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sexta-feira, 22 de maio de 2020

São Paulo registra 215 mortes por covid-19 em 24 horas


Números são da Secretaria de Estado da Saúde



Agencia Brasil 

O estado de São Paulo registrou, nas últimas 24 horas, mais 215 mortes causadas pela covid-19. No total, o estado contabiliza 5.773 óbitos pelo novo coronavírus (covid-19) em 229 municípios. Os dados, divulgados hoje (22), são da Secretaria de Estado da Saúde.
De acordo com o governo do estado, o vírus continua se espalhando em São Paulo e já há o registro de pessoas contaminadas em 500 dos 645 municípios paulistas. No total, até hoje, foram computados 76.871 casos da covid-19, sendo 3.132 novos registros nas últimas 24 horas.
No momento, há 11,6 mil pacientes internados no estado, sendo 4.433 em unidades de terapia intensiva (UTI) e 7.176 em enfermarias. A taxa de ocupação dos leitos de UTI reservados para atendimento a para a doença é de 74.7% no estado de São Paulo e de 91.4% na Grande São Paulo.
Segundo o governo do estado, até o momento, já foram registradas 15.296 altas de pacientes que tiveram confirmação da covid-19 e foram assistidos em hospitais de São Paulo.


Estudo identifica que cloroquina aumenta risco de arritmia cardíaca


Autores do levantamento dizem que a análise não é definitiva


Agencia Brasil

Um artigo científico publicado hoje (22) na revista médico-científica The Lancet afirmou que não houve melhora significativa na condição de saúde de pacientes medicados com quatro protocolos diferentes de cloroquina e hidroxicloroquina.
Feito por um grupo de cardiologistas, o foco da pesquisa foi identificar arritmias cardíacas e mortalidade hospitalar em pessoas sob o efeito dos medicamentos. O estudo foi realizado em um grupo multinacional de pacientes espalhados por 671 hospitais do mundo. Ao todo, 96.032 pacientes participaram dos testes, sendo que cerca de 15% total - 14.888 pessoas - foram medicados.
 
Protocolo 01 - Apenas cloroquinaProtocolo 02 - Cloroquina e antibióticosProtocolo 03 - Apenas hidroxicloroquinaProtocolo 04 - Hidroxicloroquina e antibióticos
1.868 pacientes3.783 pacientes3.016 pacientes6.221 pacientes
De acordo com a pesquisa, a mortalidade nos grupos que usaram as diferentes variações de protocolo baseadas na cloroquina ficou em 9,3% - acima do número do grupo de controle, as outras 81.144 pessoas. Neste grupo, que não foi medicado da mesma maneira, a taxa ficou em 0,3%.
De acordo com o artigo, condições de saúde pré-existentes, como diabetes, doenças cardíacas, índice de massa corporal (IMC), doenças pulmonares e tabagismo não foram consideradas, já que poderiam influenciar nos resultados.
Apesar da indicação de ineficácia dos protocolos que usam combinações de cloroquina e hidroxicloroquina, os autores do levantamento afirmam que a análise não é definitiva, e que mais estudos serão necessários para o diagnóstico final do uso das drogas.

Comorbidades

Apesar de não terem sido consideradas para o sucesso ou falha no protocolo de medicação, as chamadas comorbidades - a presença de uma ou várias doenças pré-existentes que podem potencializar os danos ao organismo - estavam presentes em uma ampla parcela dos participantes do estudo. De acordo com a publicação, 30,7% eram considerados obesos, com índice de massa corporal (IMC) maior que 30 kg/m², 26,9% eram hipertensos, 13,8% eram diabéticos, 3% tinham alguma doença imunossupressora, 17,2% eram ex-fumantes, 9,9% eram fumantes ativos, 12,6% eram portadores de doença coronária, 2,5% tinham histórico de falha cardíaca congestiva (entupimento de artérias) e 3,5% tinham histórico prévio de arritmia. Todas essas condições, citam os pesquisadores, já são relacionadas a uma alta taxa de mortalidade durante a internação hospitalar.

Substâncias

Metabolizada pelo fígado, a cloroquina já é uma droga conhecida e regulada por instituições de saúde mundiais. A substância foi patenteada há cerca de 70 anos, e tem o uso comprovadamente eficaz no combate à malária, artrite reumatóide e nos sintomas de doenças autoimunes, como lúpus. A variação mais nova da cloroquina, a hidroxicloroquina, pode ser tomada por mulheres gestantes, mas provoca alguns efeitos adversos, entre eles náusea, vômitos e, em casos mais severos, arritmia cardíaca.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Ministerio anuncia desligamento de funcionário envolvido em protesto



Renan da Silva Sena era prestador de serviço terceirizado


Agência Brasil 

O Ministério da Mulher da Família e dos Direitos Humanos anunciou hoje (5) que Renan da Silva Sena não faz mais parte da equipe de prestadores de serviços terceirizados da pasta. Sena foi identificado como um dos participantes de aborgadens violentas a profissionais de saúde que participavam de uma manifestação na última sexta-feira, 1° de maio, na Praça dos Três Poderes em Brasília. 
De acordo com o ministério, ele foi contratado no dia 5 de fevereiro, como prestador da empresa G4F e que, portanto, não há qualquer vínculo direto com administração pública federal. O órgão afirmou ainda que ele atuava como assistente técnico administrativo na Coordenação-Geral de Assuntos Socioeducativos, onde cumpriu as tarefas demandadas até 6 de abril. A partir desse dia, o funcionário, que estava em trabalho remoto diante da pandemia, deixou de responder todas as tentativas de contatos telefônicos e e-mails da unidade. Diante disso, segunda nota, o ministério informou à empresa sobre a ausência de Renan.
O MMFDH disse que a empresa conseguiu contato com Sena no dia 23 de abril, dia em que órgão pediu a substituição do funcionário. O minsitério afirma que a efetivação da rescisão contratual foi concluída no último dia 4 de maio.
Ainda na nota, o MMFDH ressalta que repudia qualquer ato de violência e agressão, "principalmente contra profissionais de saúde em um momento que eles devem ser ainda mais respeitados e valorizados".

Sobre o ato

No dia 1° de maio, enfermeiros e outros profissionais da saúde participavam de um ato na Praça dos Três Poderes, em Brasília, O ato era em homenagem aos profissionais que trabalham na linha de frente no combate à covid-19 e destacava a importância do isolamento social. Imagens divulgadas em redes sociais mostram o momento em que Sena hostiliza parte do grupo que participava do manifestação na praça. 

SP faz mutirão para emitir documentos à população de rua


Polícia Civil estima que irá atender 40 pessoas por dia



Agência Brasil 


A Polícia Civil de São Paulo realiza nesta quarta-feira (6) um mutirão no centro da capital paulista para emitir documentos para a população em situação de rua. A ação será realizada diariamente e visa possibilitar que as pessoas atendidas consigam solicitar o auxílio emergencial concedido pelo governo federal no período de pandemia. 
Os atendimentos irão acontecer na sede da Associação Franciscana de Solidariedade, na rua Riachuelo, no Largo São Francisco. Segundo a Polícia Civil, a estimativa é atender 40 pessoas por dia, de segunda a sexta-feira.
Para garantir a segurança dos profissionais e da população atendida, os policiais civis utilizarão os equipamentos de proteção individual necessários e os locais serão higienizados a cada atendimento feito.

Justiça determina registro obrigatório de raça em casos da covid-19


Medida atende pedido de ONG e Defensoria Pública da União



Agência Brasil 


A Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou que os dados registrados e divulgados sobre os casos de coronavírus no país incluam, obrigatoriamente, informações sobre a etnorraça dos infectados. A decisão, liminar, atendeu a um pedido da Defensoria Pública da União e do Instituto Luiz Gama (ONG que luta contra o preconceito) e reconheceu a necessidade de identificar grupos mais vulneráveis à pandemia.
"A urgência da medida reside na própria pandemia e na necessidade premente de que os gestores adotem medidas realmente condizentes com as necessidades da população, especialmente a que se encontra em situação de maior vulnerabilidade", escreveu o juiz federal Dimitri Vasconcelos Wanderley.
Segundo a decisão, a União deve expedir diretrizes para as secretarias de Saúde para o preenchimento obrigatório dos marcadores etnorraciais, conforme as categorias do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que considera negra toda a população que se autodeclara preta ou parda. Também devem ser registrados e divulgados dados de localização e de gênero.
A exigência se aplica tanto a dados de contaminação quanto de mortalidade e inclui ainda que as informações passem a fazer parte da apresentação pública dos dados de infecção e mortalidade, "a fim de melhor direcionar as políticas públicas de proteção à saúde da população mais vulnerável".

Dados relevantes

O defensor regional de Direitos Humanos da DPU-RJ, Thales Arcoverde, argumenta que os dados são relevantes não apenas para demonstrar uma influência da desigualdade racial e do racismo no contexto da pandemia, mas também para que políticas públicas combatam essa disparidade.
"O que moveu a gente é um receio de que o racismo estrutural se apresente dessa forma. Negros têm menos acesso à saúde do que brancos", disse o defensor.
No pedido, a defensoria descreve que 67% da população negra depende do Sistema Único da Saúde (SUS). A DPU também argumenta que essa população tem maior dificuldade de fazer o isolamento social, já que a informalidade é de 47,3% entre os trabalhadores negros, enquanto a mesma taxa é de 34,6% entre os brancos.
A DPU cita dados de 11 a 20 de março, período em que o percentual de negros entre os mortos por covid-19 aumentou de 34,3% para 40,3%, em um cenário em que quase um terço dos casos não tinham identificação de raça ou cor.
O cruzamento desses dados com dados de localização e gênero pode apontar outras vulnerabilidades, segundo a DPU. "O recorte de localização, com a incorporação de dados como cidade e bairro das pessoas infectadas, uma vez diante do histórico de formação das favelas, permite uma identificação pontual de quem tem sido afetado e a relação disso com a insuficiência do serviço de saúde".
A defensoria também considera importante relacionar gênero e raça e cita que mulheres negras chefiam famílias com mais frequência que as brancas e também estão mais frequentemente em domicílios com mais de três moradores utilizando um mesmo cômodo como dormitório.
A DPU também argumenta que a inclusão das informações atende a recomendações da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que pede especial atenção a "mulheres, povos indígenas, pessoas afrodescendentes, trabalhadores e pessoas que vivem em pobreza ou extrema pobreza, especialmente trabalhadores informais e pessoas em situação de rua".

Ministério da Saúde

Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Saúde afirmou que "os marcadores raça/cor já são coletados no sistema do Ministério da Saúde e apresentados nos Boletins Epidemiológicos da pasta".
O Boletim Epidemiológico número 14, de 26 de abril, mostra que 60,3% dos casos de hospitalização por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) relacionada à covid-19 foram em pessoas brancas; 31,5%, em pessoas pardas; 5,9%, em pessoas pretas; 2%, em pessoas amarelas ; e 0,2% em indígenas. Entretanto, o boletim informa que 5.263 dos 45.772 que haviam sido contabilizados até aquele momento foram excluídos da análise porque tiveram a variável raça/cor ignorada no registro.
No caso dos óbitos, 1.298 dos 4.205 das mortes confirmadas até aquele momento tiveram a mesma variável não informada e ficaram de fora da análise, que apontou 52,3% de vítimas brancas, 38,8% de pardas, 6,4% de pretas, 2,2% de amarelas e 0,3% de indígenas.
A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro também respondeu à Agência Brasil que já cumpre o que foi determinado pela liminar. "O formulário SRAG Covid-19 para preenchimento de casos graves conta com o item raça/ cor. Desde a última semana, a plataforma ESus, de inserção de  casos leves, passou a utilizar também o item raça/cor no cadastramento de dados".
Apesar disso, a pagina principal do Painel Rio Covid-19, mantido pela secretaria, não informa dados sobre raça/cor ao lado de outros marcadores, como faixa etária, bairro de residência e sexo. Segundo a decisão, as informações etnorraciais precisam fazer parte da "apresentação pública dos dados".

Covid-19: Brasil bate novo recorde de mortes registradas em um dia


Nas últimas 24h, foram registrados 600 óbitos



Agência Brasil 


O Brasil bateu novo recorde de novas mortes por covid-19 registradas em um dia: 600. Segundo atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta terça-feira (5), o total subiu para 7.921. A marca representou um aumento de 8% em relação a ontem, quando foram contabilizados 7.321 falecimentos. O índice de letalidade ficou em 6,9%. 
O Brasil chegou a 114.715 pessoas infectadas. Nas últimas 24horas,  foram adicionadas às estatísticas mais 6.935 casos confirmados, incremento de 6% casos em relação a ontem, quando foram registradas 107.780 pessoas nessa condição. Após declínio estatísticas de novos casos em 24h no fim de semana, o número voltou a crescer e se aproximou do recorde de 7.218, registrado na quinta-feira (30/4).
De acordo com o Ministério da Saúde, deste total, 58.573 estão em acompanhamento (51,1%) e 48.221 (42%) já foram recuperados, deixando de apresentar os sintomas da doença. Ainda são investigadas 1.579 mortes.
O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, destacou que o número de mortes se refere aos óbitos registrados nessa data, e não significa que ocorreram nas últimas 24h, ou seja, abrange também óbitos em dias anteriores cuja investigação foi concluída e adicionada às estatísticas nas últimas 24h.

Covid-19 nos estados

Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde
Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde - Ministério da Saúde
São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (2.851). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (1.213), Ceará (795), Pernambuco (749) e Amazonas (649).  
Além disso, foram registradas mortes no Pará (369), Maranhão (271), Bahia (146), Espírito Santo (133), Paraná (99), Minas Gerais (94), Paraíba (85), Alagoas (80), Rio Grande do Sul (79), Rio Grande do Norte (68), Santa Catarina (55), Amapá (55), Goiás (38), Distrito Federal (33), Piauí (29), Acre (29), Sergipe (21), Rondônia (29), Mato Grosso (13), Mato Grosso do Sul (10), Roraima (11) e Tocantins (7).

Distanciamento social

O secretário Wanderson de Oliveira informou que a equipe da pasta se reuniu com secretários estaduais para discutir o enfrentamento à pandemia. Ele comentou as medidas adotadas em alguns lugares, como no Maranhão, de fechamento mais rígido (ou lockdown, no termo em inglês). 
“É medida complexa. Todos os secretários quando pensam neste assunto estão refletindo porque o impacto é muito negativo, mas o Ministério da Saúde está à disposição para apoiá-los. A decisão é do gestor local. São medidas temporárias que devem ser proporcionais e restritas a cada localidade”, observou.
Perguntado sobre quando será o pico da pandemia, ele respondeu que não é possível precisar e que a evolução será diferente em cada local e depende dos efeitos de medidas como o distanciamento social, que achata e prolonga a curva de contágio. Mas previu que de maio a julho deverão ser meses em que a pandemia seguirá preocupando. 
Oliveira relatou que 1,6 milhão de testes laboratoriais e 3,4 milhões de testes rápidos já foram entregues a autoridades estaduais e municipais de saúde. Da promessa de 24 milhões de exames, esse montante está sendo adquirido. Ele ressaltou que é um alto volume é que os fabricantes assumiram um cronograma de entrega, sem detalhar quando a totalidade dos kits deverá estar disponível.
Diante da falta de exames para testar muitas pessoas, o secretário defendeu uma estratégia de monitoramento das pessoas gripadas e de quem teve contato com essas. Ele anunciou que o governo deve lançar um sistema de monitoramento eletrônico, para além do já existente hoje, que coleta dados por meio de ligações telefônicas. 

Permanência no cargo

Wanderson de Oliveira também respondeu perguntas sobre seu cargo. Ele era da equipe do ex-titular da pasta, Luiz Henrique Mandetta. O gestor afirmou que foi convidado pelo novo ministro da Saúde, Nelson Teich, a continuar no cargo.

Casos de coronavírus aumentam de forma acelerada no interior de SP


Governo relaciona altos índices à queda do isolamento social

Agência Brasil


O número de casos do novo coronavírus vem crescendo de forma acelerada no interior de São Paulo. Segundo levantamento feito pela Secretaria estadual de Desenvolvimento Regional de São Paulo, o número de casos confirmados de pessoas infectadas pelo vírus cresceu 3.302% no interior do estado entre os dias 1º e 30 de abril, passando de 129 casos para 4.389.
Apesar de o número absoluto de infectados se concentrar na região metropolitana, o contágio cresce proporcionalmente a um ritmo quatro vezes mais rápido no interior e no litoral de São Paulo. Na região metropolitana, o crescimento nesse mesmo período foi de 770%, passando de 2.793 para 24.309 casos.
Até meados de março, o vírus estava restrito à região metropolitana de São Paulo. Mas começou a se alastrar pelo interior e pelo litoral do estado. Em menos de 45 dias, o vírus chegou a todas as regiões do estado. Até 17 de março, apenas nove cidades da região metropolitana apresentavam casos e somente a capital registrava óbitos. Agora, já há casos confirmados em 332 dos 645 municípios paulistas e mortes registradas em 150 cidades. 
Entre 15 e 30 de abril, a região que apresentou maior aumento no número de casos foi a de Itapeva, com 1.125% de crescimento, passando de quatro para 49 casos. Ela é seguida pelas regiões de Registro (com 546% de crescimento, passando de 13 para 84 casos) e Barretos (com 475% de crescimento, passando de 12 para 69 casos).
Segundo a secretaria, os casos vêm crescendo ao mesmo tempo em que a taxa de isolamento no estado vem caindo. A média de isolamento entre os dias 31 de março e 14 de abril era de 55% em todo o estado. Duas semanas depois, entre os dias 15 e 29 de abril, a média de isolamento chegou a apenas 49%. Ontem (4), a taxa de isolamento chegou a apenas 47% em todo o estado, abaixo do considerado satisfatório pelo governo paulista, que é de 50%. O ideal, segundo o governo, é que o percentual ficasse acima de 70%, o que impediria a propagação do vírus e diminuiria as chances de colapso nos hospitais.
Na região de Itapeva, por exemplo, o isolamento entre os dias 15 e 30 de abril caiu de 52% para 47% em relação aos 15 dias anteriores. Mesmo período em que a região registrou a maior proporção de aumento de casos do estado. Ou seja, quando caiu o isolamento, o número de casos na região cresceu de forma acelerada.
"O isolamento social é apontado por médicos e especialistas como o recurso mais eficaz para enfrentar o novo coronavírus. É fundamental que a taxa de isolamento siga crescente para que continuemos a ter sucesso na estratégia de combate à doença, principalmente neste momento de franca aceleração da curva de contágio", disse Marco Vinholi, secretário da pasta.