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quarta-feira, 27 de agosto de 2025

Rappi fecha investimento privado de US$ 100 milhões




Radiografia da Notícia

Os recursos apoiarão a expansão dos negócios da Rappi na América Latina

O empréstimo representa a operação de financiamento por dívida mais significativa que a Rappi assegurou

Este financiamento representa mais do que capital

Redação/Hourpress

 

 A Rappi Inc., a principal empresa de entregas da América Latina, anunciou hoje o fechamento de um empréstimo sênior garantido de US$100 milhões concedido pela Kirkoswald Private Credit e Banco Santander. O empréstimo representa a operação de financiamento por dívida mais significativa que a Rappi assegurou desde sua fundação em 2015. Os recursos serão destinados ao crescimento, refinanciamento e capital de giro, enquanto a companhia continua sua expansão na região.


Simón Borrero, cofundador e CEO da Rappi, afirmou: “Estamos entusiasmados em nos associar à Kirkoswald e ao Santander nesta etapa de crescimento e maturação do negócio. Obter este tipo de respaldo no desafiador ambiente atual de captação de recursos para empresas em expansão reflete o compromisso de nossa equipe, assim como a confiança e visão compartilhada da Kirkoswald Private Credit e do Banco Santander para construir uma aliança inovadora.”


Joseph Mauro, presidente da Kirkoswald, declarou: “Nos orgulha anunciar a execução desta nova transação por parte da equipe da Kirkoswald Private Credit. Seguiremos construindo sobre este impulso enquanto avançamos em nossa meta de nos tornarmos um líder global neste espaço.”


Atrativa


Simon Watt, Portfolio Manager, e José María Ocampo, Diretor da equipe de Private Credit da Kirkoswald, comentaram: “Nos emociona financiar a Rappi, uma das empresas de tecnologia mais confiáveis e bem-sucedidas da América Latina. O relacionamento de nossa equipe com os fundadores e líderes da Rappi, somado à reputação e desempenho da empresa na região, fizeram desta uma oportunidade altamente atrativa para a Kirkoswald. Esperamos continuar fortalecendo esta relação.”


Este financiamento representa mais do que capital: marca o início de uma aliança de longo prazo com duas instituições que compartilham a visão da Rappi de alcançar um crescimento sustentável e rentável na América Latina. Nesta nova fase de maturidade operacional, a colaboração reforça a capacidade da Rappi de escalar estrategicamente e consolida a confiança em seu modelo de negócio, liderança e impacto regional.


Catalina Laurens, diretora da área de Banca Corporativa e de Investimento do Santander na Colômbia, acrescentou: “Nos orgulha apoiar e fazer parte da história da Rappi em sua impressionante trajetória como um campeão corporativo latino-americano, inovador e dinâmico. O que a Rappi conquistou nestes 10 anos é testemunho da tenacidade de seus fundadores e equipe diretiva, e do enorme potencial de uma região que está no coração do negócio do Santander. Esperamos seguir acompanhando a Rappi por muitos anos mais, alavancando nossas capacidades em toda a região.”

 

Alta liderança brasileira é a que menos sente diferença na produtividade

    FreePik


Radiografia da Notícia

* 51% dos executivos brasileiros se consideram igualmente produtivos independentemente do local de trabalho, superando as médias global (43%) e da América Latina (46%)

Mas será que algo mudou na percepção dos líderes no que diz respeito ao modelo de trabalho?

O percentual supera as médias global (43%) e da América Latina (46%)

Redação/Hourpress
 

O retorno ao trabalho presencial continua permeando as conversas na alta liderança das empresas. Se por um lado as organizações vêm adotando políticas mais rígidas em relação à frequência no escritório, por outro os executivos buscam encontrar o equilíbrio, conciliando flexibilidade e produtividade. Mas será que algo mudou na percepção dos líderes no que diz respeito ao modelo de trabalho?

 

De acordo com o estudo global Talent Trends Leadership 2025, da Page Executive, unidade de negócios do PageGroup especializada no recrutamento de executivos da alta liderança, 51% dos profissionais brasileiros afirmam ser igualmente produtivos trabalhando em casa e no escritório. O percentual supera as médias global (43%) e da América Latina (46%).
 

“É evidente que as percepções de produtividade permanecem fortes. O estudo aponta para uma realidade silenciosa, onde muitas vezes os executivos são valorizados pelo alto desempenho em detrimento da flexibilidade. Assim como os colaboradores dos demais níveis hierárquicos das empresas, a alta liderança também busca equilibrar prioridades, sem comprometer as entregas e o bem-estar”, analisa Humberto Wahrhaftig, diretor-executivo na Page Executive.
 

Líderes ficam mais presentes e sentem políticas mais rigorosas
 

Um dos motivos para a alta liderança brasileira estar mais presente no escritório é um maior número de reuniões presenciais, fator apontado por 38% dos respondentes. O índice é inferior ao registrado no mundo (42%) e na América Latina (45%).
 

Interagir com o time estimula novos aprendizados. De acordo com o levantamento, 21% dos respondentes da alta liderança no Brasil informaram que o trabalho no escritório se deve em função de aprenderem mais com os colegas. O número é semelhante à média global (20%) e superior ao índice da América Latina (15%).
 

Os líderes também notaram que estar mais presente acaba impulsionando sua trajetória profissional. Para 19% dos executivos brasileiros, o modelo presencial ajuda no desenvolvimento de carreira. O percentual é inferior à América Latina (20%) e ao global (22%).


Retorno
 

Outro aspecto mencionado é a mudança na política da empresa, que se tornou mais rigorosa, de acordo com 23% dos respondentes do Brasil. O dado ficou abaixo das médias global e da América Latina, ambas com 35%.
 

“O movimento crescente de retorno ao trabalho presencial em empresas de diferentes segmentos tem sido impulsionado por vários fatores como, por exemplo, a necessidade de fortalecer a cultura organizacional, melhorar a interação entre as equipes e aumentar a produtividade. Em meio a um cenário global de incertezas, as empresas têm adotado posturas mais rígidas com relação à presença dos colaboradores no escritório. Mesmo assim, é importante que as organizações considerem como isso será recebido pelos líderes para impulsionar o desempenho e reter talentos de alto nível”, pontua Paulo Dias, diretor-executivo da Page Executive.
 

Alta liderança prioriza bem-estar à promoção no trabalho
 

Outro aspecto evidenciado pela pesquisa é que o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal passou a ser considerado um fator decisivo pela alta liderança quanto às prioridades no trabalho.
 

De acordo com a pesquisa, 61% dos profissionais brasileiros recusariam uma promoção a fim de preservar o bem-estar. Os indicadores do Brasil superam as médias global (54%) e da América Latina (48%).
 

Valores e cultura das empresas também são decisivos para executivos
 

O estudo também identificou que os líderes dão maior importância à compreensão dos valores e da cultura das organizações ao analisar uma descrição de cargo, quando comparados à força de trabalho em geral.
 

O levantamento mostra que 34% dos líderes no Brasil priorizam a declaração dos valores da empresa. O dado é maior que as médias verificadas no mundo (24%) e na América Latina (25%).
 

O perfil cultural da empresa também foi indicado por outros 34% dos executivos brasileiros, número também superior às médias global (29%) e da América Latina (31%).


Saber
 

Para Paulo Dias, é importante que as organizações sejam transparentes sobre as suas expectativas para atrair e reter profissionais da alta liderança. “Líderes sêniores associam clareza à confiança. Quando a organização se comunica com transparência e dá direção clara, especialmente na hora das decisões estratégicas. Isso fortalece a conexão e o engajamento da alta liderança. Eles querem saber para onde estão indo, por que e com quem”, finalizou.
 

Talent Trends Leadership 2025 é um dos levantamentos mais abrangentes sobre o mercado de trabalho global da alta liderança, conduzido entre novembro e dezembro de 2024, em 36 países. A pesquisa ouviu aproximadamente 4 mil profissionais que atuam em empresas de diversos portes e segmentos. O objetivo do estudo é entender as mudanças nas expectativas de talentos executivos.

Deputados e especialistas defendem envolvimento amplo no combate da adultização infantil

    Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

* Segundo eles, responsabilidade deve ser compartilhada entre governo, plataformas de internet e família

* A adultização ganhou repercussão nacional após a divulgação de um vídeo do youtuber Felca

* Ela defendeu os mais vulneráveis

Luís Alberto Alves/Hourpress/Agência Câmara

Parlamentares e especialistas voltaram a defender, na Câmara dos Deputados, a importância de governos, plataformas digitais, famílias, escolas e a sociedade como um todo se unirem em defesa de crianças e adolescentes expostos a adultização e sexualização precoce em redes sociais e jogos on-line, entre outros aplicativos de internet.

Depois do amplo debate realizado no Plenário na semana passada, o assunto voltou a ser discutido nesta terça-feira (26) por duas comissões: de Educação; e de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família. A reunião conjunta foi pedida pelos deputados Maurício Carvalho (União-RO), Ruy Carneiro (Pode-PB) e Lídice da Mata (PSB-BA).

Contexto
A adultização ganhou repercussão nacional após a divulgação de um vídeo do youtuber Felca neste mês. Ele apontou casos de produtores de conteúdo que lucrariam com a sexualização de crianças e adolescentes.

O deputado Ruy Carneiro disse que o fato levou a sociedade a tratar de um tema que até então se passava "diante dos nossos olhos e não se tinha percepção”.  “É preciso trazer esse tema definitivamente para a gente ter uma legislação que possa proteger as crianças e as famílias”, apontou Carneiro.

Lídice da Mata, por sua vez, disse que as mulheres parlamentares discutem o assunto, até admitindo que as plataformas não pensaram que seriam utilizadas desta maneira. Ela defendeu os mais vulneráveis.

Proteção

“A Constituição de 1988, quando define a criança como sujeito de direitos, define também que a criança é prioridade da nação”, afirmou Lídice. “Portanto, é indispensável que discutamos sobre a sua proteção.”

Maurício Carvalho acrescentou que a adultização não é apenas um fenômeno digital, mas uma forma de exploração que ameaça a saúde mental, a segurança e a própria essência da infância, causando transtornos e traumas. “É dever do Estado, da família e da sociedade proteger a infância, proteger o futuro do Brasil.”

Responsabilidades
A secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Maria do Pilar Lacerda, detalhou responsabilidades.

Ela afirmou que, da parte do governo, é necessário elaborar ações consistentes. Para os pais, disse ela, significa estabelecer tempo de tela, restringir acesso a aplicativos inadequados e observar sinais de alerta, como ansiedade e obsessão pela aparência. Já as redes sociais devem contar com mecanismos de exclusão de conteúdos ilegais, verificação etária, restrição da publicidade infantil e canais de denúncias efetivos.

“Não se trata de censura nem de cercear a liberdade de expressão. A Constituição diz que a prioridade absoluta são as crianças e os adolescentes”, lembrou Maria do Pilar. “As plataformas têm que se engajar porque elas têm que respeitar a Constituição.”

Sexual

A diretora de relações institucionais da organização Conselho Digital, Roberta Jacarandá, disse que as plataformas têm assumido compromissos concretos de combate ao abuso sexual infantil. Além disso, ela defendeu investimentos em uma cultura de cuidado digital.

“Assim como no mundo físico, no mundo digital as pessoas têm direitos: direito à privacidade, a respeito, a proteção contra violência e contra discursos de ódio e assédio”, listou a diretora. “As crianças e os adolescentes também têm o dever de denunciar comportamentos abusivos. A gente precisa ensinar que é certo pedir ajuda.”

Ao Estado, segundo Roberta Jacarandá, caberia investir em programas de letramento digital de pais, professores e alunos, em polícias especializadas, em varas digitais e em programas de saúde mental.

 



Comissão debate controle populacional do javali no Brasil

    Agência Câmara


Radiografia da Notícia

O debate atende a pedido do deputado Pezenti (MDB-SC)

O deputado destaca que o javali é uma espécie exótica invasora que causa graves prejuízos

A espécie, segundo o parlamentar, também representa risco para o rebanho suíno

Luís Alberto Alves/Hourpress/Agência Câmara

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta quarta-feira (27) sobre o controle populacional do javali no Brasil.

O debate atende a pedido do deputado Pezenti (MDB-SC) e está marcado para as 14 horas, em plenário a ser definido.

O deputado destaca que o javali é uma espécie exótica invasora que causa graves prejuízos ambientais, sanitários, econômicos e sociais em diversos biomas brasileiros.

Safras

Ele afirma que a presença descontrolada do animal tem causado graves danos à agropecuária, especialmente à agricultura familiar, com a destruição de lavouras e prejuízos que podem se estender por várias safras.

A espécie, segundo o parlamentar, também representa risco para o rebanho suíno, por potencializar a disseminação de doenças como a peste suína, e ameaça a biodiversidade ao competir com espécies nativas, predar animais silvestres e degradar cursos d’água e nascentes.

Pezenti acrescenta ainda que o processo de controle e caça do javali no Brasil é marcado por significativa burocracia, o que dificulta uma resposta mais efetiva e coordenada ao avanço da espécie invasora.

"Por isso, a audiência é fundamental para discutir alternativas práticas e buscar soluções efetivas de enfrentamento à espécie invasora”, finalizou o deputado.


Maioria dos líderes brasileiros acreditam que o crescimento da IA afetará seus planos de carreira




 Radiografia da Notícia

* Percentual, de 58%, é semelhante à média global (59%) e da América Latina (60%)

Executivos estão empenhados em avaliar o potencial da IA para melhoria de processos

Em vez de temê-la, os líderes devem abraçar seu potencial e as organizações devem tomar medidas mais claras

Redação/Hourpress
 

A intensificação do uso da inteligência artificial nas organizações tem imposto desafios complexos às estruturas de governança e às lideranças estratégicas. Executivos estão empenhados em avaliar o potencial da IA para melhoria de processos, geração de valor e ganho de eficiência, ao mesmo tempo em que enfrentam a necessidade de estabelecer diretrizes éticas, regulatórias e operacionais para seu uso responsável.
 

Entretanto, uma preocupação emergente e de natureza estrutural vem ganhando destaque nas discussões do C-level: quais são os impactos da inteligência artificial sobre os modelos tradicionais de desenvolvimento de carreira?
 

O estudo global Talent Trends Leadership 2025, da Page Executive, unidade de negócios do PageGroup especializada no recrutamento de executivos da alta liderança, revela a real preocupação dos executivos com suas carreiras ao longo dos anos. Segundo o levantamento, 58% dos respondentes acreditam que o crescimento da IA afetará seus planos de carreira a longo prazo. O percentual reportado é semelhante à média global (59%) e da América Latina (60%).


Dado
 

Os números também mostram que mais da metade (54%) dos líderes brasileiros afirmaram que o crescimento da IA está influenciando as decisões sobre sua carreira. O dado é semelhante ao verificado no mundo (54%) e superior ao dado da América Latina (50%).
 

“A possibilidade de reconfiguração de funções, competências e trajetórias profissionais exige uma reflexão profunda sobre o futuro da gestão de talentos em um cenário cada vez mais orientado por dados e automação”, comentou Humberto Wahrhaftig, diretor-executivo na Page Executive.
 

Para Paulo Dias, diretor-executivo da Page Executive, a inteligência artificial não está substituindo a liderança, mas sim redefinindo-a. “Profissionais sêniores que entendem como integrar a IA tendo em vista eficiência, estratégia e inovação terão vantagens. As empresas devem garantir que seus líderes estejam preparados com o treinamento, orientação e apoio adequados para lidar com o impacto da IA com confiança. Em vez de temê-la, os líderes devem abraçar seu potencial e as organizações devem tomar medidas mais claras para entender e comunicar o poder transformador que ela possui”, explica.

 

Executivos não condicionam mudança na carreira a ameaça de emprego
 

Redefinir o plano de carreira não significa, pelo menos para a alta liderança, de que seus empregos estejam ameaçados. Segundo o levantamento, 84% dos respondentes acreditam que a IA não é uma ameaça à sua segurança no trabalho. O índice é superior ao verificado tanto na América Latina (81%) como no mundo (68%).

Ainda assim, de acordo com a pesquisa, quase um quarto (24%) dos respondentes globais consideram o uso da inteligência artificial um risco à segurança de seu emprego no longo prazo. O número é superior ao registrado na América Latina (11%) e no Brasil (8%).

 

IA no dia a dia da alta liderança
 

Os profissionais brasileiros da alta liderança também afirmaram que utilizam inteligência artificial no trabalho. Segundo o levantamento, 62% dos respondentes utilizam a tecnologia em suas funções. O dado supera a média no mundo (60%) e na América Latina (52%). Quanto à frequência da utilização, 36% dos brasileiros declararam utilizar pelo menos uma vez ao dia, mesmo percentual dos respondentes da América Latina e um pouco inferior à média global, de 38%.
 

O uso da inteligência artificial no trabalho não está condicionado à recomendação ou fornecimento da solução, pelo menos para a alta liderança brasileira. De acordo com a pesquisa, 53% dos respondentes do Brasil utilizam IA para trabalhar sem a determinação da empresa onde atuam ou implementação da ferramenta. O índice é superior ao verificado tanto na América Latina (51%) como no mundo (32%).
 

“Considerando que a IA está se tornando uma ferramenta essencial, especialmente em setores como tecnologia e bancos, ainda há pouca clareza sobre sua integração e sobre treinamento dos profissionais. Para aproveitar o potencial da IA, as organizações devem definir claramente como ela irá melhorar, e não substituir, a liderança. Os executivos precisam do suporte certo para liderar com confiança na transformação digital”, conclui Dias, da Page Executive.
 

Talent Trends Leadership 2025 é um dos levantamentos mais abrangentes sobre o mercado de trabalho global da alta liderança, conduzido entre novembro e dezembro de 2024, em 36 países. A pesquisa ouviu aproximadamente 4 mil profissionais que atuam em empresas de diversos portes e segmentos. O objetivo do estudo é entender as mudanças nas expectativas de talentos executivos.

 

Page Executive
 

A Page Executive, unidade de negócios do PageGroup, é especializada no recrutamento de executivos C-Level, tomadores de decisão em níveis de diretoria e Conselho, além de projetos de Advisory e Assessment para a liderança. Com uma presença nacional e uma equipe de mais de 42 consultores distribuídos em diversos escritórios pela América Latina, a Page Executive realiza mais de 250 projetos por ano, fornecendo soluções estratégicas e de alto valor para empresas em busca dos melhores líderes.