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    Arquivo/Hourpress Radiografia da Notícia *   Mesmo com vacina segura e eficaz disponível, o aumento expressivo de casos reforça a import...

domingo, 23 de fevereiro de 2025

Como pais devem lidar com efeitos emocionais de filhos não usarem celular na escola

Arquivo


Radiografia da Notícia

* Evelyn Rosa, psicóloga do dr.consulta, traz pontos de atenção sobre o tema

*  Dados da pesquisa apontam que 8 em cada 10 alunos brasileiros de 15
anos disseram que se distraem com o uso de celulares

* Na média dos países da OCDE, são seis estudantes a cada 10 que se
distraem com os aparelhos digitais


 Luís Alberto Alves/Hourpress

Com o início do ano letivo e a nova lei que proíbe o uso de celulares
para alunos da educação básica, muitos pais se preocupam sobre como
isso pode afetar o comportamento dos filhos nesse período de
adaptação. Pensando nisso, Evelyn Rosa, psicóloga do dr.consulta
trouxe dicas valiosas de como lidar com as crianças e adolescentes até
que eles se adaptem a esse novo momento nas escolas.

 O uso excessivo de celular na sala de aula atrapalha o desempenho e
relações interpessoais de alunos do Brasil e de outros países, segundo
o Pisa, principal avaliação mundial da educação. Dados da pesquisa
apontam que 8 em cada 10 alunos brasileiros de 15 anos disseram que se
distraem com o uso de celulares nas aulas. Na média dos países da
OCDE, são seis estudantes a cada 10 que se distraem com os aparelhos
digitais.

 “Acredito que a ideia principal é a melhoria do desempenho acadêmico
e relações interpessoais dos alunos, permitindo uma maior
possibilidade de concentração, sem a constante presença de redes
sociais, aplicativos de mensagens, jogos ou outros distrativos que os
dispositivos poderiam oferecer. O ambiente seria eliminado destes
fatores negativos podendo estimular os alunos a uma participação ativa
e foco nas atividades prioritárias”, destacou Evelyn Rosa, psicóloga
do dr.consulta.

 Estratégias

A especialista alerta que os efeitos emocionais da proibição do uso de
celulares nas escolas podem ser desafiadores também para os pais.
Sendo assim, é necessário traçar estratégias que ajudem a lidar com
essa situação. Confira:

 1. Comunicação Aberta: Incentive os jovens a expressar como se sentem
em relação à proibição, ouvir suas preocupações e frustrações.

 2. Educação sobre o Uso de Tecnologia: Explique os motivos por trás
da proibição, como a promoção de um ambiente de aprendizado mais
focado - isso pode ajudar os jovens a entenderem a situação de forma
mais positiva.

 3. Atividades Alternativas: Sugira atividades que não envolvam
tecnologia, como esportes, leitura ou hobbies criativos - isso pode
ajudar a preencher o tempo que antes era gasto no celular.

 Jovem

4. Estabelecimento de Rotinas: Crie uma rotina que inclua momentos de
desconexão e interação social, ajudando os jovens a se adaptarem à
nova realidade.

 5. Apoio Emocional: Esteja atento a sinais de estresse ou ansiedade.
Se necessário, considere buscar a ajuda de um profissional, como um
psicólogo, para apoiar o jovem durante essa transição.

 Um relatório publicado pelo National Center for Health Statistics, do
Centro de Controle de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, divulgado em
2024, mostra que o fato de o jovem não se sentir acolhido pela família
pode aumentar o risco de transtornos mentais e comportamentos de
risco. O documento aponta que apenas 27,5% dos adolescentes de 12 a 17
anos afirmam receber apoio social e emocional dos seus pais. Em
contrapartida, a maioria dos pais (76,9%) acredita que seus filhos
recebem todo o apoio que precisam.

 Nunca

O estudo compara os dados do mesmo período da pesquisa em 2022 -
enquanto 58,5% dos jovens afirmaram que sempre ou geralmente receberam
o apoio social e emocional de que precisavam (mais da metade); já
21,6% disseram que isso acontecia às vezes e 19,9% afirmaram que
raramente ou nunca recebiam esse suporte. Ao avaliar a percepção dos
pais, os dados se mostraram bastante divergentes: 93% achavam que seus
filhos sempre ou geralmente recebiam o suporte necessário; 4% às vezes
e somente 2,9% raramente ou nunca.



Governo fará mutirão nacional em março para redução de filas de cirurgia

EBC


Radiografia da Notícia

* Após recorde de 14 milhões de cirurgias no Sistema Único de Saúde
(SUS) em 2024, a iniciativa pretende reduzir ainda mais o tempo de
espera de pacientes

* A iniciativa busca reduzir ainda mais o tempo de espera e garantir
mais acesso aos serviços de saúde em todos os estados

* A distribuição dos recursos considerou as filas existentes e o
planejamento estabelecido em Planos Estaduais de Redução de Filas


Redação/Hourpress

O Governo Federal anunciou que fará um mutirão nacional para a redução
de filas de cirurgias eletivas a partir de março. A iniciativa busca
reduzir ainda mais o tempo de espera e garantir mais acesso aos
serviços de saúde em todos os estados.


"O presidente Lula e eu temos o compromisso de reduzir o tempo de
espera por cirurgias no Sistema Único de Saúde (SUS)", afirmou a
ministra da Saúde, Nísia Trindade. Nas redes sociais, ela lembrou que,
em 2024, 14 milhões de cirurgias eletivas foram realizadas no país. "É
o maior número da história do SUS. Ainda há muito a fazer".


Em 2023, o Programa Nacional de Redução das Filas contou com vigência
inicial de um ano e orçamento de R$ 600 milhões, distribuídos entre os
estados com base na população estimada pelo IBGE em 2021. A
distribuição dos recursos considerou as filas existentes e o
planejamento estabelecido em Planos Estaduais de Redução de Filas,
definidos nas Comissões Intergestores Bipartites. Para fortalecer e
dar continuidade ao programa em 2024, foram destinados R$ 1,2 bilhão
aos estados e ao Distrito Federal.


Especialistas

Em 2025, o programa foi incorporado ao Mais Acesso a Especialistas, no
componente de cirurgias. O Mais Acesso a Especialistas é uma
estratégia da Política Nacional de Atenção Especializada em Saúde e
tem como objetivo ampliar e qualificar o cuidado e o acesso à atenção
especializada em saúde. O foco é tornar o acesso do paciente às
consultas, exames especializados e, agora, cirurgias, o mais rápido
possível e com menos burocracia, a partir do encaminhamento realizado
pelas equipes de atenção primária, por exemplo, a Equipe de Saúde da
Família.


O Mais Acesso a Especialistas traz inovações como a incorporação de um
modelo de remuneração baseado no cuidado integral, que prioriza o
paciente. Para isso, estão sendo investidos R$ 2,4 bilhões nas áreas
de oncologia, cardiologia, oftalmologia, otorrinolaringologia e
ortopedia. O programa já alcançou adesão de 100% dos estados e do
Distrito Federal, além de 97,9% dos municípios. Até o momento, foram
enviados 136 planos de ação regionais, abrangendo 167,9 milhões de
habitantes.


 O programa depende da adesão dos gestores de estados e municípios,
que devem enviar as respectivas programações de cirurgias a serem
realizadas, acompanhadas de resolução aprovada na Comissão
Intergestores Bipartite de cada estado. Todas as programações serão
analisadas pela Secretaria de Atenção

Especializada à Saúde, que fará ou não a aprovação, considerando os
critérios formais previstos na portaria, além de aspectos técnicos em
relação à demanda apresentada e previsão de realização de
procedimentos.


Em agenda em São Paulo na segunda, 17 de fevereiro, a ministra Nísia
Trindade aproveitou para destacar os avanços do programa. "O Mais
Acesso a Especialistas é eficiência no serviço e, sobretudo, tempo de
vida para paciente", comentou.


Conheça como e quando se deve lavar roupas de cama

Divulgação


Radiografia da Notícia


* Para quem sofre de alergias, médica recomenda fazer a troca
semanalmente ou até duas vezes por semana

  * Objetivo é evitar a proliferação de ácaros, mofo, assim como a
presença de pólen e/ou pelos de animais

* Além dos ácaros, outros fatores presentes nas roupas de cama também
podem agravar as alergias respiratórias


Redação/Hourpress

A troca regular das roupas de cama é um hábito essencial para garantir
um ambiente saudável e confortável, mas, quando se trata de pessoas
alérgicas, esse cuidado se torna ainda mais crucial. A médica
otorrinolaringologista e especialista em alergias respiratórias, Dra.
Cristiane Passos Dias Levy, do Hospital Paulista, explica como a
higienização das roupas de cama pode impactar diretamente na saúde
respiratória, principalmente em relação aos ácaros e outros alérgenos.

Embora a recomendação comum seja trocar as roupas de cama a cada 15
dias, a Dra. Cristiane destaca que esse intervalo pode ser
insuficiente para pessoas alérgicas. "Para quem sofre de alergias, é
ideal trocar as roupas de cama semanalmente ou até duas vezes por
semana. Além disso, o uso de capas de proteção para colchões e
travesseiros, especialmente anti-ácaros, ajuda a reduzir a exposição
aos alérgenos", afirmou a especialista.

Além dos ácaros, outros fatores presentes nas roupas de cama também
podem agravar as alergias respiratórias. O pólen, pelos de animais e
mofo são exemplos de elementos que se acumulam nas roupas de cama e
contribuem para o agravamento dos sintomas alérgicos. "O mofo pode se
proliferar em ambientes úmidos, enquanto os pelos de animais e o pólen
se acumulam facilmente", explica Dra. Cristiane. Na escolha do tecido,
ela sugere optar por algodão hipoalergênico, que é respirável e retém
menos alérgenos. "Tecidos sintéticos, por outro lado, podem acumular
mais poeira e umidade, favorecendo a proliferação de ácaros e fungos",
completou.

Crucial

A umidade é outro fator crucial para a proliferação de ácaros e
fungos. Em climas mais quentes ou úmidos, a umidade nas roupas de cama
pode criar um ambiente ideal para esses organismos. Dra. Cristiane
recomenda secar bem as roupas de cama e manter o quarto bem ventilado.
"O uso de desumidificadores pode ajudar, além de ser fundamental
escolher tecidos que sejam mais respiráveis", aconselhou.

Em relação aos produtos utilizados na lavagem, a médica alerta para os
riscos de produtos com fragrâncias fortes ou produtos químicos
agressivos. "Sabões hipoalergênicos são a melhor opção, pois minimizam
as reações alérgicas. Além disso, é importante lavar as roupas de cama
em água quente, pois temperaturas acima de 60°C ajudam a eliminar os
ácaros", afirma. Dra. Cristiane, que também recomenda evitar
amaciantes ou detergentes com corantes e fragrâncias fortes, pois eles
podem irritar as vias respiratórias.

A Dra. Cristiane reforça a importância de adotar um conjunto de
cuidados para a prevenção das alergias respiratórias. "Além da troca
regular das roupas de cama, o uso de capas de proteção para colchões e
travesseiros, junto com a escolha de tecidos adequados e a manutenção
de um ambiente seco e ventilado, pode reduzir significativamente a
exposição a alérgenos e proporcionar uma noite de sono mais
tranquila", concluiu.


Dicas práticas para evitar alergias respiratórias:


1. Troque a roupa de cama regularmente. Para pessoas alérgicas, a
troca deve ser feita semanalmente ou até duas vezes por semana.

2. Escolha tecidos adequados. Opte por roupas de cama de algodão
hipoalergênico, que são mais respiráveis e acumulam menos alérgenos.

3. Use capas de proteção. Capas anti-ácaros para colchões e
travesseiros ajudam a evitar o contato direto com os alérgenos.

4. Controle a umidade. Em climas úmidos, use desumidificadores e
mantenha o ambiente bem ventilado para evitar o crescimento de mofo.

5. Escolha produtos hipoalergênicos. Utilize sabões e detergentes sem
fragrâncias fortes e evite produtos químicos agressivos que podem
irritar as vias respiratórias.

6. Lave em água quente. Lavar as roupas de cama em água acima de 60°C
ajuda a eliminar ácaros e outros alérgenos.


Combate à dengue: Governo de SP intensifica ações e alerta sobre descarte irregular de lixo

    Divulgação


Radiografia da  Notícia

* Aedes aegypti tem se adaptado às condições urbanas, tornando-se cada
vez mais eficiente na reprodução em ambientes domésticos

*  Um dos pontos de atenção é o descarte correto do lixo, que evita a
proliferação do mosquito Aedes aegypti


 Redação/Hourpress

O Governo de São Paulo intensificou ações no combate à dengue e
reforçou o alerta à população sobre a necessidade de eliminar focos de
proliferação, especialmente durante períodos de calor e chuvas
intensas, como os vivenciados nas últimas semanas. Um dos pontos de
atenção é o descarte correto do lixo, que evita a proliferação do
mosquito Aedes aegypti.

Cristiano Kenji Iwai, subsecretário de Recursos Hídricos e Saneamento
da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil),
explica que o manejo adequado dos resíduos sólidos é essencial para o
combate à dengue e outras doenças.


“O descarte incorreto de garrafas, pneus ou qualquer objeto que possa
acumular água cria ambientes propícios para a proliferação do Aedes
aegypti. Por isso a importância de nos atentarmos, porque depende
diretamente da nossa atitude como cidadãos no combate à dengue”,
destacou.


Correta

 Kenji orienta que os resíduos sejam adequadamente acondicionados: “Os
sacos devem ser bem fechados e encaminhados para a coleta pública,
garantindo que sejam descartados de forma ambientalmente correta”.


Ao longo dos anos, o Aedes aegypti tem se adaptado às condições
urbanas, tornando-se cada vez mais eficiente na reprodução em
ambientes domésticos. Este mosquito, com hábitos diurnos, se alimenta
de sangue humano, principalmente ao amanhecer e ao entardecer, e se
reproduz em água limpa e parada, como a encontrada em recipientes
dentro e fora das casas.


Com o início das chuvas no período da primavera e do verão, ocorre um
aumento significativo na proliferação do mosquito. A dengue é sazonal,
com a elevação de casos e risco de epidemias entre outubro e maio.


Prevenção e cuidados


Em menos de 15 minutos, é possível realizar uma varredura eficiente e
eliminar os recipientes com água parada, que são ambientes ideais para
a procriação do Aedes aegypti. O órgão reforça a importância de a
população colaborar com a vigilância e eliminação de focos do
mosquito, realizando inspeções frequentes em suas residências e áreas
circunvizinhas.


Além da eliminação de criadouros, a orientação é que a população
esteja atenta aos sintomas da dengue, como febre alta, dores no corpo
e nas articulações, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele.
Em caso de suspeita, é importante buscar orientação médica
imediatamente.



domingo, 26 de janeiro de 2025

Grupo DPSP abre mais de 800 oportunidades de emprego em 10 estados

 Radiografia da Notícia

* As vagas disponíveis são para diversas posições e gerações, de jovem aprendiz a profissionais 50+
 


Redação/Hourpress


A meta de contribuir para o crescimento do setor farmacêutico, o Grupo DPSP, dono das redes Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, oferece mais de 800 oportunidades de emprego em todas as regiões do país. As vagas são para jovem aprendiz, programa de estágio, profissionais com deficiência e pessoas com mais de 50 anos, e estão disponíveis em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Goiás, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso e Pernambuco.
 

Essa iniciativa está inserida no “Programa +Plural”, pilar do SER+ que trabalha a diversidade com ações de empregabilidade, treinamento e sensibilização, desenvolvimento, e ações afirmativas que impulsionam ainda mais a diversidade, equidade e inclusão dentro do Grupo DPSP. O movimento busca formar uma equipe diversificada, favorecendo a troca de experiências e novas perspectivas que enriquecem o ambiente de trabalho.
 

“Um dos objetivos do Grupo DPSP é gerar novas oportunidades de emprego, movimentando a companhia e contribuindo para o crescimento do setor também. E contamos com nosso programa +Plural para realizar esse movimento, criando acessos e oportunidades, que refletem nosso compromisso com a diversidade, equidade e inclusão”, afirmou a Gerente Executiva de Cultura, Comunicação, Educação Corporativa, Diversidade e ESG do Grupo DPSP, Patrícia Ramalho.


Seletivo
 

Entre as ações do Grupo está o programa Geração Sênior, que visa atrair e incluir profissionais 50+, impulsionando a diversidade intergeracional na companhia. Lançado em 2023, já foram mais de 650 contratações a partir do projeto, com profissionais trabalhando nos centros de distribuição, no ambiente corporativo e nas filiais, principalmente como farmacêuticos, balconistas e atendentes de loja.
 

Outra iniciativa são as vagas afirmativas para profissionais com deficiência, que inclui um processo seletivo com jornada acessível e inclusiva para o candidato durante todas as etapas de entrevistas e após a contratação. Os interessados podem se inscrever no site das vagas e fazer o cadastro no banco de talentos com oportunidades exclusivas para Pessoas com Deficiência em todo Brasil.
 

As vagas abertas oferecem benefícios como plano de saúde, assistência odontológica, seguro de vida, Wellhub, convênio farmácia, vale transporte, cesta básica, vale refeição, programa de saúde, programa para gestantes, programa de participação nos resultados, clube de descontos e diversas possibilidades de desenvolvimento com a Universidade Corporativa.
 

Para mais detalhes sobre as oportunidades e para se inscrever, basta acessar a página de carreira do Grupo DPSP.

 

Confira a relação de vagas por região:
 

Paraná - 12

São Paulo - 571

Rio de Janeiro - 61

Espírito Santo - 25

Minas Gerais - 96

Goiás - 49

Mato Grosso - 08

Distrito Federal - 13

Bahia - 23

Pernambuco - 08

Inseminação caseira, especialistas alertam para riscos

    Pixabay


Radiografia da Notícia

Apesar de ganhar destaque nas redes sociais, a inseminação caseira apresenta riscos à saúde, desafios legais e emocionais, sendo contraindicada por órgãos de saúde como a Anvisa.

A inseminação caseira é a colocação do sêmen dentro da vagina com o objetivo de engravidar

Por ser um procedimento não médico, não há garantia de segurança quanto à realização de exames prévios

Redação/Hourpress

Nos últimos dias, a inseminação caseira viralizou como um método alternativo para mulheres que desejam engravidar. O procedimento, que envolve a introdução do sêmen na vagina utilizando seringas ou dispositivos similares, pode parecer uma solução simples e acessível, mas especialistas alertam para os riscos à saúde e à segurança legal dessa prática.


De acordo com a Dra. Graziela Caneo, ginecologista e obstetra especialista em reprodução humana da La Vita Clinic, e o Dr. Alfonso Massaguer, ginecologista e especialista em reprodução humana, a inseminação caseira apresenta sérias limitações: “A ausência de controle sanitário, exames prévios e orientação profissional pode levar a complicações graves, tanto para a mulher quanto para o futuro bebê”, explica a Dra. Graziela.


O que é inseminação caseira e como é realizada?


A inseminação caseira é a colocação do sêmen dentro da vagina com o objetivo de engravidar, realizada fora de uma clínica ou hospital. “Comumente, o procedimento envolve a coleta de sêmen por masturbação ou em ato sexual com preservativo, seguida da colocação desse sêmen no fundo da vagina utilizando seringa ou outro dispositivo durante o período fértil”, descreveu o Dr. Alfonso Massaguer.


Por ser um procedimento não médico, não há garantia de segurança quanto à realização de exames prévios, o que pode expor a mulher a riscos, como infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e outras complicações. Além disso, podem surgir questões legais relacionadas à paternidade e direitos vinculados ao futuro bebê.


Os principais riscos para a saúde da mulher incluem infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), reações alérgicas a materiais não esterilizados e alterações hormonais. “Pode também ocorrer contaminação do sêmen durante a manipulação, o que aumenta o risco de doenças bacterianas”, alertou o Dr. Alfonso. Para o bebê, o procedimento em si não traz riscos diretos, mas pode haver complicações secundárias a infecções maternas e problemas genéticos pela falta de triagem do doador.


A inseminação caseira não é recomendada pela Anvisa e por nenhum outro órgão público ou conselho médico devido à falta de controle sobre a segurança sanitária do procedimento. “A utilização de materiais não esterilizados e a ausência de acompanhamento médico colocam em risco a saúde da mulher e do bebê, além de gerar implicações legais”, reforça a Dra. Graziela.


Por ser um procedimento sem regulamentação, pode gerar disputas jurídicas envolvendo a paternidade e os direitos legais relacionados ao bebê. O Dr. Alfonso alerta: “A falta de contratos e orientação jurídica pode resultar em conflitos, como o doador mudar de ideia e querer participar da vida da criança, ou a mãe enfrentar dificuldades para garantir seus direitos”.


Os médicos reforçam que existem alternativas seguras e acessíveis para casais ou mulheres que buscam métodos de reprodução assistida, mas enfrentam limitações financeiras. “Sim, alternativas mais acessíveis incluem clínicas privadas que oferecem serviços de reprodução assistida a baixo custo, projetos universitários e até mesmo o SUS”, explica a Dra. Graziela. “Os custos desses procedimentos estão cada vez menores e mais acessíveis à população”, complementa o Dr. Alfonso.


Dados Relevantes

De acordo com um levantamento recente, as buscas por inseminação artificial sob supervisão médica ainda superam significativamente as por inseminação caseira. Em 2024, a proporção de pesquisas no Brasil foi de aproximadamente 10 para cada 1 relacionada ao método caseiro.

No entanto, o interesse pela inseminação caseira tem crescido. Em 2023, as buscas sobre o tema aumentaram 80% em relação ao ano anterior, ultrapassando em 13% o recorde registrado em 2021.

Embora a inseminação caseira seja retratada como uma solução fácil, é essencial priorizar a segurança e o acompanhamento profissional. Buscar alternativas seguras é a melhor forma de garantir a saúde da mulher e do bebê, além de evitar complicações legais e emocionais.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Dicas para evitar o perigo e as situações de risco no período das chuvas

    EBC


Radiografia da Notícia

* Junto com o Verão normalmente ocorrem as pancadas de chuvas fortes e repentinas, e com estas precipitações surgem diversas probabilidades de risco para os condutores, saiba como evitá-las

Alguns cuidados devem ser tomados assim que a chuva se iniciar, e isso pode evitar situações de risco

Siga o trilho formado no solo pelos carros que estão à sua frente, já que a água acumulada já está sendo drenada, e isso amplia sua aderência

Luís Alberto Alves/Hourpress

 Fernando Soares, Diretor de E-commerce da PneuStore, traz algumas importantes dicas para escapar das verdadeiras armadilhas das condições meteorológicas adversas para os condutores. Os alagamentos são uma situação perigosa e nem sempre fácil de se contornar, juntamente com a aquaplanagem são as maiores causas de acidentes durante este período.  

Alguns cuidados devem ser tomados assim que a chuva se iniciar, e isso pode evitar situações de risco.  
 
1 – Reduzir a velocidade, assim que a chuva começar, pois todas as partículas depositadas no asfalto (óleo, pedriscos, areia etc.) acabam ficando em suspensão, e a chuva inicial não é capaz de lavar estes resíduos diminuindo a aderência. 

Segundos
 
2 – Aumentar a distância para o veículo que vai à sua frente, para ter tempo de reação em caso de frenagem emergencial. Para isso visualize um ponto fixo na estrada, e quando outro veículo passar conte mentalmente seis segundos. 
 
3 – Siga o trilho formado no solo pelos carros que estão à sua frente, já que a água acumulada já está sendo drenada, e isso amplia sua aderência. 

4 – Em caso de alagamento evitar áreas com água acima da metade das rodas, manter velocidade baixa e constante, não parar o veículo pois isso pode fazer a água entrar pelo escapamento danificando o motor.  

5 – A aquaplanagem é um fenômeno que ocorre quando os pneus não conseguem dispersar o volume d’água no solo, e cria-se uma lâmina separando-os do piso. Esta situação é uma das razões da perda completa do controle do veículo. 

Pneus 

Para evitar a aquaplanagem estes são alguns cuidados: 

  • Verifique a profundidade dos sulcos dos pneus e evite rodar com desgaste excessivo. 
     
    Lembre-se: pneus com menos de 1.6mm de profundidade nos sulcos são considerados carecas, ferindo a legislação vigente. Nessa etapa, eles perdem qualidades como a expulsão de água, frenagem e aderência, colocando motoristas em risco, principalmente em dias chuvosos.  
     
  • Calibre corretamente a pressão dos pneus, e verifique se todos os pneus são da mesma medida  
  • Reduza a velocidade, para aumentar a aderência e tempo de reação 
  • Antecipe as situações observando o tráfego a sua frente 
  • Sob nenhuma hipótese acione os freios bruscamente, já que não irá ter nenhum efeito, e existe grande possibilidade de rodar na pista.  
  • Redobre a atenção. 

 

“A prudência é sempre fundamental quando se está ao volante. Além das manutenções preventivas que todos devem fazer, é necessário um cuidado ainda maior quando as condições climáticas estão desfavoráveis. A chuva pode se tornar uma grande armadilha, assim é preciso redobrar a atenção, reduzir a velocidade e ter muita cautela”, comentou Fernando Soares, Diretor de E-commerce da PneuStore.