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domingo, 27 de julho de 2025

Enem 2025: São Paulo contabiliza mais de 751 mil inscritos

   Divulgação/MEC


Radiografia da Notícia

* Nesta edição, 63,93% dos 390.151 concluintes do Ensino Médio da rede pública de São Paulo confirmaram a participação

* Exame registrou 4,8 milhões de inscritos no País, aumento de mais de 38% em relação a 2022

Do total de inscritos no estado, 382.063 são isentos e 369.585, pagantes

Redação/Hourpress

O estado de São Paulo contabilizou 751.648 inscritos confirmados para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. Uma novidade dessa edição foi a inscrição pré-preenchida de 390.151 estudantes concluintes do ensino médio da rede pública, dos quais 249.406 confirmaram a participação (63,93%). Do total de inscritos no estado, 382.063 são isentos e 369.585, pagantes.
 

Os números correspondem ao balanço, divulgado nesta quarta-feira, 23 de julho, pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
 

BRASIL – De acordo com o levantamento, o exame registrou 4,8 milhões de inscritos no país, um aumento de 38% em relação a 2022 e de 11,22% em comparação com 2024.

Leia mais: Enem 2025: mais de 4,8 milhões de inscritos
 

CERTIFICAÇÃO – A certificação para conclusão do ensino médio ou a proficiência parcial de estudantes maiores de 18 anos será utilizada por 98.558 inscritos nessa edição. Os participantes que desejem utilizar o exame para esses fins devem indicar a opção no ato da inscrição. Para obter a certificação, é necessário atingir o mínimo de 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento e o mínimo de 500 pontos na redação.

Entre os estados que registraram o maior número de inscritos no Enem 2025 estão: São Paulo (751.648), Minas Gerais (464.994) e Bahia (428.019).
 

PROVAS – O MEC, por meio do Inep, aplicará as provas em 9 e 16 de novembro, nas 27 unidades da Federação. De forma excepcional, o Enem será aplicado em 30 de novembro e 7 de dezembro, nas seguintes cidades do Pará: Belém, Ananindeua e Marituba. A medida visa atender aos públicos desses municípios, em virtude da realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá na capital paraense no período da aplicação regular do exame.

Corrida de rua: uma atividade que pode mudar sua rotina

    Gabriel Barbatini


Radiografia da Notícia

* Os praticantes dessa modalidade costumam dizer que a corrida é uma celebração da evolução pessoal

A corrida de rua é uma das atividades físicas mais democráticas que existem

Cerca de 46% dos entrevistados declararam que correm para melhorar a saúde mental

Redação/Hourpress

Se você está procurando uma maneira simples, acessível e transformadora para mudar a sua rotina e se exercitar, temos uma sugestão: já pensou em começar a correr? Os praticantes dessa modalidade costumam dizer que a corrida é uma celebração da evolução pessoal, da superação dos próprios limites e da conquista de novos hábitos.

 

A corrida de rua é uma das atividades físicas mais democráticas que existem — não importa a idade, o preparo físico ou a experiência. E não é preciso ser atleta para começar: basta calçar seu par de tênis e dar o primeiro passo.

 

Além dos benefícios físicos, como melhora da saúde cardiovascular, perda de peso e aumento da disposição, correr também fortalece a mente: ajuda a aliviar o estresse, aumenta a autoestima e traz a sensação de realização pessoal. Segundo a Pesquisa "Por dentro do Corre", realizada pela consultoria Box 1824, a corrida se transformou em um fenômeno cultural e social, com 13 milhões de adeptos no Brasil. Cerca de 46% dos entrevistados declararam que correm para melhorar a saúde mental.

 

Participe de corridas de rua

 

Depois que der o primeiro passo e começar a praticar a corrida, coloque na agenda as corridas de rua programadas para a sua cidade e inscreva-se. Em Sorocaba, por exemplo, a Planeta Run 2025 terá uma edição especial no dia 21 de setembro, na Floresta Nacional de Ipanema (Flona), em Iperó/SP - um cenário que conquistou os amantes desta modalidade esportiva. Neste ano, a prova terá um novo percurso com 7,7 km para corredores iniciantes e de nível avançado. A largada está marcada para as 7h30 da manhã.

 

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 10 de setembro ou enquanto houver vagas, no site planetarun.com.br. Na página é possível consultar o regulamento e o valor da inscrição. A idade mínima para participar é de 16 anos e as inscrições também estão disponíveis para os atletas PCD (portadores de necessidades especiais), de forma individual ou em equipes.

 

O evento é realizado pela Construtora Planeta, que incentiva a prática de exercícios físicos e a adoção de hábitos saudáveis. “Nosso evento foi pensado também para quem está começando. Teremos um ambiente acolhedor, apoio profissional e muita energia positiva para você se sentir parte de algo maior. Na Planeta Run, cada passo é um avanço e cada quilômetro vencido é uma vitória. Temos o esporte no DNA da empresa, por isso, nosso maior objetivo com esses eventos é promover a atividade física”, comenta Ricardo Guimarães, presidente do Conselho de Administração da Construtora Planeta.


Corrida

 

O local escolhido para esta prova é uma atração à parte: a Floresta Nacional de Ipanema (Flona) é uma Unidade de Conservação Federal, administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio, do Ministério do Meio Ambiente, mas que também tem ligação com o esporte, com suas trilhas para corrida e caminhada.

 

A largada da prova, que terá subidas e descidas no piso de terra e grama, será ao lado da Casa das Armas Brancas, uma importante edificação que foi construída entre 1879 e 1886, e que hoje faz parte do roteiro para visitação.

 

Receberão troféus do 1º ao 3º colocado na categoria geral feminina e masculina, e nas demais categorias divididas por faixa etária. Também serão premiados os primeiros colocados nas categorias PCD, assessorias e empresas.

quinta-feira, 17 de julho de 2025

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Luís Alberto Alves/Hourpress

Comissão aprova guarda de animal de estimação às vítimas de violência doméstica

    Arquivo/Hourpress


Radiografia da Notícia

* Projeto de lei prossegue em análise na Câmara dos Deputados

* Os animais já estabeleceram, com os membros da casa onde vivem, vários tipos de vínculos afetivos saudáveis e importantes

* O  juiz deverá decidir sobre a guarda dos animais de estimação da família

Luís Alberto Alves/Hourpress/Agência Câmara

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante às vítimas de violência doméstica o direito de guarda dos animais de estimação da família.

Foi aprovado um substitutivo da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ao Projeto de Lei 918/23, do deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR) e de outros três parlamentares. "O direito da guarda dos animais de estimação é uma regra que merece ser introduzida nas leis, pois sabemos que os animais já estabeleceram, com os membros da casa onde vivem, vários tipos de vínculos afetivos saudáveis e importantes", disse a relatora.

O texto aprovado pela comissão altera o Código Civil para definir que os animais são "seres vivos sencientes e passíveis de proteção jurídica própria". Com isso, eles passam a ser reconhecidos como seres capazes de sentir e experimentar sensações e, portanto, devem ter proteção própria assegurada por lei.

O substitutivo da relatora também estabelece que, nas ações de divórcio e dissolução de união estável, o juiz deverá decidir sobre a guarda dos animais de estimação da família, garantido à mulher vítima de violência doméstica o direito à guarda.

A proposta também altera a Lei Maria da Penha para determinar que o direito à guarda provisória de animais de estimação inicia-se por decisão do delegado e só se torna definitivo por decisão judicial.

Próximos passos
A proposta tramita em
caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.



Projeto cria piso nacional para entregadores de aplicativo e regulamenta atividade

    EBC


Radiografia da Notícia

* Proposta está em análise na Câmara dos Deputados

A proposta estabelece um valor mínimo de remuneração por entrega e prevê reajustes anuais baseados na inflação 

O piso mínimo proposto é de R$ 10 por entrega de até quatro quilômetros de distância

Luís Alberto Alves/Hourpress/Agência Câmara

O Projeto de Lei 2479/25, em análise na Câmara dos Deputados, regulamenta os serviços de entregadores por plataformas digitais e mototaxistas. A proposta estabelece um valor mínimo de remuneração por entrega e prevê reajustes anuais baseados na inflação (IPCA).

O piso mínimo proposto é de R$ 10 por entrega de até quatro quilômetros de distância, com um adicional de R$ 2,50 para cada quilômetro excedente, e R$ 0,60/minuto por tempo de espera no local de retirada ou entrega do produto, calculado a partir do 11º minuto.

O cancelamento da corrida ou alteração da rota por decisão do cliente ou da plataforma, ou por motivo alheio ao entregador, será remunerado com 50% do valor fixado para a corrida, correspondente ao deslocamento já realizado.

Seguro
As plataformas deverão ainda custear um seguro contra acidentes com cobertura mínima de R$ 150 mil e manter ou subsidiar pontos de apoio para os entregadores. O texto prevê outras medidas, como exigir dos aplicativos que informem o valor, a distância e o tempo estimado de cada entrega, proibindo punições a entregadores que recusarem pedidos mal remunerados.

O descumprimento das regras previstas na regulamentação pode acarretar sanções, como multa de 500 vezes o valor da taxa mínima diária por trabalhador afetado e até a suspensão temporária das atividades das empresas.

Diálogo
A proposta foi apresentada pelo deputado Guilherme Boulos (Psol-SP), com apoio de outros parlamentares. A iniciativa é resultado de diálogo com representantes da categoria.

Segundo Boulos, o objetivo é enfrentar a precarização do trabalho imposta pelas plataformas digitais. “A precarização atual força trabalhadores a jornadas extenuantes para atingir ganhos mínimos, muitas vezes abaixo do salário mínimo por hora”, disse.

Próximos passos
O projeto vai ser analisado, em
caráter conclusivo, pelas comissões de Comunicação; de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.