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    Arquivo/Hourpress Radiografia da Notícia *   Mesmo com vacina segura e eficaz disponível, o aumento expressivo de casos reforça a import...

terça-feira, 21 de outubro de 2025

PF faz operação contra importação clandestina de remédio emagrecedor

 Radiografia da Notícia

Caso envolve servidor da Anvisa que desviou fármacos apreendidos

Agência Brasil

Agentes da Polícia Federal realizaram nesta terça-feira (21) uma operação contra a importação e a receptação de remédios para emagrecer de procedência desconhecida que eram usados em clínicas médicas.

Os policiais federais cumpriram três mandados de busca e apreensão em uma clínica médica e residências de investigados, localizadas nas cidades do Rio de Janeiro e São Gonçalo, na região metropolitana da capital fluminense.

As investigações tiveram como ponto de partida a prisão de um servidor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que havia furtado cerca de 100 canetas emagrecedoras apreendidas pela agência reguladora, que colabora com a PF no inquérito.

A Polícia Federal identificou aumento expressivo de apreensões de remédios para emagrecimento na fiscalização aeroportuária. Importados clandestinamente, esses fármacos são desviados para comercialização em clínicas médicas. 

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A importação clandestina de remédios desse tipo representa um risco para a saúde pública, porque é impossível verificar sua real procedência e garantir procedimentos regulares de armazenamento e transporte.

Os investigados vão responder pelos crimes de Importação e venda de medicamento de procedência ignorada, bem como receptação qualificada.

sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Projeto mira saúde financeira de 2 milhões de brasileiros que moram nos EUA

   Pixabay


Radiografia da Notícia

A motivação do novo canal surge da experiência pessoal de Wicz

Redação/Hourpress

Após um ano vivendo nos Estados Unidos e a conquista do green card, o economista Charles Wicz (conhecido por milhões de brasileiros como o Economista Sincero) acaba de anunciar seu novo projeto com foco internacional: o canal “América Sem Enrolação. Reconhecido por diversas vezes como Top Influencer ANBIMA, Wicz, que acumula mais de 1,4 milhão de inscritos em seu canal principal no YouTube, agora mira a saúde da vida financeira dos mais de 2 milhões de brasileiros que residem em solo norte-americano.

 

A motivação do novo canal surge da experiência pessoal de Wicz. "Quando cheguei, percebi como é difícil entender o sistema americano: construir crédito, escolher cartões, investir, lidar com seguros e impostos. Eu vivi tudo isso na pele". Essa imersão, que incluiu a cobertura das eleições americanas em Washington, levou o economista a transformar seus próprios desafios em conteúdo prático, profundo e acessível para a comunidade imigrante.

 

O “América Sem Enrolação” nasce com a proposta de ser uma ponte entre o conhecimento técnico e a experiência de vida, com vídeos mensais a partir de outubro. O projeto irá conectar especialistas e brasileiros que vivem nos EUA, trazendo análises aprofundadas e suporte em áreas cruciais para o imigrante, como finanças, imigração, contabilidade, crédito e seguros.


Rede

 

"É por isso que esse projeto é diferente, porque vem de quem passou pelos mesmos caminhos e entende as dores reais do brasileiro aqui. A meta é clara, ajudar brasileiros a prosperar financeiramente em dólar e conquistar estabilidade e liberdade na América, sem jargões ou enrolação", afirmou Wicz.

 

Além do conteúdo em vídeo, Wicz e sua equipe iniciarão uma rede de serviços financeiros voltada à comunidade brasileira nos EUA. O objetivo é oferecer orientação transparente, confiável e ética, combatendo a desconfiança que muitos imigrantes têm de serem enganados. "Muitos brasileiros que chegam aqui têm medo de pedir ajuda porque já ouviram histórias de golpes. A gente quer mudar isso", explica o economista, ressaltando que o suporte virá de profissionais que vivem nos EUA e têm conhecimento real do mercado local.

 

O lançamento marca o início de uma nova fase na trajetória de Charles Wicz, agora com um olhar internacional e a credibilidade de quem construiu uma das maiores audiências de finanças do país.

Comissão aprova projeto que obriga plano de saúde a cobrir cirurgia de redução de mama

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Adultização infantil prejudica desenvolvimento emocional

    Divulgação


Radiografia da Notícia

Comportamento também pode desencadear consequências biológicas e sociais que só aparecem na adolescência ou vida adulta 

Redação/Hourpress

Fenômeno que ocorre quando crianças e adolescentes são expostos a comportamentos e responsabilidades típicas do mundo adulto, muitas vezes de forma precoce e inapropriada para a faixa etária, a adultização infantil tem preocupado especialistas.
 

O termo ganhou força, recentemente, após o influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, publicar um vídeo - atualmente com 50 milhões de visualizações - em que denuncia produtores de conteúdo que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais, além de cobrar as plataformas que monetizam este tipo de conteúdo.
 

Para a psicóloga Camila Grasseli, professora do Centro Universitário UniBH –integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima - o problema vai muito além da sexualização precoce. “Usamos o termo adultização para falar das crianças que estão rompendo etapas. Muitas vezes, isso aparece nas roupas, calçados, no uso de maquiagem pelas meninas, mas também no abandono progressivo do brincar”, afirmou.


Adulto


Segundo Camila, comportamentos que parecem inofensivos — como colocar uma filha de 11 anos para cuidar dos irmãos ou buscar sozinha encomendas dos pais na portaria do prédio — podem ser os primeiros sinais de uma inversão perigosa de papéis. “Muitos responsáveis incentivam esses atos sem perceber. Os pais acham que estão promovendo autonomia, mas, quando colocam uma criança de oito anos para realizar tarefas sozinha ou deixam um pré-adolescente assumir cuidados que caberiam a um adulto, isso pode marcar o início da adultização.”
 

A especialista lembra ainda que a infância é um período essencial para o desenvolvimento emocional, social e ético do indivíduo. “É na infância que a criança vive, de forma lúdica, aquilo que encontrará no mundo adulto. Ela precisa desse tempo e dessa fase para entender o que é certo, errado, ético e moral”, pontua.

 

Consequências emocionais 

 

Quando expostas precocemente a experiências e símbolos adultos, as crianças, segundo Grasseli, não têm maturidade neurológica para lidar com as consequências. “O cérebro é o último órgão a amadurecer e só completa esse processo por volta dos 20 anos. Se ofereço vivências adultas a alguém com 12, estou impondo algo biologicamente impossível”, explicou.
 

A sexualização precoce, conforme aponta a professora do UniBH, é o extremo mais grave. Camila destaca que a exposição a conteúdos e comportamentos adultos pode resultar, mais tarde, na interpretação dessas vivências como abusivas, agressivas ou traumáticas. Ela cita ainda impactos físicos: “Estamos observando, geração após geração, a antecipação da menstruação em meninas, às vezes aos nove anos. O corpo passa a responder a estímulos que vêm dessas experiências adultizadas”, disse.
 

Grasseli também chama atenção para o uso indiscriminado das redes sociais como um dos principais vetores da adultização. “As crianças foram retiradas do convívio com colegas da mesma faixa etária e passaram a se relacionar com as imagens das redes. Esses conteúdos estão ligados ao consumo, muitas vezes ao consumo adulto. A indústria, por sua vez, acompanha o movimento e cria versões adultas de roupas, maquiagens e acessórios voltados ao público infantil. Sem regulamentação e proteção, essas crianças ficam completamente vulneráveis.”

 

Alerta 

 

Embora muitas crianças achem “legal” se parecerem com adultos, o impacto emocional do comportamento ‘adultizado’ pode surgir em forma de irritabilidade, agressividade, insônia ou depressão. Nesses casos, pode haver necessidade de psicoterapia, acompanhamento médico e, em alguns quadros, intervenção psiquiátrica. “A criança raramente vai dizer que está sofrendo. Ela gosta da sensação de parecer adulta, mas não está pronta para lidar com as responsabilidades ou consequências”, advertiu a psicóloga.
 

Camila Grasseli afirma que, ao identificar sinais de adultização, é possível reverter o quadro — mas os adultos precisam assumir seu papel. “Nem sempre o que deve ser feito será bem recebido pela criança, mas é necessário.”
 

De acordo com a psicóloga, cabe aos pais oferecer limites, acolhimento e, principalmente, suporte educacional. “Infância não é um ensaio para a vida adulta. É uma fase que precisa ser protegida e conduzida com presença, escuta e responsabilidade. Quando pulamos etapas do desenvolvimento, a criança pode até parecer madura, mas, por dentro, ela ainda não dispõe dos recursos emocionais necessários para sustentar esse papel. Isso gera sofrimento e impactos que muitas vezes só aparecem anos depois”.

 

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Medida provisória amplia oferta de gás de cozinha para famílias de baixa renda

    Joel Rodrigues


Radiografia da Notícia

* Estimativa do governo federal é beneficiar 50 milhões de pessoas com o programa Gás do Povo, que substituirá o Auxílio Gás

Redação/Hourpress/Agência Câmara

A Medida Provisória 1313/25 cria o programa Gás do Povo, para ampliar a oferta de gás de cozinha a famílias de baixa renda. A estimativa do governo federal é beneficiar 50 milhões de pessoas, aproximadamente 15,5 milhões de residências, o triplo do antigo programa, o Auxílio Gás.

O benefício contemplará as famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 759), com prioridade para quem recebe o Bolsa Família (renda per capita de até R$ 218). Quem hoje recebe o Auxílio Gás continuará recebendo o valor do benefício enquanto a migração de um programa para o outro estiver em andamento.

Uma das novidades do Gás do Povo é a possibilidade de retirada gratuita do botijão de GLP (gás liquefeito de petróleo) diretamente nos revendedores credenciados. No modelo anterior, o benefício era pago em dinheiro.

O Gás do Povo também mantém a possibilidade de repasse em dinheiro, com valores correspondentes a, no mínimo, 50% sobre o preço médio do botijão, mas os beneficiados só poderão escolher uma das modalidades.

Número de botijões
Na modalidade de retirada direta, o número de botijões disponíveis variará conforme a quantidade de pessoas por família beneficiada:

  • famílias com dois integrantes receberão até três botijões por ano;
  • com três integrantes, quatro botijões por ano; e
  • famílias com quatro ou mais integrantes, até seis botijões por ano.

O acesso ao botijão não será cumulativo entre períodos sucessivos e terá validade máxima de seis meses.

A expectativa é que sejam distribuídos, no total, 65 milhões de botijões por ano.

Investimento
O investimento do governo federal para a implementação do Gás do Povo será de R$ 3,57 bilhões em 2025 (já previstos na
Lei Orçamentária Anual – LOA); e de R$ 5,1 bilhões para 2026.

Tramitação
A MP já está em vigor, mas precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal para virar lei.


Profissionais de TI no Brasil são os que menos acreditam que a IA afetará seus planos de carreira

    Pixabay


Radiografia da Noticia

* Mas há uma preocupação emergente e que vem ganhando espaço

Redação/Hourpress


O avanço da utilização da inteligência artificial nas companhias está redefinindo as dinâmicas de trabalho. Enquanto muitas empresas ainda resistem em investir em ferramentas e capacitação em IA, profissionais já estão adotando essas soluções por conta própria. Há funcionários empregando a ferramenta para automação de tarefas rotineiras, resolução criativa de problemas ou como garantia de qualidade na entrega de demandas.
 

Mas há uma preocupação emergente e que vem ganhando espaço nas discussões entre os profissionais de TI: Como a inteligência artificial afetará os planos de carreira a longo prazo?
 

O estudo global Talent Trends Tech 2025, da Michael Page, uma das maiores consultorias especializadas em recrutamento de média e alta gerência, parte do PageGroup, revela que a preocupação dos especialistas em tecnologia do Brasil com sua jornada profissional é menor que a de outros países. Segundo o levantamento, 54% dos respondentes acreditam que o crescimento da IA no ambiente de trabalho irá afetar seus planos de carreira a longo prazo. O percentual reportado é menor do que a média global (63%) e da América Latina (64%).


Mundo
 

A pesquisa também mostra que 74% dos profissionais brasileiros não percebem o uso da inteligência artificial como uma ameaça a segurança no emprego a longo prazo. O número é superior ao dado da América Latina (73%) e do mundo (60%).
 

“A inteligência artificial está transformando rapidamente as funções e demandas do setor de tecnologia. Ela não está apenas substituindo tarefas, também redefinindo papeis e destacando habilidades humanas antes não percebidas”, analisou Juliana França, gerente executiva da Michael Page.
 

Segundo a executiva, as empresas devem investir cada vez mais em ferramentas e capacitação em IA. “Mostrar como a inteligência artificial e a automação serão integradas ao trabalho, e como os colaboradores serão apoiados para se desenvolver, é um grande diferencial competitivo. Os profissionais de TI esperam que as companhias invistam no treinamento contínuo e na implementação inteligente de IA”, disse.

 

Profissionais 
 

Os especialistas em tecnologia no Brasil também afirmam que utilizam inteligência artificial no trabalho. A maioria dos profissionais usam IA em suas funções atuais (68%). O índice é superior ao mesmo percentual (60%) verificado na América do Sul e no mundo.
 

Em questão a frequência de uso, 42% afirmam que utilizam a ferramenta pelo menos uma vez por dia. Entretanto, o número é inferior ao registrado no mundo (44%) e na América Latina (43%).
 

“Embora a inteligência artificial esteja ganhando espaço como recurso indispensável nas empresas, ainda existem dúvidas sobre sua aplicação prática e sobre a capacitação das equipes. Para explorar ao máximo seus benefícios, é fundamental que as empresas estabeleçam diretrizes claras para que a IA seja um reforço aos profissionais, e não um substituto. Nesse cenário as empresas precisam dar o suporte certo para conduzir a jornada de transformação digital”, explicou Juliana França, da Michael Page.

 

Empresas
 

Quando questionados se as empresas que atuam recomendam o uso de inteligência artificial, 53% dos respondentes disseram que as companhias fornecem a utilização de ferramentas de IA. O índice é superior ao dado da América do Sul (51%) e inferior ao índice global (68%).
 

Talent Trends Tech 2025 é um dos levantamentos mais abrangentes sobre o mercado de trabalho global de tecnologia, conduzido entre novembro e dezembro de 2024, em 36 países. Ele conta com a participação de cerca de 5 mil profissionais e líderes de tecnologia no mundo. O objetivo do estudo é oferecer uma perspectiva dupla dos desafios atuais e como transformá-los em ações concretas ao longo de 2025.

Desde 2023, mais de 14 milhões de pessoas saíram da pobreza no Brasil

    Pixabay


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Número de famílias com ganhos mensais de até R$ 218 por pessoa caiu 25% em dois anos, como aponta estudo do MDS baseado nos dados do Cadastro Único

Redação/Hourpress

Em dois anos, o número de famílias em situação de pobreza no Cadastro Único caiu 25%. Eram 26,1 milhões de domicílios nesta situação em maio de 2023 e 19,56 milhões em julho de 2025. Isso significa que 6,55 milhões de famílias aumentaram o patamar de renda no Brasil acima de R$ 218 mensais por pessoa, no período. Se for considerado o número de indivíduos, 14,17 milhões de pessoas melhoraram de vida.
 

"A prioridade do governo do presidente Lula é tirar as pessoas da fome e da pobreza. A renda é um componente fundamental para as pessoas terem acesso aos alimentos e o resultado é que, combinando desenvolvimento econômico e social, tiramos o Brasil do Mapa da Fome e as pessoas estão saindo da pobreza, seja pelo trabalho ou pelo empreendedorismo", analisou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
 

Os dados foram extraídos do Monitora MDS, ferramenta que traz informações sobre objetivos, metas e resultados alcançados das políticas públicas sociais. O estudo conduzido pela Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único (Sagicad), ainda revelou aumento de renda no extrato superior ao da situação de pobreza.


Melhor
 

Para o secretário de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único do MDS, Rafael Osório, as reduções refletem os avanços dos programas sociais, a melhora no mercado de trabalho e, também, o processo de qualificação do Cadastro Único, que passou a incorporar automaticamente dados sobre a renda formal dos trabalhadores.

“Com a integração das informações com outras bases de dados, já disponíveis ao poder público, reduzimos a dependência da autodeclaração. Este avanço, diminui o esforço das famílias, alivia a carga sobre os municípios na atualização cadastral e qualifica as informações utilizadas pelos programas sociais, contribuindo para uma melhor focalização das políticas públicas”, explicou Rafael Osório.
 

O levantamento mostra uma tendência estável de mudança de faixa de renda para cima. Desde agosto de 2024, as taxas de saída da pobreza e da baixa renda estão em um patamar em torno de 4% e 6%, respectivamente. Atualmente, o Cadastro Único registra 41,6 milhões de famílias, ou 95,3 milhões de pessoas.
 

Unipessoais
 

A mesma tendência geral é percebida entre as famílias unipessoais (com um único indivíduo) de baixa renda. De março de 2023 a julho de 2025, houve uma queda de 39% no registro destas famílias com até meio salário mínimo de renda mensal per capita. Passou de 9,92 milhões para 6,04 milhões. No Bolsa Família, os unipessoais caíram 29%, de 5,49 milhões, para 3,87 milhões.
 

Entre janeiro e julho de 2025, a proporção nacional de inclusão e atualização com entrevista domiciliar saltou de 11,5% para 40,2%, impulsionada pela aplicação da Lei nº 15.077, de dezembro de 2024, que passou a exigir a realização de entrevista domiciliar para o ingresso de famílias unipessoais no Bolsa Família e no BPC, com exceção de indígenas, quilombolas e população em situação de rua.
 

Houve avanços na maioria dos estados, sendo que alguns multiplicaram entre quatro e sete vezes a proporção de novos cadastros e atualizações domiciliares.
 

Faixas de renda
 

As famílias são identificadas no Cadastro Único em três grupos de renda mensal por pessoa: em situação de pobreza (de R$ 0 a R$ 218); em situação de baixa renda (entre R$ 218,01 e meio salário mínimo); e com renda acima de meio salário mínimo.
 

A renda familiar mensal por pessoa é calculada dividindo a renda mensal total da família (soma das rendas individuais) pelo número de pessoas que compõem a família. A renda individual considera o menor valor entre a renda de trabalho do último mês e a média do valor recebido pelo trabalho nos últimos 12 meses, somada a outras rendas (como BPC, aposentadoria, pensão alimentícia e doações).