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terça-feira, 17 de junho de 2025

Relacionamentos na era da IA: o que ainda é humano?

 

Radiografia da Notícia

* Como preservar nossa autenticidade em tempos em que até as emoções podem ser imitadas?

A IA não sente, mas simula sentir

Se um avatar fala tudo o que queremos ouvir, isso basta?

Redação/Hourpress

Vivemos uma revolução silenciosa, que até pouco tempo parecia invisível, mas que agora se revela em cada mensagem respondida, música composta, imagem gerada ou conversa simulada por inteligência artificial. Em meio a tanta eficiência tecnológica, um novo dilema emocional surge: como preservar nossa autenticidade em tempos em que até as emoções podem ser imitadas?


Saber diferenciar o REAL do simulado se torna cada vez mais desafiador e necessário. Pesquisa realizada com mais de 3,5 mil pessoas pela World no Brasil reflete este contexto. Mais de 66% dos pesquisados se sentem preocupados quanto à possibilidade de encontrar bots ou perfis falsos em apps de relacionamento e 72% dos entrevistados disseram que já suspeitaram ou descobriram que um de seus matches poderia ser um robô ou uma IA.


A IA não sente, mas simula sentir. Isso tem confundido a nossa percepção: se um texto nos emociona, mesmo sendo criado por uma máquina, o sentimento é real? Se um avatar fala tudo o que queremos ouvir, isso basta? Essa mistura entre o que é gerado artificialmente e o que vem de um ser humano está gerando um novo tipo de crise: a crise da identificação.

Começamos a nos perguntar:

– Isso foi feito por uma pessoa ou por uma IA?

– Essa emoção é verdadeira ou programada?


Versões


E nos relacionamentos?

Essa confusão não afeta apenas a forma como consumimos conteúdo — ela impacta diretamente a forma como nos relacionamos. No mundo dos filtros, dos chats automatizados e das respostas perfeitas, começa a faltar espaço para o erro, a dúvida, o silêncio, a pausa, o imprevisto — ou seja, para o humano. 


Relacionar-se de forma autêntica exige vulnerabilidade, mobiliza nossas emoções e é justamente nesse impasse, no emaranhado das sensações que nos CONECTAMOS e nos vinculamos realmente. Mas, cada vez mais, estamos trocando essa vulnerabilidade por versões otimizadas de nós mesmos — versões editadas, práticas, seguras, agradáveis.

Estamos tentando ser o que “funciona”, não quem realmente somos.


O curioso disso tudo é que as ferramentas da IA otimizam e muito diversas atividades, encurtam etapas, nos poupam tempo e viabilizam caminhos, mas quando o assunto é RELACIONAMENTO entre humanos, a dinâmica natural das trocas fomenta o processo e é justamente nele que construímos pontes sólidas de interações, que nutrem nossos corações do que mais necessitamos: amor.


Humano


Reconhecer o quanto antes se estamos nos comunicando com uma máquina ou um ser humano torna-se indispensável para nossa segurança e a certeza de que não estamos confiando o que é mais precioso da gente (nossos sentimentos) a um robô que não sente e nunca foi o que se diz ser.


É preciso cultivar autenticidade:

1.Reivindicando o seu sentir

Não terceirize sua experiência para a máquina. Sentir confusão, dúvida ou até tédio é humano — e essencial para amadurecer emocionalmente.


2. Exercendo presença

A IA é rápida. Os vínculos reais, não. Eles exigem tempo, escuta, paciência e imperfeição. Conexão não é sobre quantidade de interações, e sim sobre profundidade.

3. Questionando a idealização


Contas


O relacionamento perfeito não existe. Buscar respostas exatas para emoções complexas é algo que nem a melhor tecnologia pode entregar.

4. Sendo curioso sobre si

A autenticidade nasce do autoconhecimento. Quem é você sem os filtros? O que te move, te toca, te paralisa? Cultive esse olhar interno. No fim das contas…


Talvez a grande pergunta da era da IA não seja o que é real ou irreal, mas sim: O que ainda é verdade para mim, mesmo em meio ao artificial?


A autenticidade, nesse cenário, é um ato de coragem. É escolher sentir, errar, experimentar e construir conexões reais, ainda que imperfeitas. Porque nenhum algoritmo, por mais avançado que seja, será capaz de substituir o impacto de uma presença viva, de um olhar que compreende ou de uma escuta que acolhe.


Você


E você? Já se perguntou se está se relacionando com alguém — ou apenas com uma projeção que parece segura, mas não sente nada? Caminhos para um futuro mais confiável.

Nesse novo mundo, onde as fronteiras entre humano e máquina se confundem, tecnologias como a que a World oferece surgem como uma tentativa de restaurar a confiança digital. 


A proposta é ousada: uma credencial digital pioneira baseada em prova de humanidade, permitindo que redes sociais e plataformas verifiquem se você está interagindo com uma pessoa real, e não com uma IA.


Esse tipo de solução ainda levanta debates importantes, mas já mostra que a sociedade está buscando formas de reconhecer e valorizar o humano — não apenas no toque, no olhar ou na escuta, mas também nos espaços digitais, onde cada vez mais vivemos, amamos e nos relacionamos. E, portanto, pensar, ponderar, falar e pesquisar mais sobre o assunto pode ser justamente a forma de não nos tornarmos reféns da IA, mas termos o melhor dela.


Netflix: Galinha Pintadinha bate cem semanas entre os mais assistidos

 Divulgação

 Radiografia da Notícia

Personagem brasileira consolida sua presença no universo do streaming e alcança um feito inédito na história do audiovisual brasileiro

A conquista reforça a relevância do conteúdo infantil

Um feito inédito na história da animação e do audiovisual brasileiro

Redação/Hourpress

A Galinha Pintadinha, uma das marcas mais clássicas e queridas pelas famílias brasileiras, acaba de alcançar um marco único na história do audiovisual brasileiro: os videoclipes do álbum "Galinha Pintadinha 2" completaram impressionantes 100 semanas no Top 10 da Netflix Brasil, consolidando-se como a produção nacional mais popular e duradoura da plataforma.

A conquista reforça a relevância do conteúdo infantil, a conexão afetiva da marca e a longevidade da produção, que vem cativando novas gerações de pequenos espectadores ao longo dos 18 anos de existência.

Em junho de 2024, a série Galinha Pintadinha Mini já havia se destacado no mercado ao alcançar 52 semanas entre os títulos infantis mais assistidos da Netflix, um marco relevante no cenário do streaming brasileiro. Agora, com o recorde de 100 semanas consecutivas no ranking, a marca atinge um novo patamar e reafirma seu papel de liderança no segmento. Um feito inédito na história da animação e do audiovisual brasileiro.

Força

“Somos parceiros da Netflix desde o começo da operação da plataforma no País. Atingir 100 semanas no Top 10 é um feito incrível e que nos deixa muito felizes - e nada disso seria possível sem o carinho e a confiança do nosso público. Somos profundamente gratos por fazer parte da rotina, das memórias e dos momentos especiais de tantas crianças e famílias. Alcançar este resultado, demonstra o carinho contínuo do público e a força da nossa marca, que já nasceu com DNA digital, e a força da animação brasileira no universo do audiovisual", comemorou  Juliano Prado, sócio-diretor da Bromélia Produções e um dos criadores da personagem.

A Galinha Pintadinha é um verdadeiro fenômeno de audiência e engajamento, com números que traduzem sua popularidade global. A marca já acumula mais de 55 bilhões de visualizações no YouTube, somando todos os seus canais oficiais, que juntos reúnem uma base de mais de 39 milhões de inscritos. Seu conteúdo ultrapassou fronteiras e está presente em mais de 30 países, com versões em diversos idiomas. No universo do áudio, a personagem também se destaca, com milhões de streams em plataformas musicais, incluindo o Spotify, onde figura como o conteúdo infantil mais ouvido. Fora das telas, a marca mantém uma presença vibrante, com shows ao vivo, uma ampla linha de produtos oficiais licenciados, com destaque no segmento de produtos de consumo infantil.

Criada em 2006, a Galinha Pintadinha rapidamente se tornou um fenômeno digital, antes mesmo do conceito de “viralização” se tornar corrente. O projeto nasceu como um vídeo simples no YouTube e, desde então, evoluiu para uma marca global, com uma linha diversificada de conteúdos audiovisuais e musicais.

Números

“A Galinha Pintadinha nasceu com o intuito de resgatar o cancioneiro popular brasileiro e apresentar essa obra, de forma repaginada e moderna, para as novas gerações de crianças e criar momentos afetivos em família. Ver que, após 18 anos, continuamos relevantes e presentes no cotidiano das pessoas é motivo de grande orgulho e um estímulo para seguirmos inovando”, completou Marcos Luporini, sócio-diretor da Bromélia Produções e um dos criadores da personagem.

Mais do que números, a Galinha Pintadinha representa um verdadeiro fenômeno cultural. A personagem é presença constante em festas infantis, playlists familiares, em escolas e no imaginário de crianças de diversas faixas etárias. Seu conteúdo, com canções que resgatam o repertório popular e tradicional, ultrapassa as barreiras geracionais e conquista não apenas as crianças, mas também pais, avós e cuidadores, criando momentos inesquecíveis em família. 


Saiba os benefícios do beijo para a saúde

 

Radiografia da Notícia

Beijar estimula a liberação de neurotransmissores como dopamina, serotonina e ocitocina

* O beijo pode ser um verdadeiro exercício para os músculos faciais, ajudando a aliviar o estresse e até a queimar algumas calorias!

* Um beijo de 10 segundos pode transferir até 80 milhões de bactérias.

Redação/Hourpress

No Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho, o beijo foi uma expressão clássica do afeto e da conexão entre casais. Mas você sabia que, além de ser um gesto romântico, o beijo traz diversos benefícios para a saúde física e emocional?

 

Beijar estimula a liberação de neurotransmissores como dopamina, serotonina e ocitocina, que promovem sensações de prazer, bem-estar e fortalecem os vínculos emocionais entre as pessoas. Além disso, o beijo pode ser um verdadeiro exercício para os músculos faciais, ajudando a aliviar o estresse e até a queimar algumas calorias!

 

No entanto, para que essa troca tão gostosa seja realmente saudável, é importante cuidar bem da saúde bucal. De acordo com a Academia Americana de Medicina Oral, um beijo de 10 segundos pode transferir até 80 milhões de bactérias. Muitas dessas bactérias são inofensivas e até benéficas, mas uma higiene bucal inadequada pode aumentar o risco de transmitir doenças como cáries, gengivite, herpes, candidíase e até sífilis.


Placa

 

“O mau hálito é um dos principais vilões na hora do beijo”, alertou o Dr. Elcio Caldas, dentista da Oral Sin, maior rede de implantes dentários do país. Ele explica que o mau hálito pode ter causas diversas, desde má higiene bucal até problemas sistêmicos como sinusite, diabetes ou distúrbios gástricos. “Na maioria dos casos, ele está relacionado ao acúmulo de placa bacteriana, à falta de escovação da língua e à presença de doenças bucais como cáries e gengivite”, completou.

 

Para aproveitar o Dia dos Namorados com um beijo cheio de saúde, o Dr. Caldas recomendou alguns cuidados simples, porém eficazes:

  • Mantenha a higiene bucal impecável, escovando os dentes e a língua pelo menos três vezes ao dia, use fio dental e enxaguante bucal.
  • Beba bastante água para manter a boca hidratada e ajudar na limpeza natural.
  • Evite alimentos que deixam cheiro forte, como alho, cebola e pimentão, especialmente antes de um encontro romântico.
  • Adote uma alimentação equilibrada, evitando alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares e gorduras, que prejudicam a saúde bucal e geral.
  • Visite regularmente o dentista para garantir que sua boca esteja saudável e livre de infecções.

Assim, além de tornar o beijo um momento inesquecível, esses cuidados ajudam a manter sua saúde bucal em dia, evitando desconfortos e permitindo que o afeto e o prazer sejam compartilhados com segurança.

Quem disse que autistas não namoram?

 

Radiografia da Notícia

Essa visão não apenas é incorreta, como também extremamente prejudicial

Entre adultos com TEA, esse distanciamento pode aumentar o risco de depressão e ansiedade

A boa notícia? O amor é possível

Redação/Hourpress

Mês dos namorados e com ele uma reflexão sobre quem, por muito tempo, foi deixado de fora das conversas sobre romance: as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
De acordo com Dr. Matheus Trilico, referência no tratamento de adultos com TEA, é hora de desconstruir estereótipos ultrapassados. "Existe uma narrativa equivocada de que pessoas autistas não teriam interesse ou capacidade para relacionamentos românticos. Essa visão não apenas é incorreta, como também extremamente prejudicial", alerta o especialista.

Na prática, o que isso significa? Que sim: pessoas autistas desejam se apaixonar, viver histórias a dois e construir conexões reais. E mais, são totalmente capazes de manter relacionamentos saudáveis, desde que recebam suporte adequado e empatia do parceiro.

De acordo com um estudo publicado no Journal of Autism and Developmental Disorders, 73% dos adultos com TEA expressam interesse em relacionamentos amorosos, embora muitos relatem dificuldades para iniciar e manter esses vínculos. "As barreiras sociais existem, mas não podem ser vistas como impeditivos definitivos", explicou o neurologista.

População

Além disso, Dr. Trilico chama atenção para um ponto delicado: o isolamento social. Entre adultos com TEA, esse distanciamento pode aumentar o risco de depressão e ansiedade. "A literatura médica mostra que, quando não há acolhimento ou espaço para se relacionar, esses indivíduos tendem a desenvolver quadros de sofrimento emocional", completa.
Nos últimos anos, os diagnósticos de TEA em adultos vêm crescendo — e com eles, a necessidade de ampliar o olhar sobre as questões afetivas dessa população.

A boa notícia? O amor é possível. E mais do que isso: ele é necessário, saudável e bem-vindo em todas as formas de ser.
“Esses desafios estão frequentemente relacionados às características próprias do transtorno, como a interpretação literal da linguagem e a dificuldade em compreender sinais sociais não-verbais”, afirmou o especialista.

Dr. Trilico enfatiza que a comunicação é frequentemente um dos maiores desafios no relacionamento. Pessoas neurotípicas dependem muito de comunicação indireta e sinais sutis que podem não ser imediatamente perceptíveis para aqueles no espectro. No entanto, quando há compreensão mútua e adaptações na comunicação, relacionamentos extraordinariamente profundos podem florescer.

Estratégias para relacionamentos entre neurodivergentes
O especialista compartilha três estratégias práticas que têm demonstrado eficácia em relacionamentos neurodiversos:

  1. Comunicação explícita e direta: Substituir insinuações por solicitações claras e estabelecer um "dicionário emocional" para traduzir sentimentos em palavras específicas.
     
  2. Criação de rotinas compartilhadas: Desenvolver rituais de conexão previsíveis que proporcionem segurança emocional e reduzam ansiedade.

     
  3. Implementação de "pausas sensoriais": Reconhecer sinais precoces de sobrecarga sensorial e estabelecer acordos prévios para momentos de regulação necessários.

"Minha experiência clínica contradiz completamente o estereótipo de que pessoas autistas seriam emocionalmente distantes. Na verdade, muitas demonstram uma lealdade e dedicação extraordinárias em seus relacionamentos, além de uma honestidade que elimina jogos emocionais tão comuns nas relações neurotípicas", observou Dr. Trilico, compartilhando uma perspectiva raramente discutida.

Estudos da Universidade de Cambridge mostram que pessoas com TEA tendem a desenvolver apego seguro quando suas necessidades específicas são compreendidas e respeitadas dentro dos relacionamentos. Isso contrasta fortemente com o estereótipo de que seriam incapazes de conexão emocional profunda.

A crescente visibilidade de casais onde um ou ambos os parceiros estão no espectro tem contribuído significativamente para mudar percepções. Representações culturais como o documentário "Amor no Espectro" têm auxiliado na desconstrução de preconceitos e na demonstração da diversidade de experiências amorosas entre pessoas autistas.

"Cada pessoa no espectro é única, assim como seus relacionamentos. O que observamos clinicamente é que, com suporte adequado e compreensão mútua, esses relacionamentos podem ser tão gratificantes e significativos quanto quaisquer outros", concluiu Dr. Matheus Trilico.

Hospitais filantrópicos precisam participar da transformação digital da saúde pública

 Radiografia da Notícia

Adesão ao mapeamento estadual sobre saúde digital visa orientar políticas públicas com base na realidade das instituições que integram o SUS

Os dados coletados serão analisados e vão direcionar políticas públicas mais eficazes

 São o único equipamento de saúde para atender toda a população

Redação/Hourpress

As unidades de saúde do Estado de São Paulo teve até o dia 15 de julho para responder ao Mapeamento de Iniciativas de Saúde Digital e de Requisitos Tecnológicos, lançado em março pela Secretaria estadual de Saúde. Os dados coletados serão analisados e vão direcionar políticas públicas mais eficazes, promovendo a inovação digital no setor.

 

A iniciativa, lançada em março, faz parte do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Saúde Digital (PDI Saúde Digital) da SES-SP, em parceria com o InovaHC, braço de Inovação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP).

 

O questionário para preenchimento está disponível no link www.mapeamentosaudedigital.com, com perguntas sobre infraestrutura, necessidades tecnológicas e adoção de soluções digitais. O levantamento também abordará temas como telessaúde, interoperabilidade de sistemas, segurança da informação, acessibilidade e o nível de maturidade digital dos serviços.


Alerta

 

Responsáveis por mais da metade dos atendimentos de média e alta complexidade do SUS (Sistema Único de Saúde), a participação dos hospitais filantrópicos é fundamental, ressalta o diretor-presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp), Edson Rogatti. No entanto, ele alerta que poucas instituições preencheram até o momento.

 

“Os hospitais filantrópicos representam mais de 50% dos atendimentos do SUS em muitos municípios, inclusive, em algumas cidades, são o único equipamento de saúde para atender toda a população. Não dá para pensar em saúde pública sem considerar essa rede. E, para isso, precisamos estar nos dados, nas estatísticas e nos diagnósticos do sistema”, salientou Rogatti. “O setor filantrópico conhece como ninguém os gargalos da saúde pública. Se queremos soluções reais, precisamos que essa experiência esteja registrada e considerada no planejamento das políticas de inovação digital”, completa.

 

O diretor-presidente da Fehosp reforça que preencher o questionário é mais do que colaborar com uma pesquisa. “É garantir que as necessidades dos hospitais filantrópicos sejam levadas em conta nas decisões que vão definir os rumos da saúde digital nos próximos anos”, conclui.

 

Sobre a Fehosp (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo)

Há 65 anos, a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) trabalha intensamente pela melhoria, profissionalização e modernização da rede hospitalar paulista, buscando excelência no atendimento à saúde da população.

 

A Federação promove para as entidades beneficentes uma constante busca por recursos, atualização junto aos temas mais pertinentes relacionados à saúde e atuação intensa junto aos governos estadual e federal, agindo sempre em defesa dos interesses da classe hospitalar, sendo a voz das entidades filantrópicas junto aos vários segmentos da sociedade.