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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Skol testa helicóptero que faz chover em aglomerações no Carnaval

 A marca faz brincadeira com helicóptero que pode "fazer chover" para dispersar aglomerações

Redação/Hourpress

 


No ano passado, para prolongar a diversão no Carnaval e juntar a galera, Skol apostou em espantar a chuva dos bloquinhos com o Avião da Skol e sua tecnologia especial. Desta vez, a intenção é dispersar a multidão!

Em uma ação para desincentivar a aglomeração neste Carnaval, a cerveja da leveza e da diversão, apresenta o HeliSkolptero, helicóptero equipado com um mecanismo que despejava água como uma tromba d’água. A aeronave entra em cena para dispersar a multidão e dar, literalmente, um banho de água fria em quem estiver aglomerado.

A ideia nada convencional é o enredo do novo filme da marca, gravado com manequins que ganharam um banho de água fria resultando em fantasias arruinadas, modelos danificados e confete pelo chão. O vídeo vai circular nas redes sociais da marca e de influenciadores para incentivar as pessoas a não aglomerarem.


"Mesmo nesse ano atípico, a Skol vai fazer de tudo pra continuar levando diversão e leveza para a casa dos nossos consumidores, mas com segurança. Vamos manter o espírito do carnaval vivo, seja com promoções exclusivas ou até mesmo inventando jeitos inusitados de mandar a galera pra casa." afirma Cibele Nunes, Gerente de Marca na Ambev.

‘Fantasia de Delivery’: frete grátis e concurso que promete cerveja de graça até o Carnaval de 2022

Para os consumidores que optarem por curtir o Carnaval na segurança de suas casas, o frete grátis será válido na compra de Skol e Skol Puro Malte pela plataforma Zé Delivery, entre os dias 11 a 17 de fevereiro. Para garantir a entrega na faixa, basta inserir o código de cupom HELISKOL no pagamento. A ação é válida para todo o país, nas praças atendidas por Zé Delivery.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Covid-19: o que devemos manter para deixar a limpeza da casa em ordem

 


Prestes a 'fazer aniversário', pandemia ainda requer cuidados extras para diminuir as chances de contágio

Redação/Hourpress

Já estamos devidamente habituados com a pandemia. Sabemos que é extremamente importante utilizar máscaras, manter o distanciamento social e lavar bem as mãos, se possível complementando com álcool em gel. Afinal, em março teremos completos 365 dias desde a chegada do coronavírus no Brasil. E, desde as primeiras notícias da doença em solos brasileiros, uma série de novos protocolos em relação à limpeza foi implementada. Mas, e agora, depois desse tempo? O que precisamos manter? Renato Ticoulat, presidente da Limpeza com Zelo, relembra algumas dicas importantes que não devem ser esquecidas, mesmo com a chegada da vacina e a retomada das nossas atividades cotidianas.

Tirar os sapatos antes de entrar em casa: esse simples ato evita que não só covid, mas outros vírus e doenças entrem em nosso lar. Para não ter problemas com vizinhos, logo depois de chegar, retire os sapatos na porta de entrada, usando luvas, e passe uma solução desinfetante neles. 

Lave as mãos com frequência e, principalmente, sempre que chegar de locais como supermercados, banco, trabalho, escola, etc.

Se trouxer alimentos ou produtos para dentro de casa, lave-os bem antes de armazená-los em armários ou geladeira.

Sempre que possível, desinfete superfícies de alto contato, como interruptores, maçanetas de portas, controle remoto, porta da geladeira, do forno e microondas. Outro objeto que fica muito exposto a sujidades e contaminantes é o nosso celular, que também merece essa atenção. A desinfecção pode ser feita com álcool 70% e um pano limpo e seco.

Prefira aspirador de pó a vassoura, que pode levar a sujeira de um cômodo ao outro, em vez de eliminá-la.

Nunca utilize o mesmo pano para limpar diferentes áreas da casa. Isso causa a contaminação cruzada, quando levamos sujeira de um cômodo ao outro, como do banheiro para o quarto, por exemplo.

Não misture diferentes produtos de limpeza: a junção de dois ou mais produtos, que têm em sua composição diversos agentes químicos, pode ser nociva a nossa saúde e emitir gases, causando alergias e reações.

Dieese: custo da cesta básica sobe em janeiro em 13 capitais

 


São Paulo foi a capital que teve a cesta mais cara do país


Agência Brasil 

O preço da cesta básica aumentou em janeiro em 13 das 17 capitais brasileiras que são analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A maior alta foi registrada em Florianópolis (5,82%), seguida por Belo Horizonte (4,17%) e Vitória (4,05%). Por outro lado, ela apresentou queda em quatro capitais nordestinas: Natal (-0,94%), João Pessoa (-0,70%), Aracaju (-0,51%) e Fortaleza (-0,37%).

A capital que teve a cesta básica mais cara do país, no mês de janeiro, foi São Paulo. O custo médio dos produtos que compõem a cesta básica, na capital paulista, foi estimado em R$ 654,15, alta de 3,59% na comparação com dezembro do ano passado. Em 12 meses, o valor do conjunto de alimentos subiu 26,40% em São Paulo.

Com base no preço da cesta básica de São Paulo, a mais cara observada pela pesquisa, o Dieese estimou que o salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 5.495,52, o que corresponde a 5 vezes o valor do salário mínimo já reajustado, de R$ 1.100, 00.

Em 11 das 17 capitais analisadas pela pesquisa, a cesta básica custa mais da metade do salário mínimo atual. As exceções são Belém, Salvador, Recife, João Pessoa, Natal e Aracaju.

Inmet alerta que chuvas continuarão fortes no Centro-Oeste e Sudeste

 


Causas são a influência da Zona de Convergência do Atlântico Sul


Agência Brasil 

As fortes chuvas registradas recentemente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste deverão se manter nos próximos dias. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a situação decorre da influência da Zona de Convergência do Atlântico Sul, que costuma ocorrer durante o verão no país, trazendo, para essas regiões, o ar úmido e quente com origem na Região Norte.

“Isso ocorre normalmente durante o verão. Esse fenômeno é responsável pelas chuvas volumosas e as nuvens densas que vemos nessas regiões, até desembocar no Oceano Atlântico”, explica o meteorologista do Inmet Heráclio Alves.

Segundo ele, diversas localidades de Minas Gerais registraram, nas últimas 24 horas, chuvas acima de 70 milímetros (mm). Na região da Pampulha, localizada ao norte de Belo Horizonte, choveu 154 mm nas últimas 24 horas. Ao sul da cidade, em Cercadinho, os 138 mm de chuva registrados nas últimas 24 horas correspondem a 77% do previsto para todo o mês.

“Em Belo Horizonte, o normal para todo o mês de fevereiro são 181 mm de chuva. No entanto, só nos oito primeiros dias do mês já choveu 248 mm. Isso está 37% acima do que é esperado para o mês inteiro”, disse o meteorologista à Agência Brasil.

Centro-Oeste

De acordo com o meteorologista, na Região Centro-Oeste as chuvas se concentram mais no norte/nordeste do Mato Grosso, onde os volumes mais expressivos de chuvas variaram entre 60 mm e 10 mm na primeira semana de fevereiro. “O normal para essa área varia entre 160 mm e 180 mm durante todo o mês”, explica Alves.

Em várias localidades do centro-norte de Goiás, região que inclui o Distrito Federal, o índice pluviométrico já ultrapassou os 100 mm. Os maiores acumulados, nesses primeiros dias de fevereiro, já estão em 179 mm, quando o esperado para o mês inteiro é 183 mm. “Cerca de 98% do previsto para todo fevereiro já choveu apenas na primeira semana do mês, nessas localidades”, detalhou o meteorologista.

Previsão

Segundo o Inmet, o sistema de convergência responsável pelas chuvas nessas regiões se manterá nos próximos dias principalmente na região central de Minas Gerais e Tocantins, bem como no norte do Mato Grosso e no norte e leste de Goiás.

O meteorologista alerta que os solos dessas regiões já estão encharcados e, com a continuidade das chuvas, sugere à população que acompanhe as informações disponibilizadas pela Defesa Civil local e federal, e por meio do site do Inmet. Sugere também que as pessoas evitem, diante de chuvas e trovoadas, se proteger em áreas descampadas.

Belo Horizonte

A prefeitura de Belo Horizonte informa ter recebido 131 solicitações de vistorias de risco entre os dias 6 e 8 de fevereiro, sendo que 12 relativas a alagamentos, outras 12 relativas a deslizamentos de encosta e 15 relativas a enchentes ou inundações. Houve ainda 11 solicitações de vistorias devido a desabamento parcial de muro de arrimo.

De acordo com a prefeitura, muitas ligações se devem a "situações de risco". Entre estas, pedido  de vistorias no local por "risco de danificação ou destruição de habitações"; por risco de desabamento de muro de arrimo; por deslizamento de encosta; por "risco ou ameaça" de alagamentos; e por "risco ou ameaça" de enchentes ou inundações.

A prefeitura recomenda que durante as chuvas a população redobre a sua atenção, evitando áreas de inundação, o tráfego em ruas sujeitas a alagamentos ou perto de córregos e ribeirões nos momentos de forte chuva.⠀

A prefeitura alerta ainda para as pessoas não atravessarem ruas alagadas nem deixar crianças brincando nas enxurradas e próximo a córregos; e que não se abrigue nem estacione veículos debaixo de árvores.

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

SBOC defende vacinação de pacientes oncológicos

 


Entidade produziu documento que responde às principais dúvidas relacionadas a imunização das pessoas com câncer

Redação/Hourpress

 Com a emergência da vacinação contra a COVID-19, a discussão sobre vacinação de pacientes oncológicos ganha mais relevância, trazendo à tona muitas incertezas. A crescente disseminação de fake news impactou a confiança da população na vacinação, mas, segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), as vacinas aprovadas no Brasil são eficazes e imprescindíveis para a proteção daqueles que vivem com câncer e no combate à pandemia de forma geral.

Segundo a presidente da SBOC, Dra. Clarissa Mathias, a entidade está comprometida em transmitir informação confiável para a população. “Temos o intuito de esclarecer questões e recomendar condutas baseadas em evidências científicas.  Queremos ainda fazer um alerta para a necessidade da cooperação de todos, profissionais de saúde e população em geral, para que a vacinação aconteça por completo. Todos nós temos um papel decisivo no combate dessa crise, seja na vacinação, seja cumprindo os protocolos de segurança.”

Para enfatizar as condutas médicas baseadas em evidências científicas, a SBOC organizou um grupo técnico especializado para desenvolver recomendações sobre a aplicação da vacina contra a COVID-19 em pacientes oncológicos. O documento, disponível no site da entidade, traz algumas das principais dúvidas relacionadas à imunização de pacientes com câncer, tais como:

  • Por que vacinar pacientes oncológicos contra a COVID-19?

Pessoas com câncer foram classificadas como grupo de risco para complicações da COVID-19. Estudos mostraram maior gravidade da infecção em pacientes oncológicos, com mortalidade variando de 6 a 61%, com risco de óbito por volta de 26%, muito acima do que na população geral (2 a 3%)¹. Portanto, o intuito da vacinação é diminuir a morbidade e mortalidade da COVID-19 nos pacientes oncológicos4.

Segundo Dr. Sandro Cavallero, diretor da SBOC e coordenador do Comitê de Tumores do Sistema Nervoso Central, há vários riscos envolvidos entre a associação do câncer e do novo coronavírus. “Além do impacto mais severo, a infecção pelo Sars-CoV-2 pode ter desdobramentos também no cuidado oncológico, levando a atrasos em exames diagnósticos, de triagem, tratamentos e monitoramento da doença, podendo levar a consequências devastadoras”, alerta.

Apesar de o grupo não ter sido incluído em estudos clínicos, as evidências de dados clínicos de outras vacinas apontam que o malefício de não vacinar é significantemente maior, dada a mortalidade associada ao vírus nessa população, do que àqueles associados a potenciais reações vacinais. “É importante lembrar que as vacinas contra COVID-19 aprovadas no Brasil são definitivamente seguras. A única vacina contraindicada para pacientes imunossuprimidos, ou seja, quando a eficácia do sistema imunológico é reduzida, é a vacina de Oxford, por conter vírus vivo. De qualquer forma, é imprescindível a avaliação médica individual de cada paciente quanto a possíveis restrições à vacinação”, afirma.

  • As vacinas contra a COVID-19 são eficazes nesses pacientes?

A princípio, sim. Dados de vacinação em pacientes oncológicos em outros contextos, como influenza, doença pneumocócica e herpes, sugerem haver um efeito protetor5.

“A vacinação contra influenza, reduziu hospitalizações relacionadas à doença, interrupção de quimioterapia ou risco de morte”, explica Dr. Sandro. Baseados nesses dados e de outras vacinas, associado à interpretação dos mecanismos de ação das vacinas contra a COVID-19 (com agentes não vivos), pressupõe-se que a eficácia e a segurança da vacinação contra o Sars-CoV-2 seja similar à população geral. “A eficácia pode variar em diversos contextos, como tipo de tumor, extensão da doença, tratamento imunossupressor, entre outros. Entretanto, os benefícios da vacinação parecem ultrapassar substancialmente e significativamente os riscos”, complementa.

  • A equipe de saúde envolvida no tratamento oncológico deve ser vacinada?

Sim, desde que não haja contraindicação à vacinação ou componente da vacina6.

“A vacinação da equipe de saúde contra influenza mostrou reduzir a transmissão da infecção em ambientes hospitalares. Além disso, alguns pacientes imunocomprometidos podem não adquirir resposta imune suficiente à vacinação, dessa forma, podemos evitar que a equipe, que trabalha em um cenário de alto risco, contamine esses pacientes”, esclarece Dr. Sandro.

  • Pacientes com história prévia de COVID-19 ou que já possuam anticorpos devem ser vacinados?

Sim. Alguns pacientes já infectados por Sars-CoV-2 foram incluídos em estudos clínicos e mostraram melhorar a resposta imune sem nenhum acréscimo à toxidade da vacina.

Segundo Dra. Ignez Braghiroli, diretora da SBOC e coordenadora do Comitê de Tumores Gastrointestinais, não existe garantia de que a presença de anticorpos seja sinal de proteção futura. “Até o momento, não existe experiência suficiente relacionando a já existência deles no organismo com a proteção futura, e a duração da imunidade não está claramente estabelecida. O teste sorológico antes da vacinação não é recomendado, assim como não é utilizado para guiar o momento da vacinação, completa.

  • Quem se vacinou ainda precisa usar máscara e seguir o distanciamento social?

Sim. Mesmo após a aprovação das vacinas e o início da vacinação no Brasil, temos um longo período até toda a população estar vacinada.

“Não podemos deixar de lado os protocolos de segurança: mantenha o isolamento social, caso precise sair utilize a máscara correta cobrindo boca e nariz, desinfete objetos e roupas quando voltar para casa, lave as mãos e os punhos com bastante frequência, e utilize o álcool em gel”, conclui Dra. Ignez.

Além de sair na frente em relação aos esclarecimentos sobre a vacinação de pacientes oncológicos contra a COVID-19, a SBOC é a entidade que tem liderado um dos maiores estudos do país sobre o impacto do novo coronavírus entre as pessoas com câncer, o ONCOVID-19.1. O projeto foi aprovado em tempo recorde pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), em abril do ano passado, e tem coletado informações de todas as regiões do país com o propósito de servir como base para a elaboração de estratégias, protocolos e políticas de combate à COVID-19 entre as pessoas com câncer.

A SBOC também desenvolveu a campanha Contra o Câncer e Sem COVID-19, cujo objetivo tem sido divulgar sugestões de condutas técnicas a serem tomadas pelos oncologistas clínicos para protegerem seus pacientes contra o novo coronavírus, encorajando-os a seguir os cuidados necessários contra o câncer.  

FIV permite aos homens vasectomizados serem pais biológicos novamente

 


Fertilização in Vitro e explica como a técnica pode ajudar casais, cujo homem passou por uma cirurgia de vasectomia, a terem filhos biológicos

Redação/Hourpress

De forma geral, os homens escolhem fazer uma vasectomia considerando o planejamento familiar, já que a cirurgia é um método contraceptivo definitivo. No entanto, ela pode ser revertida e o paciente pode engravidar a sua parceria algum tempo depois da cirurgia.  De acordo com o diretor e médico ginecologista da Clínica Origen de Medicina Reprodutiva, Marcos Sampaio, além da reversão do procedimento, uma opção também muito eficaz e segura, que possibilita que os homens vasectomizados sejam pais novamente, é a Fertilização In Vitro (FIV).  Os dois métodos têm o mesmo objetivo e, por isso, a decisão deve ser baseada na avaliação médica do casal.

Sampaio explica que, para realizar a vasectomia, de acordo com a lei de planejamento familiar (nº 9263/1996), o homem deve ter mais de 25 anos e, no mínimo, dois filhos vivos. “A cirurgia provoca uma azoospermia obstrutiva, condição caracterizada pela ausência de espermatozoides no sêmen ejaculado devido a um bloqueio que impede o encontro dos gametas com o líquido seminal. Ou seja, o homem continua ejaculando normalmente, porém sem espermatozoides”, esclarece.

 A realização da vasectomia

A cirurgia é relativamente simples, sendo concluída em, aproximadamente, 20 minutos. “Após o paciente receber uma anestesia local, o médico faz um pequeno corte em cada ducto deferente e suturando-os em seguida”, ressalta Sampaio. Para fazer a reversão de vasectomia, o médico reconecta os ductos deferentes.

Com relação ao paciente, o tempo entre a vasectomia e a sua reversão é um fator decisivo. “Após 5 anos da cirurgia, a probabilidade de o homem engravidar a sua parceira começa a diminuir. Uma fibrose pode surgir no local, impedindo que o canal deferente seja reconectado, por exemplo”, explica.

Quando os critérios para a cirurgia de reversão de vasectomia não são atendidos, a fertilização in vitro é o procedimento mais indicado. “Para os homens vasectomizados, a FIV é uma alternativa viável porque o seu processo de fecundação acontece em um laboratório, após a coleta dos gametas do casal”, comenta Sampaio.

O médico explica que, primeiro, a mulher passa por uma etapa de estimulação ovariana para desenvolver o maior número de óvulos possível. No dia em que eles são coletados, ocorre a coleta da amostra seminal. No caso de homens vasectomizados (ou com algum tipo de azoospermia), a coleta dos espermatozoides é feita por uma técnica de recuperação espermática direto dos epidídimos ou dos testículos. A fecundação acontece com o auxílio da técnica ICSI - injeção intracitoplasmática de espermatozoides-, que insere o espermatozoide diretamente no óvulo, aumentando as chances de sucesso da técnica mesmo que o homem tenha uma quantidade pequena de gametas.

Para Marcos Sampaio, não há dúvidas de que a FIV é a técnica de reprodução assistida mais indicada para os casais em diferentes casos, tendo em vista suas inúmeras e inegáveis vantagens. “Além de ser a técnica de reprodução assistida que apresenta os percentuais mais altos de sucesso na gravidez, a FIV avançou consideravelmente nas últimas décadas e, hoje, permite o tratamento da infertilidade feminina provocada por diversas causas, como idade avançada, distúrbios de ovulação, endometriose ou mesmo infertilidade sem causa aparente”, ressalta.


Prévia da inflação oficial fica em 0,78% em janeiro

 


É a maior taxa para um mês de janeiro desde 2016

Agência Brasil 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial do país, registrou taxa de 0,78% em janeiro. A inflação é inferior à observada em dezembro de 2020 (1,06%), mas superior à registrada em janeiro do ano passado (0,71%). Essa é a maior taxa para um mês de janeiro desde 2016 (0,92%).

O dado foi divulgado hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado de janeiro, o IPCA-15 acumula taxa de inflação de 4,3% em 12 meses, acima dos 4,23% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores (janeiro a dezembro de 2020).

O principal impacto na prévia da inflação veio do grupo alimentação e bebidas (1,53%), devido à alta de preços de itens consumidos em domicílio como as frutas (5,68%).

Já a energia elétrica, com alta de 3,14%, foi o item individual que mais impactou a prévia da inflação de janeiro. O grupo de despesas habitação, que inclui gastos com energia, teve taxa de 1,44% no mês, também impactado pela alta de 2,42% do gás de botijão.

Outros grupos de despesas com inflação foram vestuário (0,85%), artigos de residência (0,81%), saúde e cuidados pessoais (0,66%), despesas pessoais (0,40%), transportes (0,14%) e educação (0,11%). Comunicação foi o único grupo com deflação (queda de preços): -0,01%.