para aprimorar a metodologia, mantendo as atividades presenciais e ampliando as ações online. A Caravana é uma construção coletiva e um processo de melhoria continuada, baseado na inteligência avaliativa e no conhecimento dos territórios, o que permite uma atuação cada vez mais consistente”, avalia Larissa Biasoli, coordenadora geral do projeto. 


Quatro frentes de formação - As mentorias e aulas on-line síncronas (ao vivo) são uma oportunidade de formação para coletivos de qualquer cidade de São Paulo, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e DF. Já os workshops presenciais acontecem para residentes de 10 cidades do interior, sendo elas Limeira (SP), Itanhaém (SP), Camaragibe (PE), Garanhuns (PE), São Gonçalo do Amarante (RN), Caicó (RN), Simões Filho (BA), Santo Antônio de Jesus (BA), Samambaia (DF) e Taguatinga (DF). Como legado de alcance nacional, o projeto também disponibilizará, gratuitamente no YouTube, aulas gravadas com especialistas sobre diferentes temas da gestão cultural.  

 

Os temas das atividades formativas percorrem diferentes dimensões do fazer cultural, como gestão e elaboração de projetos culturais, acesso a mecanismos de financiamento e políticas públicas, profissionalização do trabalhador da cultura, além de comunicação, inovação e o contexto dos territórios onde as iniciativas se desenvolvem. 

 

"Descentralizar recursos e ações por meio de iniciativas como a Caravana Energia da Cultura é uma maneira dar vez e voz a diversas manifestações culturais, expressões artísticas e legados tradicionais que merecem oportunidade", comenta Renata Chagas, diretora-presidente do Instituto Neoenergia. 

 

Calendário 2026 - Entre as primeiras ações da Caravana da Cultura 2026 já em andamento está a abertura das Inscrições para as Mentorias On-line, voltadas a indivíduos que atuam em coletivos culturais e buscam fortalecer a aplicação prática do conhecimento em seus territórios, estimulando a formação em rede e a multiplicação dos aprendizados. Entre os temas, estão a formalização e os processos burocráticos na área da cultura, a organização de coletivos culturais e a compreensão das políticas públicas do setor, como a Lei Rouanet e a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). 

 

Também estão abertos o Chamamento para Espaços Anfitriões, onde acontecerão os workshops presenciais, e os Chamamentos para Produtores Locais, Pesquisadores, Facilitadores, para seleção de profissionais que irão trabalhar junto com equipe nacional do projeto em cada estado, numa iniciativa de valorização da mão-de-obra local e formação de rede

 

Entre junho e julho, a Caravana realiza os workshops presenciais, com vagas para até 60 participantes em cada uma das 10 cidades. A carga horária de 6 horas é voltada para elaboração de projetos culturais e prevê a participação de facilitadores locais para garantir a abordagem sobre especificidades de cada território. 

 

O segundo semestre começa com o lançamento de uma série de aulas gravadas com especialistas em cultura, disponibilizadas via YouTube para todo o Brasil. Na sequência, entre os meses de agosto e setembro, turmas com 100 participantes por estado participarão de 12 horas de aulas síncronas, com conteúdo pensado como uma trilha de conhecimento, trazendo também especificidades de cada território. Os encontros abordarão temas da gestão cultural, como oportunidades locais, captação de recursos e a incorporação de questões ambientais nos projetos, com certificação para participantes com, no mínimo, 75% de presença. 

 

Com foco em acessibilidade e na participação de mulheres cis, trans e negras, a Caravana Energia da Cultura também atua no fortalecimento de redes locais e redes de cultura. A primeira ocorre por meio da valorização de profissionais das localidades, que apoiam as atividades e a análise de impactos do projeto. A segunda se dá por meio da Cult_B (https://cultb.art/), plataforma digital por onde as inscrições serão realizadas e que estimulará a conexão e articulação entre os agentes do setor participantes do projeto.

 

Sobre o Instituto Neoenergia: Integra o investimento social privado da Neoenergia, com o propósito de fomentar iniciativas que estimulem a transformação das pessoas e do planeta, nas regiões onde a empresa opera seus negócios. O Instituto desenvolve e apoia programas e projetos que colaboram com a redução das desigualdades sociais e a luta contra as mudanças climáticas. Por meio de cinco pilares de atuação: Educação, Formação e Pesquisa, Biodiversidade e Meio Ambiente, Arte e Cultura, Ação Social e Novas Tecnologias, fomenta transformação social a partir da descentralização territorial, onde comunidades vulnerabilizadas e mulheres negras estão no centro das mudanças. Em 2025, beneficiou mais de 3,12 milhões de pessoas.