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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Sequestrador de Washington Olivetto é extraditado para o Chile

A extradição foi possível após o governo chileno se comprometer formalmente a não submeter Norambuena à prisão perpétua


Agência Brasil

O chileno Maurício Hernández Norambuena foi extraditado hoje (20) ao seu país após 16 anos preso no Brasil por participar do sequestro do publicitário Washington Olivetto, em 2001. A informação foi confirmada pelo presidente Jair Bolsonaro, em publicação na sua conta pessoal no Twitter.
“É nossa política cooperar com outros países e não dar abrigo a criminosos ou terroristas. Vencidos problemas burocráticos entre Brasil e Chile, hoje estamos extraditando Norambuena, sequestrador do publicitário Washington Olivetto em 2001”, escreveu.
- É nossa política cooperar com outros países e não dar abrigo a criminosos ou terroristas. Vencidos problemas burocráticos entre Brasil e Chile, hoje estamos extraditando Norambuena, sequestrador do publicitário Washington Olivetto em 2001.
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Também pelo Twitter, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse que Norambuena foi entregue nesta madrugada às autoridades chilenas. “Mais um criminoso que se foi. Extraditado com autorização do STF [Supremo Tribunal Federal], foi entregue nessa madrugada ao Chile para cumprir as penas, comutada a perpétua para 30 anos, as quais foi condenado naquele país. Brasil não é refúgio para criminosos”.
Na última quinta-feira (15), Norambuena foi transferido da Penitenciária de Avaré, no interior paulista, para a Superintendência da Polícia Federal, em São Paulo, onde aguardava os trâmites. A extradição foi possível após o governo chileno se comprometer formalmente a não submeter Norambuena à prisão perpétua, respeitando uma decisão do STF de 2004.
Na época, a Corte autorizou a extradição do sequestrador com algumas ressalvas a serem cumpridas pelo governo do país vizinho. Entre elas, o compromisso chileno de substituir as duas penas de prisão perpétua às quais Norambuena foi condenado em seu país por, no máximo, 30 anos de reclusão. Os ministros determinaram a substituição da pena porque a Constituição Brasileira não permite prisão perpétua para o crime de sequestro.
No Chile, Norambuena foi condenado à prisão perpétua por ter participado do assassinato do senador Jaime Guzmán, em abril de 1991, e do sequestro de Cristián Del Rio, filho do dono do jornal El Mercúrio, em setembro de 1991. No julgamento, foi condenado pelos crimes de homicídio, formação de quadrilha e extorsão mediante sequestro.

No Brasil, Norambuena foi condenado pela Justiça de São Paulo a 30 anos de prisão por participação no sequestro do publicitário Washington Olivetto, em 2001. Olivetto passou 53 dias em um cativeiro.

Sequestrador de ônibus no Rio é morto por atiradores de elite


Tiros foram ouvidos no local por volta das 9h


Agência Brasil

O porta-voz da Polícia Militar (PM) do Riode Janeiro, coronel Mauro Fliess, confirmou que o sequestrador que fez 37 reféns no início da manhã, em um ônibus na Ponte Rio-Niterói, foi morto por atiradores de elite.
Tiros foram ouvidos no local por volta das 9h. Pelo Twitter, a PM informou que a ocorrência foi encerrada sem vítimas entre os reféns. “O tomador de refém foi neutralizado por um atirador de precisão do #Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais] e todos os reféns foram libertados ilesos” postou a corporação.
O sequestro começou pouco antes das 6h e interditou a ponte nos dois sentidos. Até as 9h, o sequestrador havia liberado seis reféns. Segundo as primeiras informações, ainda não confirmadas, o sequestrador estava armado e se identificou como policial militar.
A polícia disse que a arma usada por ele era um simulacro, ou seja, de brinquedo.
A ponte permanece interditada.

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Combate à lavagem de dinheiro: Custo, cultura e tecnologia



Especialista comenta como a prática traz prejuízos e apresenta alternativas lícitas para empresas aumentarem seu faturamento


Redação/Hourpress

Muito vem se falando em coibir a lavagem de dinheiro e corrupção no Brasil. É verdade que o governo brasileiro investiu bastante no combate à essa prática ilícita e que, segundo dados do Banco Central, pode representar até 3,5% do PIB.

Mas o que vem a ser a lavagem de dinheiro? Segundo a advogada tributarista da Amaral, Yazbek Advogados, Letícia Mary Fernandes do Amaral, “é uma forma de aparentar licíto o patrimônio ou dinheiro obtido de forma ilícita, usando artifícios para dificultar o rastreamento por parte das autoridades”.
O que diz a lei: “Art. 1º - Ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal”. Lei Federal nº 9.613/1998 alterada pela Lei Federal nº 12.683/2012.     
No Brasil temos vários órgãos especializados no combate a esse crime, dentre eles, Ministério Público, COAF – Conselho de Controle de Atividades Financeiras, RFB – Receita Federal do Brasil, Polícia Civil, mas ainda é pouco frente ao tamanho do problema.
“São equipes de fiscalização reduzidas, falta de especialização da justiça e de seus órgãos auxiliares, pouco investimento e pouca importância dada à prática por questões culturais do país”, disse a advogada.

Ainda assim, a Receita Federal do Brasil bateu recorde de fiscalizações, com o montante de R$205 bilhões. Isso foi 43% acima da expectativa do órgão para o ano de 2017.
Como adiantado pela especialista a cultura espelhada não somente no Brasil, mas no mundo todo, é ter esse crime como sem importância ou prática comum. É isso que precisa ser mudado.

“Coibir é muito difícil, vemos o sistema judiciário abarrotado de ações, departamentos de polícia com milhares de inquéritos e órgãos de fiscalização cada vez com mais e mais relatórios. O que precisamos fazer é com que as pessoas entendam o seu papel na sociedade e dentro de suas organizações”, esclareceu.

Segundo a advogada, algumas práticas como o Governança, Planejamento Tributário e o Compliance podem trazer benefícios financeiros, aumento do faturamento, aumento do lucro líquido, sustentabilidade da empresa e a licitude de todos os ativos das empresas, sem enfrentar problemas futuros.

“É para isso que estudamos o sistema financeiro e fiscal do país, para oferecer soluções que apresentem retorno financeiro. Um exemplo são as ações para ressarcimento de ICMS ou o planejamento tributário com uso de tecnologia que trará significativa redução de custos com tributos”, afirmou.

Para isso, colocar em prática algumas tecnologias é de fundamental importância, os Blockchainstanto falado nos últimos tempos, podem contribuir para que o rastreamento de bens e ativos seja mais eficiente.

“A tecnologia já existe, o que vemos é um mercado pouco interessado em adotar essas ferramentas por falta de conhecimento, por mais que já tenha sido amplamente discutido. Mas é um comportamento normal pois são mudanças de paradigmas inclusive dentro dos órgãos de fiscalização”.

A lavagem de dinheiro é um assunto interessante e é destaque da Revista Governança Jurídica, publicação da Amaral, Yazbek Advogados disponível a todo público em formato digital no sítio do escritório: https://ayadvogados.com.br

Startup catarinense lança streaming para transformação digital





TransformaçãoDigital.com anuncia a chegada do TD Premium, solução 100% online que tem como conteúdo a experiência dos principais líderes das empresas mais inovadoras do mundo

Redação/Hourpress
Um estudo realizado nos últimos cinco meses pela consultoria E-Consulting revelou sentimentos e preocupações de 203 CEOs das mil maiores empresas do país. Segundo a pesquisa, 19% dos CEOs entrevistados disseram que o papel da Transformação Digital é mostrar o futuro dos negócios nas organizações e que investiriam na mudança por medo dos concorrentes. Pensando em como ajudar essas empresas na jornada rumo à modernização de seus negócios, o TransformaçãoDigital.com, ecossistema que ajuda pessoas e empresas a terem sucesso em seus projetos de transformação digital, lança o TD Premium, plataforma de conteúdo de alto nível, que servirá como o ponto de encontro entre colaboradores e executivos que buscam informações sobre como inovar.
“Colocamos em uma única plataforma, com exclusividade, as experiências das organizações mais inovadoras do mercado para ajudarmos as empresas, empresários e profissionais que querem começar a transformação digital em seus negócios e assim darem os próximos passos decisivos neste novo cenário mundial” explica Igor Lopes, co-founder do TransformaçãoDigital.com. 
O objetivo da plataforma é ajudar as organizações a terem uma visão holística das mudanças necessárias para o desenvolvimento no momento de transição. “Não importa se a empresa é tradicional ou uma startup, de exatas ou de humanas, grande ou pequena, no TD Premium sempre terá algum conteúdo direcionado para cada empresa e pessoa”, complementa Lopes.
Para Tiago Magnus, CEO & Founder do TransformaçãoDigital.com, nenhuma empresa ou pessoa tem know-how e os canais necessários para abordar a transformação digital por completo. “Observamos que quem busca por Transformação Digital acaba não encontrando as respostas para suas dúvidas. Por isso, juntamos as peças para montar e mostrar o caminho que guiará o mercado nessa transição para o digital. Com o TD Premium, as empresas e profissionais poderão sanar todas as dúvidas sobre o tema”, explica Magnus.
O TD Premium funcionará como um serviço de streaming com conteúdo para mudar o mindset da organização e trazer os insights necessários para a transformação digital que a instituição precisa.  São mais de 300 horas de conteúdos exclusivos (entre aulas práticas, palestras, entrevistas, cobertura dos maiores eventos de inovação do mundo, etc.) feitos com mais de 200 líderes de grandes empresas que estão guiando a Transformação Digital do mercado. A assinatura, que permite o login de uma pessoa, está com preço promocional de lançamento: R$ 1,00 nos primeiros trinta dias. A partir do segundo mês, a mensalidade será  R$ 38. Ainda existem os planos corporativos, com vários logins para toda a equipe e descontos gradativos.
Para saber mais sobre o TD Premium, acesse: premium.transformacaodigital.com/especial

Robô da ROIT atinge 1 milhão de lançamentos contábeis


Em apenas 7 meses de atuação do robô da ROIT Consultoria e Contabilidade superou 1 milhão de lançamentos contábeis sem interação humana!

Redação/Hourpress
“O principal impacto foi o ganho de escala. Lançamentos automáticos significam que fomos mais rápidos, mais assertivos e que somos capazes de atender mais empresas, com mais volume”, garante Lucas Ribeiro, sócio-diretor da fitench curitibana.
A ROIT é a primeira empresa brasileira em seu segmento a implementar as tecnologias de machine learning e deep learning. Os investimentos já ultrapassam 5 milhões de reais em programação e desenvolvimento do sistema de inteligência artificial para a criação de dois produtos: o ROIT Bank e o ROIT People. O primeiro automatiza quase todas as atividades do setor contábil, fiscal e financeiro, enquanto o segundo realiza o gerenciamento e automatiza processos de DP e RH, desde admissão até a demissão. Ambos eliminam tarefas burocráticas do dia a dia, otimizando o tempo dos colaboradores e consequentemente os resultados.
Os profissionais da ROIT estão reagindo muito bem à nova tecnologia, pois estão podendo se dedicar às análises de fato sem perder tempo com lançamentos repetitivos. "Não houve demissões, inclusive estamos contratanto 100 novos funcionários. Queremos atingir, como chamamos, o estado da arte da contabilidade, ou seja, a contabilidade passar a ser invisível e totalmente perfeita, com tecnologia e inovação", conta Ribeiro. 
Lucas Ribeiro conta que, desde o lançamento, foram feitas inúmeras modificações, correções e aprimoramento nas ferramentas. Nas primeiras semanas de atuação do robô contábil, por exemplo, foram realizadas 1.800 operações por hora e mais de 8 mil classificações contábeis. Mas essa capacidade, praticamente, dobra e até triplica a cada mês com o aprendizado da inteligência artificial.
“Estão previstas várias funcionalidades novas. Surpresas virão!”, promete Lucas Ribeiro.
A ROIT Consultoria e Contabilidade foi criada em 2016, é especializada em Lucro Real e a única no país a atender durante 24 horas por dia. A empresa conta com 170 funcionários nas suas unidades em Curitiba, Brasília, São Paulo, Paraguai e no Vale do Silício na Califórnia. 

Análise de dados e ações de relacionamento dão o tom do novo varejo


Em shoppings centers, há diversas formas para captar informações de clientes


*Cida Oliveira
Cada vez mais, lojas físicas têm investido em tecnologias para obter informações sobre seus consumidores. Bancos de dados e sistemas de relacionamento passam a direcionar ações de marketing e a nortear campanhas de incentivo. Shoppings centers, por exemplo, usam sistemas de relacionamento com cliente (CRM) para oferecer uma experiência de compra diferenciada. Para trazer resultados, todas as ferramentas precisam funcionar como uma orquestra. E, como toda a orquestra, a afinação e o tom adequado são essenciais.
Mais do que desenvolver ações com os dados captados de um CRM, é preciso que eles sejam mensurados e cruzados, para traçar perfis e definir estratégias adequadas. A expressão criada pelo matemático londrino especializado em ciência de dados, Clive Humby, traduz o momento que estamos vivendo hoje: “dados são o novo petróleo”. Assim como o combustível precisa ser refinado, dados precisam ser analisados, e empresas usam a inteligência para transformá-los em realidade. Devem estar cada vez mais "alfabetizadas" para abordar esta nova linguagem e extrair o potencial desses dados.
Em shoppings centers, há diversas formas para captar informações de clientes. Geralmente os primeiros passos são dados em campanhas e eventos. Assim, perguntas sobre dados pessoais, lojas de preferência e ticket médio são fundamentais para traçar o perfil de cada consumidor, além de informações completas sobre o processo de vendas, baseado na jornada do cliente. Depois, pode ser realizada uma pesquisa para que sejam avaliadas as preferências e diferenciais percebidos de um empreendimento. É importante saber que cada cliente é único: enviar uma mensagem personalizada faz a diferença e estreita o relacionamento.
A rede de Wi-Fi também é uma ferramenta poderosa: quando um cliente se conecta, pode ser iniciada uma conversa - uma ótima oportunidade para captar dados diferentes e estreitar a comunicação entre empresa e consumidor. Com a conexão, pode ser mensurado o fluxo nos corredores e os diferentes períodos em que o consumidor frequenta o estabelecimento. Por exemplo, quando um cliente entra no shopping com o celular ligado, transmite informações importantes como, por exemplo, qual o corredor que ele mais circula e o tempo de permanência em cada loja. Só não podemos esquecer que essas análises e segmentações de dados devem ser feitas seguindo as premissas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP).
Por fim, esse “petróleo” não precisa ficar apenas em poder da administração de um shopping. Deve ser compartilhado com os lojistas, pois faz toda a diferença para continuar um relacionamento com os clientes. A qualidade de atendimento do shopping - e principalmente dos lojistas - é fundamental. Atitudes assim podem resultar em relacionamentos a longo prazo e até criar memórias afetivas nos consumidores. 
Para estarem competitivas frente ao comércio eletrônico, as lojas físicas e shoppings centers devem investir no atendimento próximo e eficaz. E o combustível dessa relação são os dados. Por outro lado, oferecer uma experiência completa e momentos únicos são sentimentos que só podem ser transmitidos pessoalmente. Ou seja, o relacionamento humano é insubstituível e os shoppings precisam estar afinados para saber como estreitar estas relações.
*Cida Oliveira, diretora de marketing do Grupo Tacla Shopping

A Humanização da Indústria 4.0: é preciso engajar para inovar


Os produtos têm validade, como roupas que caem em desuso


*Sidney Leite
Quando se fala em indústria 4.0 e o futuro da tecnologia aplicada em processos produtivos, é fundamental deixar claro que estamos falando, na verdade, do presente. O futuro já chegou há certo tempo. E essa realidade é deparada por estruturas fabris de diversos segmentos, afinal, as transformações já estão em curso. Como consequência, a companhias precisam responder rapidamente a esse estímulo para que mantenham os ritmos de crescimento planejados.
Os produtos têm validade, como roupas que caem em desuso devido à mudança da estação ou pela chegada de novas tendências, assim como os processos adotados pelas empresas são temporários, sendo substituídos por recursos melhores, mais eficientes e produtivos.
Especificamente do ponto de vista de tecnologia, quando falamos em manufatura, instrumentação, softwares, automação e robótica, anualmente, é necessário fazer o update de algum sistema que já se tornou obsoleto nas organizações. A tecnologia é um facilitador da inovação, inerente ao processo de transformação, mas para que a estratégia de evolução alcance patamares elevados é preciso garantir que as pessoas entendam o posicionamento estratégico da organização e o papel que têm dentro dessa estrutura, sentindo-se valorizadas. Só assim é possível obter a alta performance, que não pode ser alcançada com a mera compra de um software, maquinário ou novas tecnologias. 
Quando falamos em desempenho, é basicamente o resultado no fim do dia. Já a alta performance é aquilo que encanta. É o show de uma orquestra, que emociona, estimulando que a plateia se levante para aplaudir com entusiasmo. É uma entrega diferente, em que todos os instrumentos musicais estão extremamente afinados. Remetendo à operação industrial, é necessário se perguntar: a empresa apresenta desempenho ou alta performance?
A diferença é clara. A alta performance é muito mais do que seguir normas, especificações e padrões, como a ISO 9000, de gestão da qualidade, 14000, de diretrizes ambientais, ou a OHSAS 18000, voltada para a segurança do trabalho. Também não significa apenas a prática de métodos, como a Seis Sigma, Lean ou TPM. Para atingir esse patamar, é fundamental aplicar a gestão adequada da mudança dos processos, ou seja, como as pessoas vão se adaptar à mudança e se sentir verdadeiramente valorizadas?
A M. Dias Branco, por exemplo, é uma empresa que cresceu organicamente e a partir de aquisições. O primeiro passo na busca pela alta performance foi a formação de uma área corporativa com profissionais competentes, com vivência em chão de fábrica, para não ser necessária a tradução do dia a dia. Assim, falando a mesma língua, a transformação foi acontecendo a partir da cultura do aprendizado. Nessa estratégia, que chamamos de Gestão Classe Mundial (GCM), as pessoas receberam claramente os indicadores de onde a companhia está e onde pretende chegar.
Não há uma receita pronta, mas seguimos na M. Dias Branco a diretriz da inovação, conhecendo a perenidade que há no lançamento de novos produtos, de maneira que inovar para nós é muito mais do que isso. É mudar processos, ao mesmo tempo em que nos preocupamos com a sustentabilidade. Os padrões são mantidos lado a lado das metodologias de melhoria contínua dos processos, o que garante que todas as nossas 15 fábricas sigam o mesmo modelo bem-sucedido alcançado.
O fato é que não é possível inovar se não se partir da máxima de engajar para mudar. Se não houver o envolvimento das pessoas, junto à organização, a mudança não é bem estruturada e se torna um verdadeiro castelo de areia, que não pode ser sustentado.
E dessa forma, sobretudo na indústria 4.0, as pessoas são fundamentais no processo e precisamos desenvolver a equipe em todos os níveis. O segredo do crescimento é humanizar a estratégia. O nosso desafio constante vai além da integração homem e máquina. É integrar também homem e produto; homem e processo; homem e tecnologia; homem e conhecimento. É preciso ter um ciclo virtuoso em que a pessoa é preponderante, acima de qualquer máquina. 
*Sidney Leite é Diretor Técnico e de Operações da M. Dias Branco