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Por que o sarampo voltou a preocupar?

    Arquivo/Hourpress Radiografia da Notícia *   Mesmo com vacina segura e eficaz disponível, o aumento expressivo de casos reforça a import...

quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Calor excessivo castiga idosos no Verão

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Radiografia da Notícia

* Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia afirma que a população 60+ precisa redobrar os cuidados nesta época do ano; Hidratação constante e o uso de protetores são fundamentais

É fato que o Sol faz bem para a saúde; no entanto, é preciso cuidado, especialmente para a população 60+

Entre os mais comuns estão a tontura, a dor de cabeça e o mal-estar

Redação/Hourpress

 Nos últimos dias, as altas temperaturas, em grande parte do Brasil, fizeram com que as pessoas mudassem a rotina para suportar o calor. A ingestão de água e alimentos mais leves, além da prática de exercícios em horários onde a temperatura está mais amena são algumas dessas mudanças.

 

É fato que o Sol faz bem para a saúde; no entanto, é preciso cuidado, especialmente para a população 60+, que pode sofrer mais com os efeitos do calor. De acordo com o geriatra e presidente da SBGG, Dr. Marco Túlio Cintra, a desidratação e a hipertermia, quando o corpo atinge uma temperatura mais elevada que o normal, além do próprio câncer de pele, são os principais problemas que o idosos podem enfrentar com a exposição errada ao Sol. Ele explica que se deve atentar aos sintomas desse aumento da temperatura. Entre os mais comuns estão a tontura, a dor de cabeça e o mal-estar. “Estes sintomas podem evoluir para situações mais graves, como desmaios e crises convulsivas. Por isso, todo cuidado e atenção são necessários”, explica.

 

Água, muita água...

A questão da hidratação precisa ser levada a sério. Dr. Cintra revela que pessoas idosas tendem a ter a sensação de sede reduzida, além da dificuldade de troca de calor. Segundo ele, o mecanismo da sede pode estar reduzido na pessoa idosa, o que pode levá-la a uma diminuição na ingestão de líquidos e, por essa razão, há a necessidade de estimular esse consumo. “Artifícios como água saborizada, sucos leves, chás frios e água de coco podem ser usados, pois garantem a hidratação adequada”, afirma o geriatra, ratificando que é importante evitar bebidas alcoólicas, cafeinadas ou muito açucaradas, pois podem contribuir para a desidratação. Alimentos ricos em água, como frutas, entre elas melancia, melão e laranja auxiliam na hidratação, assim como alguns vegetais, como pepino e abobrinha. “É fundamental estar atento a sinais como lábios e língua secos, diminuição do volume da urina, alterações de comportamento, confusão mental, tontura e fadiga. Tudo isso pode indicar que o idoso está desidratado.”

 

Manter uma alimentação balanceada fará a diferença na estação mais quente do ano. Dr. Cintra relata que o ideal é dar preferência a refeições leves e de fácil digestão, evitando alimentos gordurosos e pesados. Por essa razão, saladas, frutas frescas e proteínas magras são bem-vindas. “O armazenamento adequado dos alimentos precisa de atenção a fim de prevenir intoxicações alimentares, que são comuns no Verão”, diz.

 

Outro ponto importante é a temperatura. Manter a pessoa 60+ em ambientes frescos e ventilados é outro cuidado fundamental para garantir a melhor qualidade de vida durante o Verão. Assim, o uso de ventiladores ou ar-condicionado estão liberados, principalmente para evitar que os locais fiquem abafados, especialmente nos dias mais quentes. E caso o idoso não tenha acesso a ambientes climatizados, vale um passeio a espaços públicos refrigerados, como shoppings. 


“Soma-se a isso o fato de não o expor ao Sol durante o horário de pico, entre 10h e 16h, além do uso de protetor solar com fator de proteção alto (FPS 30 ou superior) em todas as áreas expostas da pele, mesmo nos dias nublados, e usar as chamadas proteções físicas, como roupas leves, claras e de tecido natural, como o algodão, que facilita a transpiração, boné, chapéu e óculos de sol para proteger a cabeça e os olhos da radiação solar”, observa, o geriatra e presidente da SBGG, ao comentar que o Brasil tem um clima que é quente não apenas no Verão e, por essa razão, esses cuidados precisam ser tomados durante todo o ano, independentemente da estação. “Em um país topical e com dimensões continentais como o Brasil é difícil delimitar os cuidados apenas durante um período do ano. O fato é que a pessoa idosa é mais suscetível a temperaturas extremas, tanto as mais elevadas quanto as mais baixas, por isso devem estar atentas, inclusive familiares e cuidadores”, atestou.

 

Atente-se!

Já as atividades físicas devem ser realizadas apenas nos horários mais frescos, como início da manhã ou final da tarde, dando preferência a exercícios leves, entre eles caminhadas, alongamentos e hidroginástica. “Mesmo com a temperatura mais amena, não se pode abrir mão da garrafa de água para manter a hidratação”, orientou o geriatra, ao explicar que momentos de socialização em ambientes seguros e frescos devem ser incentivados com o intuito de evitar o isolamento, algo comum em períodos de calor extremo. De acordo com o Dr. Cintra, atividades relaxantes que não exigem esforço físico excessivo, como leitura, jogos de tabuleiro e assistir filmes cumprem muito bem essa tarefa. “Para os idosos acamados ou como mobilidade reduzida, a família ou os cuidadores devem mudá-los de posição várias vezes ao dia para evitar desconforto e lesões na pele. Além disso, é preciso checar se o colchão e as roupas de cama são confortáveis para a estação, redobrando os cuidados com a hidratação e a ventilação do ambiente.”

Ministro reforça prioridade do Governo Federal em baratear alimentos


EBC


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* “Vamos fazer algumas reuniões, com os ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário, da Fazenda, para buscar um conjunto de ações que sinalizem para o barateamento dos alimentos”, afirmou o ministro da Casa Civil, Rui Costa, no programa “Bom Dia, Ministro” desta quarta-feira, 22 de janeiro.
 

“Vamos fazer algumas reuniões, com os ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário, da Fazenda, para buscar um conjunto de ações que sinalizem para o barateamento dos alimentos”


Redação/Hourpress
 

Medidas para baixar os preços dos alimentos são uma das prioridades do Governo Federal, como definiu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a primeira reunião ministerial de 2025, realizada na última segunda-feira (20).
 

“No final do ano passado, o presidente Lula se reuniu com representantes das redes de supermercados do país para discutir a pauta. Eles fizeram algumas sugestões de medidas que nós vamos implementar neste primeiro bimestre. Também vamos ouvir os produtores e buscar medidas que consigam reduzir o preço dos alimentos”, disse Costa.
 

O ministro revelou que novas reuniões devem ocorrer em breve com produtores de alimentos para consolidar as medidas que serão adotadas. “Essa é uma agenda importante que nós vamos monitorar e acompanhar daqui para frente. Isso é fundamental para garantir o aumento do poder aquisitivo, porque não adianta o salário subir se os preços sobem na mesma proporção.”
 

Rui Costa ressaltou que as condições climáticas adversas comprometeram a produção de alimentos em muitos estados no ano passado. “Tivemos um impacto, em 2024, que foi um ano atípico do ponto de vista climático. Nós tivemos forte seca em muitas regiões e, em outras, muita chuva. Muita produção de arroz foi perdida e isso fez com que, obviamente, tendo menos oferta do que a procura, o preço subisse. Mas a nossa expectativa é que a safra de vários produtos, agora, seja muito melhor, e isso deve contribuir para o barateamento dos alimentos”, explicou.

 

Acompanhe outros pontos da entrevista com o ministro:
 

UNIÃO E RECONSTRUÇÃO - Recebemos um país destroçado, as políticas públicas desmontadas, mais de 80 mil casas paralisadas, quatro mil obras de educação abandonadas, obras de saúde, um país em frangalhos. E tivemos dois anos de muito trabalho. Trabalho de 14, 17 horas por dia para reconstruir programas, políticas públicas e colher, eu diria, resultados muito expressivos e projetar, portanto, as entregas de 2025.
 

EMPREGO - Em dois anos, podemos comemorar o menor desemprego da série histórica. É o menor desemprego desde que se faz pesquisa no Brasil. Nós temos o maior rendimento do trabalho, de quem vive do trabalho, R$ 3.314,00 em média.
 

HABITAÇÃO - Tivemos uma verdadeira explosão de crescimento da venda de imóveis. Tivemos 1,3 milhão de imóveis contratados, ou seja, a população que ficou quatro anos sem ter oferta de imóveis, sem o Minha Casa, Minha Vida, viu o governo reestruturar o programa, dar incentivo à construção civil. E cada casa dessa significa a venda de bloco de cimento, de areia e contratação de trabalhadores.
 

INDÚSTRIA - A indústria, em 2024, puxou o crescimento do PIB. Temos indústrias que produzem bens de consumo, outras que produzem bens de consumo duráveis e a indústria de base, que produz equipamentos, que produz material para garantir o crescimento nos anos seguintes.
 

TURISMO - Nós tivemos o maior número, na história do Brasil, de pessoas viajando de avião: 118 milhões de passageiros. E nós tivemos o maior número de turistas estrangeiros visitando o país. Vamos dar mais capilaridade a esses dados positivos e fazer com que os ministros consigam rodar mais o país para poder dialogar mais com a população.
 

COP30 – Nós vivemos um mundo, um planeta que vive o drama do aquecimento, do efeito estufa, de eventos agressivos à população. É preciso que todos possam somar esforços para descontaminar o planeta. E vamos construir com diálogo, com entendimento, para se manter o compromisso da humanidade com a sobrevivência do ser humano e com a sobrevivência do planeta. E a COP30, em Belém, será uma oportunidade. Nós estamos trabalhando muito, criando a infraestrutura básica para receber esse evento global.
 

EQUILÍBRIO FISCAL – O presidente Lula disse, desde o início do mandato, que não vai abrir mão de duas coisas fundamentais: de um lado, promover inclusão social, cuidar das pessoas, gerar emprego e fazer investimento. O outro é o equilíbrio fiscal. Porque, se você não tem equilíbrio fiscal, quem paga a conta mais cara são as pessoas mais pobres. E, portanto, o presidente reafirmou, e tem cumprido com atitudes, o compromisso com o equilíbrio fiscal. Só no ano de 2024, tivemos que bloquear R$ 20 bilhões de investimento para manter o compromisso fiscal. Então, a qualquer tempo que se faça necessário, faremos o ajuste que precisar.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Brasiliense lança serviço inédito para entregadores de app sem vínculo

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Radiografia da Notícia

O benefício é concedido sem burocracia e sem exigências que não se aplicam a essa categoria

De acordo com a Head de produtos da Trampay, Amanda Carrijo, tem aumentado o número de entregadores

A plataforma fornece orientações e o entregador faz a troca do banco em que recebe a remuneração 

Redação/Hourpress

A Trampay, banco digital com foco em entregadores e motoristas de aplicativo, está ampliando seu portfólio de produtos e serviços voltados ao seu público. A fintech agora oferece aos trabalhadores que atuam para plataformas, mas sem vínculo com o operador logístico, a possibilidade de antecipar 70% de sua renda semanal.

O benefício é concedido sem burocracia e sem exigências que não se aplicam a essa categoria de trabalhadores freelancers. Há incidência de taxa de juros de 2,3%, garantindo mais segurança ao beneficiário e crédito mais acessível, em comparação com os produtos disponíveis no mercado.

De acordo com a Head de produtos da Trampay, Amanda Carrijo, tem aumentado o número de entregadores que optam por atuar para aplicativos de entrega sem vínculo com uma operadora logística, funcionando como freelancers nesse segmento de mercado de trabalho, que encontra dificuldades para obter serviços no sistema financeiro convencional.

Banco

A head da Trampay explica quais são os passos para obter a antecipação:

  1. O entregador baixa e se cadastra no APP Trampay (IOS/Android) e após validação do cadastro, clica em “antecipação de recebíveis”.
  2. Na seção “antecipação de recebíveis”, ele se inscreve na lista de espera.
  3. A plataforma fornece orientações e o entregador faz a troca do banco em que recebe a remuneração dos aplicativos para o banco digital da Trampay, a fim de obter a antecipação.

E, ainda, quais as condições para começar a receber:

  • Ter recebido, do aplicativo para o qual prestou o serviço, pelo menos um repasse no banco da Trampay.
  • A antecipação mínima a ser solicitada é de apenas R$ 10.
  • A cobrança é de 2.3% em cima do valor solicitado. Essa taxa representa um pequeno percentual para que o usuário possa ter acesso antecipado ao seu pagamento sempre que precisar. Confira como ela se aplica em diferentes valores:
  • Para R$100: R$100 x 2,3% = R$2,30 de taxa
  • Para R$60: R$60 x 2,3% = R$1,38 de taxa
  • Para R$30: R$30 x 2,3% = R$0,69 de taxa
    O valor da taxa será refletido no app no momento da solicitação.

O benefício começou a ser oferecido em outubro. “Em 15 dias de teste, foram mais de 70 indicações”, cita Carrijo, ilustrando a rápida adesão. A antecipação média está em R$ 82,95 por entregador, um valor considerado elevado e que surpreendeu positivamente a equipe da Trampay.

Para a head, esses dados iniciais são um indicativo de que o produto está cumprindo seu propósito: proporcionar segurança financeira aos gig workers – aqueles que prestam serviço na Gig Economy, negócios baseados em ferramentas digitais. Carrijo reitera que o novo produto é uma ampliação da antecipação de recebíveis que a fintech já oferecia.

A startup foi fundada em 2020 por Jorge Júnior, CEO da empresa, e Tiago Ribeiro, CPO. Com sede em Brasília, está presente em mais de 500 municípios e em 21 estados do Brasil. No primeiro semestre de 2024, a empresa dobrou sua base de usuários e pretende alcançar 300 mil clientes nos próximos anos. O faturamento também registrou um aumento expressivo, triplicando em comparação ao mesmo período do ano passado. 

“Nosso compromisso é claro: ouvir, aprender e evoluir. Com isso, o feedback de nossos clientes se torna essencial para ajustarmos nossa visão e direcionarmos nossos esforços para atender melhor suas expectativas. Essa abordagem nos permitirá criar uma experiência cada vez mais intuitiva, eficiente e satisfatória, impulsionando a inovação e o valor que entregamos a nossos clientes”, destacou Amanda Carrijo.

Mais detalhes sobre a Trampay em <https://trampay.com/>.

Mitos e verdades sobre o período fértil: saiba mais sobre essa fase do ciclo menstrual

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 Radiografia da Notícia

* Em entrevista, ginecologista do Cejam responde às principais dúvidas acerca do tema

Apesar de parecer um tema complexo, entender o próprio corpo nesse período não precisa ser uma tarefa tão difícil

Os sinais incluem mudanças na secreção cervical, que se tornam mais claros, viscosos e elásticos

Redação/Hourpress

Para quem busca prevenir uma gravidez ou se preparar para conceber uma nova vida, entender as diferentes fases do ciclo menstrual e as mudanças no organismo faz toda a diferença. O período fértil, uma das fases mais cercadas de dúvidas, representa o momento em que a mulher está mais propensa a engravidar. Normalmente, ele ocorre alguns dias antes e depois da fase de ovulação – essa, por sua vez, geralmente, acontece por volta de 14 dias antes do próximo ciclo menstrual.

Apesar de parecer um tema complexo, entender o próprio corpo nesse período não precisa ser uma tarefa tão difícil. Segundo a Dra. Dominique dos Reis, ginecologista do Cejam - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, é justamente a falta de informações corretas que leva ao surgimento de muitas crenças sobre o assunto. Por isso, para ajudar a desmistificá-lo, a especialista responde a alguns dos principais questionamentos sobre o período fértil.

Confira abaixo:

 O corpo dá sinais de que está no período fértil?

VERDADE! Os sinais incluem mudanças na secreção cervical, que se tornam mais claros, viscosos e elásticos, aumento da libido, leve dor ou desconforto na região do abdômen, conhecida como dor de ovulação, e, em alguns casos, sensibilidade nos seios.

Existem fatores que podem influenciar positivamente ou negativamente o período?

VERDADE! Fatores como a saúde em geral, estresse, má alimentação e condições médicas podem afetar a ovulação e, consequentemente, o período fértil.

O estresse, por exemplo, pode causar ciclos irregulares. A alimentação também é importante e merece atenção, já que uma dieta balanceada pode ajudar a regular os hormônios e melhorar a fertilidade.

Toda mulher vai ter período fértil?

MITO! Embora a maioria das mulheres em idade reprodutiva vivenciem o período fértil, algumas podem sofrer com distúrbios que afetam diretamente a ovulação, como por exemplo, a síndrome dos ovários policísticos.

A idade afeta a fertilidade?

VERDADE! A fertilidade geralmente vai diminuindo com a idade, principalmente após os 35 anos, devido à redução na quantidade e qualidade dos óvulos.

É impossível para mulheres com ciclos irregulares identificar os seus períodos férteis?

MITO! Mulheres com ciclos irregulares podem, sim, monitorar sinais físicos, como a temperatura basal do corpo e a consistência do muco cervical. Podem também considerar o uso de testes de ovulação disponíveis em farmácias, para facilitar o processo.

Os aplicativos e calculadoras de fertilidade são realmente eficazes?

VERDADE! Eles podem ajudar, especialmente mulheres com ciclos regulares. Mas é importante combinar essas ferramentas com o monitoramento de sinais físicos e teste de ovulação para maior assertividade.

A mulher só consegue engravidar nesse período?

MITO! Apesar de a chance de engravidar ser muito maior durante o período fértil, ainda é possível engravidar fora dele, embora as chances sejam significativamente menores.

Então, ter relações sexuais durante a menstruação pode diminuir as chances de engravidar?

MITO! Apesar de ser menos provável engravidar durante a menstruação, não é impossível, se a ovulação ocorrer logo após o término do ciclo menstrual.

Por fim, existem boatos de que mulheres têm cheiro diferente quando estão férteis, isso é real?

VERDADE! Algumas pesquisas sugerem que as mulheres realmente podem emitir odores mais atraentes durante o período fértil, influenciados por alterações hormonais.


Pastilhas e sprays de garganta podem "mascarar" doenças graves

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* Otorrinolaringologista do Hospital Paulista alerta sobre o uso inadequado de medicamentos de alívio sintomático e os riscos envolvidos

Em busca de alívio, é comum que as pessoas recorram a sprays e pastilhas para a garganta

Antes de usar qualquer medicamento, o primeiro passo é sempre verificar as informações na bula

Redação/Hourpress

Com as recentes mudanças climáticas, que trazem oscilações bruscas de temperatura e aumento da exposição ao ar-condicionado, muitas pessoas têm sofrido com incômodos na garganta. Esses sintomas podem variar desde um simples desconforto até sinais de condições mais graves, como infecções respiratórias.

Em busca de alívio, é comum que as pessoas recorram a sprays e pastilhas para a garganta, disponíveis nas farmácias. Embora esses produtos ofereçam um alívio rápido, surge a dúvida: eles são realmente seguros? Existe um limite para o uso?

Para esclarecer esses pontos, o otorrinolaringologista do Hospital Paulista Dr. Gilberto Ulson Pizarro compartilha importantes orientações sobre o uso responsável desses medicamentos e os cuidados que as pessoas devem tomar ao usá-los.

Uso consciente de sprays e pastilhas

De acordo com o Dr. Pizarro, tanto pastilhas como sprays para garganta têm como objetivo principal aliviar temporariamente os sintomas da dor ou desconforto. Contudo, é essencial entender que esses produtos não devem ser considerados soluções definitivas. Cuidados essenciais ao utilizá-los incluem:

  • Leitura das instruções. Antes de usar qualquer medicamento, o primeiro passo é sempre verificar as informações na bula. Saber a dose recomendada, as contraindicações e os efeitos colaterais ajudam a garantir um uso seguro.
  • Evitar o uso contínuo. O especialista alerta para o perigo do uso excessivo e prolongado desses produtos. Embora possam aliviar os sintomas momentaneamente, o uso recorrente pode ocultar sinais de uma doença mais séria. "Se a dor de garganta persiste por mais de dois ou três dias, é crucial procurar orientação médica, pois isso pode indicar algo mais grave que precisa de tratamento especializado", explica Dr. Pizarro.
  • Atenção às contraindicações. Algumas pessoas podem ser alérgicas a substâncias presentes em certos medicamentos. Por isso, é importante estar atento às contraindicações, especialmente se houver histórico de reações alérgicas. "Em caso de dúvidas, é sempre aconselhável consultar um médico", orienta o otorrinolaringologista.

A importância de um diagnóstico médico

Embora pastilhas e sprays possam aliviar temporariamente o desconforto, Dr. Pizarro destaca a importância de buscar um diagnóstico médico. "A automedicação pode esconder problemas maiores, como infecções bacterianas ou virais, que exigem tratamentos específicos", afirma.

A dor de garganta, quando persistente, deve ser avaliada por um profissional de saúde, que pode identificar a causa e indicar o tratamento adequado. "Cada caso é único, e o tratamento precisa ser personalizado", conclui o otorrinolaringologista.

Portanto, ao lidar com sintomas de dor de garganta, especialmente quando são recorrentes ou prolongados, a melhor prática é sempre buscar a orientação de um especialista para garantir que a recuperação seja segura e eficiente.

Sobre o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

Fundado em 1974, o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia possui cinco décadas de tradição no atendimento especializado em ouvido, nariz e garganta e, durante sua trajetória, ampliou sua competência para outros segmentos, com destaque para Fonoaudiologia, Alergia Respiratória e Imunologia, Distúrbios do Sono, procedimentos para Cirurgia Cérvico-Facial, bem como Buco Maxilo Facial.  

Referência em seu segmento e com alta resolutividade, conta com um completo Centro de Medicina Diagnóstica em Otorrinolaringologia. Dispõe de profissionais de alta capacidade oferecendo excelentes condições de suporte especializado 24 horas por dia.

terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Cinco desafios de gestão de projetos em 2025

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O mercado tem avançado em um ritmo acelerado

O que hoje é tendência pode não ser mais amanhã

A área de projetos precisará ser ágil na condução e entrega de resultados

Marcelo Pinto

Assim como em outras áreas, a gestão de projetos desempenha um papel essencial nas organizações. Sua relevância cresce ainda mais no contexto do avanço da transformação digital, que exige das empresas mudanças na forma de operar e desenvolver estratégias. No entanto, mesmo diante dessa realidade, muitas companhias ainda não aplicam esse conceito de forma efetiva.

O mercado tem avançado em um ritmo acelerado. O que hoje é tendência pode não ser mais amanhã. Mesmo assim, muitas empresas permanecem presas a metodologias engessadas e rígidas, o que dificulta a adaptação às constantes transformações. Em 2025, esse cenário dinâmico deve continuar trazendo desafios significativos para a área de gestão de projetos. Aqui estão os cinco principais:

#1 Prazo: este continuará sendo um desafio central. A área de projetos precisará ser ágil na condução e entrega de resultados. O tempo entre a produção e a entrega final deve respeitar rigorosamente os prazos estabelecidos para acompanhar a dinâmica do mercado.

Atenção

#2 Restrição orçamentária: a economia influencia diretamente as operações. No Brasil, em especial, o compromisso com a meta do arcabouço fiscal tem levado o governo a realizar bloqueios orçamentários, afetando as precificações. Dessa forma, a gestão de projetos precisará administrar recursos financeiros com atenção, considerando tanto os cenários nacionais quanto internacionais.

#3 Uso de tecnologia: o desafio aqui não é apenas utilizar tecnologia, mas empregá-la de maneira estratégica. É fundamental escolher ferramentas que estejam alinhadas aos objetivos organizacionais e contribuam para a obtenção dos resultados esperados.

#4 Capacitação da equipe: além de investir em tecnologia, é crucial envolver os colaboradores no processo. Isso exige proximidade com o time para identificar as habilidades de cada integrante e alocá-los de forma adequada, promovendo crescimento e desempenho.

Riscos

#5 Gestão de riscos: avaliar os riscos das operações será ainda mais importante. Em 2025, o mapeamento de riscos deverá ser mais preciso e detalhado, garantindo um acompanhamento eficaz e melhor preparo gerencial.

Esses desafios já fazem parte do dia a dia da gestão de projetos, mas, à medida que o mercado se torna mais dinâmico e globalizado, esses obstáculos tendem a se intensificar. Por isso, mais do que apenas tomar consciência, as organizações devem investir desde já na governança e torná-la um pilar estratégico. Alinhar uma cultura organizacional sólida ao uso de tecnologias que melhorem o controle e o monitoramento das operações será fundamental para alcançar resultados superiores.

Promover mudanças na área de projetos não é uma tarefa simples. Envolve escolhas estratégicas e um olhar atento ao que precisa ser aprimorado. Nesse contexto, contar com uma consultoria especializada pode ser uma estratégia decisiva. Especialistas auxiliam no direcionamento e na implementação de soluções robustas que impulsionam o desempenho do negócio.

O ano de 2025 está cada vez mais próximo. E, ao contrário do que muitos pensam, o sucesso não será dos que mais investirem, mas dos que souberem utilizar seus recursos de forma estratégica. Assim, a área de projetos deve estar alinhada com as tendências de mercado e adotar métodos que viabilizem sua expansão e crescimento. Até porque, para superar os desafios que estão por vir, é essencial estar preparado.

Marcelo Pinto é gerente de projeto da SPS Group.

Entenda como a prevenção combinada pode reduzir os casos de HIV

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Infectologista do Cejam destaca que o uso de preservativos, a realização de testes regulares e a utilização de medicamentos como PrEP e PEP podem ser estratégias importantes para a prevenção

Um dos principais desafios encontrados atualmente é a evolução silenciosa do vírus

Esses sintomas incluem febre, cefaleia, alterações na pele e aumento dos gânglios linfáticos

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Mesmo diante de avanços científicos e de intensas campanhas de conscientização, o diálogo em torno do HIV ainda se depara com obstáculos consideráveis no Brasil. O vírus da imunodeficiência humana, que compromete o organismo, tornando o indivíduo mais propenso a infecções e doenças, enfrenta barreiras em torno do diagnóstico precoce e da prevenção.

De acordo com o último Boletim Epidemiológico HIV e Aids do Ministério da Saúde, entre 2007 e junho de 2023, o país notificou 489.594 casos de infecção por HIV, sendo 41,5% deles concentrados na região Sudeste.

Um dos principais desafios encontrados atualmente é a evolução silenciosa do vírus, que pode permanecer anos no organismo sem apresentar sintomas e, assim, dificultar o diagnóstico precoce.

Semana

"O ideal é que a detecção seja feita de maneira precoce, exatamente quando há essa ausência de sintomas. Começando o tratamento de forma rápida e correta, é possível evitar que o indivíduo tenha complicações de saúde relacionadas à progressão da doença e impedir que ele transmita o vírus para outras pessoas”, afirma o Dr. Paulo Antônio Friggi de Carvalho, infectologista do Hospital Estadual de Franco da Rocha, gerenciado pelo Cejam - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

O especialista explica que os primeiros sinais, quando surgem, aparecem entre a segunda e a oitava semana após a entrada do vírus no corpo. Esses sintomas incluem febre, cefaleia, alterações na pele e aumento dos gânglios linfáticos, que, muitas vezes, acabam sendo confundidos com uma virose. Já em estágios mais avançados, perda de peso, febre persistente, sudorese noturna, diarreia e candidíase oral podem se manifestar, levantando um alerta.

“Para evitar a propagação do HIV, é essencial adotar uma série de cuidados, entre eles o hábito de realizar a testagem regularmente. Esse exame deve ser incorporado à rotina de saúde de todas as pessoas sexualmente ativas. Indivíduos com múltiplas parcerias precisam realizar o teste ao menos uma vez ao ano ou sempre que vivenciem situações de risco”, destacou o médico.

SUS

Os testes rápidos disponíveis nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) apresentam a vantagem de fornecer resultados em até 30 minutos. Além de analisarem casos de HIV, eles também detectam sífilis e hepatites B e C. Todo o atendimento ao paciente abrange acolhimento, aconselhamento e orientação. E, em caso de diagnóstico positivo, o encaminhamento para tratamento, que inclui medicamentos antirretrovirais.

Hoje, o uso do preservativo continua sendo o método de barreira mais seguro para a prevenção do HIV e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). O SUS disponibiliza gratuitamente não apenas os testes e preservativos, mas também outros tratamentos preventivos, como a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP).

“A PrEP consiste no uso contínuo ou sob demanda de medicamentos, e é indicada para pessoas com manifestações frequentes de risco, funcionando como prevenção combinada a outros métodos. Já a PEP é um tratamento de 28 dias que visa prevenir a infecção pelo HIV após uma exposição de risco, podendo ser iniciada até 72 horas após a exposição”, relatou o infectologista.

Vírus

Essas duas estratégias de prevenção estão disponíveis na maioria dos centros de saúde públicos especializados em HIV do país. Além disso, a PEP é oferecida em serviços de urgência e emergência. A PrEP, por sua vez, pode ser acessada também nos serviços de atenção primária à saúde.

“Ao vivenciar qualquer situação de risco, é importante procurar um serviço de saúde mais próximo para realizar a testagem. Se existir tempo hábil, é possível recorrer à PEP. Nesse período, é fundamental evitar novas relações de risco”, apontou o médico.

É importante lembrar que a transmissão do vírus HIV não é restrita apenas à prática de relações sexuais desprotegidas. O contágio ocorre ainda pelo compartilhamento de objetos perfurocortantes contaminados, como agulhas e alicates, e de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação, caso a mãe não esteja em tratamento.